UM ESTADO DO CONHECIMENTO SOBRE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES QUE ENSINAM FRAÇÃO PARA ESTUDANTES SURDOS

Autores

DOI:

10.26571/reamec.v12.17095

Palavras-chave:

Formação Continuada de Professores, Ensino de Fração, Educação de surdos

Resumo

O presente estudo objetivou conhecer as pesquisas brasileiras que abordam sobre a formação continuada de professores para o ensino de Fração com estudantes surdos. Direcionados pela seguinte questão: O que foi produzido sobre a formação continuada de professores que ensinam Fração para estudantes surdos, no período de 2011 a 2020 em nível Stricto Sensu? E o que essas produções trazem sobre a temática? Os meios encontrados para responder tais inquietações se deram no desenvolvimento de uma pesquisa bibliográfica, alicerçada no estado do conhecimento e na abordagem qualitativa. Para efetivação do estudo, desenvolveu-se o levantamento de trabalhos científicos publicados no Banco de Teses e Dissertações (BTD) da Capes, os descritores de buscas utilizados foram “Formação Continuada”, “Fração” e “Surdos” respectivamente, considerando as pesquisas brasileiras pertencentes ao período do estudo. Além disso, foram realizadas em paralelo com as das Teses e Dissertações, estudos complementares a partir das leituras de artigos, livros e documentos para fundamentar a temática. Para análise do conteúdo, as pesquisas encontradas foram organizadas em duas categorias sendo estas: "Formação continuada de professores que ensinam Matemática” e “Educação Matemática de surdos e o ensino de Fração”. Como resultado desta investigação, evidencia-se uma escassez de Teses e Dissertações que tematizem em particular a formação continuada de professores que ensinam Fração para surdos, sendo nesse sentido necessário o incentivo de momentos de formação continuada que discutam o ensino de Fração para surdos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Maysa dos Santos Neres, Rede Pública Municipal de Marabá, Marabá Pará, Brasil.

Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). Membra do Grupo de Pesquisa em Educação de Surdos: Políticas de Inclusão, Educação Bilíngue, Práticas Pedagógicas, Contextos de Ensino e Formação de Professores (GPES/UNIFESSPA) e Grupo de Pesquisas e Estudos em Formação de Professores e Práticas Educativas (UNIFESSPA). Desenvolveu atividades como Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBIC/CNPq/UNIFESSPA). Foi Bolsista voluntária do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/ UNIFESSPA). Foi Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBIC/FAPESPA/UNIFESSPA) desenvolvendo pesquisas na área da surdez e da matemática. Atuou como Bolsista no Programa de Apoio ao Discente Ingressante (PADI) pesquisando sobre a formação continuada de professores e o ensino de Matemática para estudantes surdos. Foi estagiária do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) realizando o acompanhamento de aluno com deficiência em escolas públicas de Marabá.

Walber Christiano Lima da Costa, Professor do Magistério Superior da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA), Marabá, Pará, Brasil.

Atualmente Diretor da Faculdade de Ciências da Educação (FACED/ICH/UNIFESSPA). Professor Adjunto C 603 da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). Professor do PROFEI/UNIFESSPA e do Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física (MNPEF). Doutor e Mestre em Educação em Ciências e Matemáticas (PPGECM/IEMCI/UFPA). Pesquisador nos seguintes grupos cadastrados no CNPq: Grupo de Estudos e Pesquisas em Surdez e Ensino de Matemática - GEPSEM - UNESPAR; Grupo de Estudos de Linguagem Matemática - (GELIM/UFPA); Grupo de Pesquisa em Educação de Surdos: Políticas de Inclusão, Educação Bilíngue, Práticas Pedagógicas, Contextos de Ensino e Formação de Professores (GPES/UNIFESSPA); Grupo de Pesquisas e Estudos em Formação de Professores e Práticas Educativas (UNIFESSPA). Especialista em: Língua Brasileira de Sinais - Libras, Metodologia do Ensino de Matemática, Educação Especial e Educação Inclusiva e em Técnicas de Tradução e Interpretação em Língua Brasileira de Sinais - Libras/Língua Portuguesa. Graduado em Licenciatura Plena em Pedagogia (UEPA). Graduado em Licenciatura em Matemática. Bacharel em Letras/Libras (UFSC). Possui Certificação em Proficiência em Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa/Libras pelo PROLIBRAS (MEC/INEP - UFSC). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial, Educação Matemática e Formação de Professores, atuando principalmente nos seguintes temas: Linguagem Matemática, Educação Inclusiva, Educação Especial, Educação de Surdos, Ensino de Matemática, Ensino de Matemática para surdos, Tradução da Linguagem Matemática para alunos surdos, Língua Brasileira de Sinais- Libras, Tradução e Interpretação da Libras e processos psicológicos no ensino e na aprendizagem, Educação Matemática Inclusiva.

Referências

ARAUJO, E. G. Ensino de Matemática em Libras: Reflexões sobre minha experiência numa escola especializada. 2015. 244 f. Tese (Programa de Doutorado em Educação Matemática) – Coordenadoria de Pós- graduação, Universidade Anhanguera de São Paulo, 2015.

ASSIS, C. de. Explorando a ideia do número racional na sua representação fracionária em Libras. 2013. Dissertação de Mestrado. UNIDERP.

ATAÍDE, C. R. de; COSTA, W. C. L da. Formação de Professores: O estado do conhecimento no ensino de fração para estudantes surdos. Revista Baiana de Educação Matemática, v. 2, n. 01, p. 13-43, 2021.

BACH, C. B.; MATIAS, J. Formação Continuada em serviço: O papel da reflexão e da sua efetividade nas práticas do professor. Revista Conhecimento Online, v. 3, p. 174-190, 2021.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: edições, v. 70, p. 225, 1977.

BERTONI, N. E. Educação e linguagem matemática IV: frações e números fracionários. Brasília: Universidade de Brasília, 2009.

BORGES, F. A. A educação inclusiva para surdos: uma análise do saber matemático intermediado pelo Intérprete de Libras. 2013, 260 f. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência e a Matemática) Universidade Estadual de Maringá, 2013.

BORGES, F. A.; ROSSI, E. M. G. O ensino de Matemática para surdos e pesquisas brasileiras: Uma revisão bibliográfica categorizada a partir de periódicos científicos. Em Teia| Revista de Educação Matemática e Tecnológica Iberoamericana, v. 10, n. 2, 2019.

BOYER, C. B. História da matemática. Tradução Elza F. Gamide. 10. Reimp. São Paulo: Edgard Blücher, 1974.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, 1988. Declaração de Salamanca e Linha de Ação sobre Necessidades Educativas Especiais. Brasília: Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, 1994.

BRASIL. Decreto no 5.626. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras – e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União, Brasília, 22 dez. 2005.

BRASIL. Lei no 10.436. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras – e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 24 abr. 2002.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. 3ª ed. Brasília: MEC, 2017.

BRASIL, Ministério da Educação. Lei 9.394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, 1996.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, DF, 2008.

BRASIL. Resolução CNE/CP Nº 1, de 27 de outubro de 2020. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica (BNC-Formação Continuada), Brasília – DF, 2020. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/outubro-2020-pdf/164841-rcp001-20/file. Acesso em: 25 de abr. 2022.

BRASIL. Resolução CNE/CP Nº 2, de 1 de julho de 2015. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a Formação Continuada.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/SEF, 1997.

CELESTINO, K. G. As frações em algumas civilizações antigas. EPREM Encontro Paranaense de Educação Matemática, 2017. Disponível em: http://www.sbemparana.com.br/eventos/index.php/EPREM/XIV_EPREM/paper/viewFile/157/205. Acesso em: 04 de nov. 2021.

CHIZZOTTI, A. Pesquisas em ciências humanas e sociais. 4. Ed. São Paulo: Cortez, 2000. (Biblioteca da Educação, Série 1 . Escola ; v.16)

DAMEÃO, A. P.; FARIAS, G. dos S.; PEREIRA, P. S. Discussões sobre formação de professores e interdisciplinaridade: o que dizem as resoluções CNE/CP 2/2015 e CNE/CP 2/2019. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, v. 11, n. 1, e23020, 2023. http://dx.doi.org/10.26571/reamec.v11i1.14343

COSTA, W. C. L da et al. Ensino de Matemática para alunos surdos: um estudo na formação de professores. V Congresso Paraense de Educação Especial. 2018.

COSTA, W. C. L da; SILVEIRA, M. R. A. Desafios da comunicação no ensino de matemática para alunos surdos. Revista BoEM, v. 2, n. 2, p. 72-87, 2014.

FERNANDES, S. H. A. A.; HEALY, L. Rumo A Educação Matemática Inclusiva: Reflexões Sobre Nossa Jornada. REnCiMa, Edição Especial: Educação Matemática, v.7, n.4, p. 28-48,

FERREIRA, N. S. de A. As pesquisas denominadas "estado da arte". In: Educação & Sociedade, v. 23, n. 79, p. 257-272. 2002.

FIORENTINI, D. Pesquisar práticas colaborativas ou pesquisar colaborativamente? In M. C. Borba,& J. L. Araújo (Org.) Pesquisa qualitativa em Educação Matemática (p. 47–76). Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

FIORENTINI, D.; CRECCI, V. Desenvolvimento profissional docente: um termo guarda-chuva ou um novo sentido à formação?. Formação Docente–Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, v. 5, n. 8, p. 11-23, 2013.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 63ª ed., Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2020.

FREIRE, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Editora Paz e Terra, 1997.

GATTI, B. Formação inicial de professores para a educação básica: pesquisas e políticas educacionais. Est. Aval. Educ., São Paulo, v. 25, n. 57, p. 24-54, jan./abr. 2014.

GATTI, B. A. et al. Professores do Brasil: novos cenários de formação. 2019.

GIL, Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa.4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

GONÇALVES, T. O. A Constituição do Formador de Professores de Matemática: a prática formadora. Coleção: Pesquisa em Educação em Ciências e Matemática. Belém Ed. Cejup, 2006.

LAVOR, Otávio Paulino; OLIVEIRA, Elrismar Auxiliadora Gomes. Grandezas proporcionais: sequência didática na formação inicial de professores. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, v. 10, n. 1, e22014, 2022. http://dx.doi.org/10.26571/reamec.v10i1.13476

LIMA, C. A. R. Formação de professores que ensinam Matemática para uma Educação Inclusiva. 2013. Tese (Doutorado em Educação Matemática) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-PUC, São Paulo, 2013.

MAGINA, S.; CAMPOS, T. A fração nas perspectivas do professor e do aluno dos dois primeiros ciclos do ensino fundamental. Bolema, Rio Claro, v. 21, n. 31, p. 23-40, dez. 2008.

MENCATO, R. de S.; ÂNGELO, J. L. de A. Educação das pessoas surdas: práticas e reflexões. In: CAMPELLO, A. R. e S.; LIRA, D. S. de.; ANDRADE, L. C. de. A representação do currículo bilíngue para surdos na BNCC. Itapiranga: Schreiben, 2021. p. 87-110.

MOREIRA, I. M. B.; COSTA, W. C. L. da. Jogos de linguagem na Educação Matemática Inclusiva: um olhar a partir das linguagens dos surdos. REMATEC, v. 14, n. 31, p. 49-62, 2019.

MOREIRA, S. Ensino de matemática para surdos: uma abordagem bilíngue. 2018. Dissertação de Mestrado. UTFPR.

MÜLLER, J. I.; GABE, N. P. da S. Aprendizagem de matemática por surdos. Instrumento: Revista de Estudo e Pesquisa em Educação, v. 16, n. 1, 2014.

PERLIN, P. et al. A formação do professor dos anos iniciais do ensino fundamental no movimento de organização do ensino de frações: uma contribuição da atividade orientadora de ensino. 2014. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Santa Maria.

PINHEIRO, MG de C. Formação de professores dos anos iniciais: conhecimento profissional docente ao explorar a introdução do conceito de fração. Universidade Anhanguera de São Paulo, São Paulo, 2014.

POWELL, A. B. Melhorando a epistemologia de números fracionários: Uma ontologia baseada na história e neurociência. REMATEC, v. 13, n. 29, p. 78-93, 2018.

QUADROS, R. M. Situando as diferenças implicadas na educação de surdos: inclusão/exclusão. Ponto de vista: revista de educação e processos inclusivos, n. 5, p. 81-111, 2003.

RIBEIRO, M. de S. O ensino de fração em cursos de licenciatura em pedagogia: um estudo em duas IFES. 2019. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Pernambuco, 2019.

ROGERI, N. K. de O. Conhecimentos de professores dos anos iniciais para o ensino dos números racionais em sua representação decimal. 2015. 289 f. 2015. Tese de Doutorado. Tese (Doutorado em Educação Matemática). Universidade Anhanguera de São Paulo, São Paulo.

ROMANOWSKI, J. P; ENS, R. T. As pesquisas denominadas do tipo “estado da arte” em educação. Revista diálogo educacional, v. 6, n. 19, p. 37-50, 2006.

SILVA JUNIOR, F. J. da. Intervenções Didáticas no Ensino de Frações e a Formação De Professores. 31/08/2015 147 f. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) - Instituição de Ensino: Universidade Anhanguera de São Paulo, São Paulo Biblioteca Depositária: UMC.

SILVA, A. S. da. Atividades multimodais em uma abordagem partitiva para a divisão de frações. 2017. Tese de Doutorado. Tese (Doutorado em Educação Matemática). Universidade Anhanguera de São Paulo, São Paulo.

SILVA, E. L. da. Luz, câmera, ação: adaptando uma teleaula de frações para o público surdo. 2014. Dissertação de Mestrado. UNIDERP.

SILVA, P. H. F. et al. Ensino-aprendizagem de frações: um olhar para as pesquisas e para a sala de aula. Dissertação de Mestrado. 2017.

SILVA, Gerlan Silva; SANTOS, Rodrigo Medeiros dos. Formação/prática de professores que ensinam estatística, probabilidade e combinatória: um estudo baseado em periódicos científicos brasileiros. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, v. 10, n. 2, e22040, 2022. http://dx.doi.org/10.26571/reamec.v10i2.13454

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.

VIZOLLI, Idemar; DE SÁ, Pedro Franco. Um estado do conhecimento em relação a formação continuada para professores que ensinam matemática nos anos iniciais do ensino fundamental na Amazônia Legal Brasileira. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, v. 8, n. 3, p. 650–669, 2020. http://dx.doi.org/10.26571/reamec.v8i3.11022

VIZOLLI, Idemar; CARNEIRO, Raylson dos Santos. Um panorama da produção científica do GEPEFAZE. ReTEM - Revista Tocantinense de Educação Matemática, [s. l.], v. 2, p. e24001, 2024. Disponível em: https://ojs.sbemto.org/index.php/ReTEM/article/view/45. Acesso em: 18 abr. 2024.

WIELEWSKI, Gladys Denise; MORIEL JUNIOR, Jeferson Gomes. Potenciais oportunidades formativas com MTSK e pesquisas científicas sobre frações e operações. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, v. 9, n. 1, e21013, 2021. http://dx.doi.org/10.26571/reamec.v9i1.11462

Downloads

Publicado

2024-04-24

Como Citar

NERES, M. dos S.; COSTA, W. C. L. da. UM ESTADO DO CONHECIMENTO SOBRE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES QUE ENSINAM FRAÇÃO PARA ESTUDANTES SURDOS. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, Brasil, v. 12, p. e24027, 2024. DOI: 10.26571/reamec.v12.17095. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/17095. Acesso em: 19 jun. 2024.

Artigos Semelhantes

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.