REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec <p>A<strong> Revista REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática</strong> é um periódico vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática (PPGECEM) da Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática (REAMEC). Publica artigos relacionados às diversas temáticas inerentes à <strong>área de Ensino de Ciências e Matemática</strong> (Área 46) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A área de Ensino/Educação em Ciências e Matemática é considerada como uma área multi e interdisciplinar que busca investigar fenômenos relativos aos diversos processos de ensino, de aprendizagens e de formação de professores em <strong>Matemática, Física, Química, Biologia, Pedagogia</strong>, que ensinam nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, incluindo todos os níveis, etapas, fases e modalidades da Educação Básica, no Ensino Superior, em espaço formal, não-formal e informal.<br /><br />A Revista REAMEC publica e divulga pesquisas na <strong>área de Ensino de Ciências e Matemática</strong>. Conforme o seu Foco e Escopo a Revista REAMEC aceita, para publicação, <strong>artigos científicos inéditos</strong>, escritos em <strong>português</strong>, <strong>inglês</strong>, <strong>espanhol</strong>, resultantes de pesquisas científicas que incidam na produção do conhecimento na referida área. Divulga pesquisas realizadas, principalmente, na Região Amazônica, mas também de outras instituições nacionais e internacionais oriundas de outras regiões geográficas.<br /><strong><br />Qualis 2019 (provisório):</strong> A3 <br /><strong>Qualis 2013-2016:</strong> B3 Ensino / B5 Ciências Ambientais / B5 Direito / B5 Filosofia / B5 Interdisciplinar / C Educação<br /><strong>ISSN:</strong> 2318-6674 <br /><strong>Prefixo DOI:</strong> 10.26571</p> Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) pt-BR REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática 2318-6674 <h3>Política de Acesso Livre</h3> <p>Acesso on-line gratuito. Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento. A Revista não cobra taxas dos autores para publicação (APCs). </p> <center><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" rel="license"><img src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />Licenciado com <strong><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional</a></strong>.</center> TENDÊNCIAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS: O CORREDOR ECOLÓGICO DO MINDU COMO FACILITADOR PARA O ENSINO https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/11695 <p>O Ensino de Ciências em espaços educativos necessita da apropriação de conhecimentos específicos para que se realizem práticas significativas concatenadas ao contexto vivenciado pelos estudantes, por isso há necessidade de compreender a base desses estudos a partir das tendências de ensino dentro de espaços não formais. O trabalho tem como objetivo principal reconhecer as tendências de Ensino de Ciências possíveis de serem desenvolvidas no Corredor Ecológico do Mindu a partir de aula prática dentro de uma disciplina do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ensino de Ciências da Amazônia (PPGEEC) na Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A metodologia perpassa pela pesquisa qualitativa, utilizando cadernos de campo, gravadores, máquinas fotográficas, além de partir das observações como meio para coleta de informações, tendo como base as percepções dos pesquisadores durante e após a aula prática. Concluindo que existe uma gama de possibilidades para desenvolver as tendências de Ensino de Ciências em espaços não formais de ensino.</p> Adana Teixeira Gonzaga Augusto Fachín Terán Ana Caroline Lima de Souza Rafael Gonçalves de Brito Copyright (c) 9 1 Uma CARACTERIZAÇÃO DE APLICATIVOS PARA SMARTPHONE EM AULAS DE GENÉTICA NO ENSINO MÉDIO https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/11687 <p>O ensino de genética apresenta-se como um desafio devido à grande dificuldade do aluno conseguir<br>relacionar o que é visto em sala de aula com o seu cotidiano. Uma alternativa para facilitar a abordagem<br>desses conteúdos é através da utilização das tecnologias da informação e comunicação (TICs), dentre<br>elas os smartphones, que permitem o uso de aplicativos relacionados ao conteúdo, em sala de aula e fora<br>dela. Esse estudo teve como objetivos identificar e caracterizar aplicativos em português e de livre<br>acesso, desenvolvidos para o sistema Android, que abordassem os conteúdos relacionados à genética<br>mendeliana e pudessem ser usados em aulas de genética no Ensino Médio. Os resultados demonstraram<br>que a maioria dos aplicativos encontrados apresentam seu conteúdo em forma de texto, aparecendo<br>também conteúdos em forma de questões, vídeos e jogos. Finalmente, o uso de aplicativos em sala de aula pode<br>ser capaz de proporcionar um ambiente onde os momentos de aprendizagem sejam mais aproveitados,<br>podendo auxiliar na construção de conceitos complexos, como os trabalhados na genética.</p> Vívia Lúcia Juvino de Lemos Cardoso Copyright (c) 9 1 UM OS DESAFIOS DA IMPLANTAÇÃO DE UM NOVO CURRÍCULO NA ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA EM UMA ESCOLA PÚBLICA DA BAHIA https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/11677 <p>A Reforma do Ensino Médio (REM) foi implementada pela Medida Provisória (MP) nº 746, de 22 de setembro de 2016, cujo objetivo é a organização dos currículos do Ensino Médio. Várias pesquisas na área foram publicadas em relação aos aspectos contidos no texto da MP, contudo ainda não há muitas vivências nas escolas, devido ao prazo de cinco anos para sua implantação.&nbsp; Esta pesquisa tem por intuito realizar uma análise curricular a partir da experiência de professores da área de ciências da natureza de uma escola pública da Bahia que implantou a REM em 2018. Os dados foram coletados por meio de questionário com a intenção de conhecer as expectativas dos professores em relação à implantação do novo Ensino Médio e aos conteúdos curriculares de Ciências da Natureza. As respostas foram analisadas por meio de Análise Textual Discursiva, obtendo-se duas categorias a priori: a) Impactos da Reforma do Ensino Médio na organização curricular da escola; b) Formação e qualificação de professores e uma categoria emergente: c) Evolução no ensino de Ciências.&nbsp; Com a investigação foi possível perceber que a redução de carga horária de disciplinas se constituiu um dos principais impactos da REM. Outra consequência evidenciada é o não investimento na qualificação dos professores. Contudo os professores da área de Ciências da escola estudada têm a expectativa de superar uma visão descontextualizada e isolada da Ciência.</p> <p>&nbsp;</p> JOILMA Cordeiro Costa Elisa Prestes Massena Copyright (c) 9 1 SUBALTERNAÇÃO COMERCIAL EM CENÁRIOS INDÍGENAS: A BIOPIRATARIA E EXPLORAÇÕES OCORRIDAS NA AMAZÔNIA https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/11668 <p>Este artigo tem como objetivo relatar e problematizar o processo de subalternação e (re)colonização comercial em cenários indígenas na Amazônia, instaurada com a prática da biopirataria que transforma a biodiversidade em produtos patenteados por instituições financeiras sem a repartição justa dos benefícios que deveriam ser auferidos por meio desses produtos. Diante disso, trazemos por meio de narrativas as influências ocidentais que alteram as práticas comerciais tradicionais dos povos indígenas, as fronteiras culturais, a biodiversidade, a biotecnologia e os conhecimentos, ocasionados pelos demais segmentos da sociedade nacional, articuladas com as explorações ocorridas na Amazônia e, também, em outros cenários brasileiros.&nbsp; Além disso, analisaremos os impactos da <em>Constituição de 1988</em> frente a existência dos mundos – indígenas e não indígenas –, polarizados e distintos, contradizendo as normativas presentes no Direitos Humanos que não compreendem os saberes e viveres dos povos indígenas.</p> <p>&nbsp;</p> Matheus Moreira da Silva José Pedro Machado Ribeiro Copyright (c) 9 1 SUBALTERNAÇÃO COMERCIAL EM CENÁRIOS INDÍGENAS: A BIOPIRATARIA E EXPLORAÇÕES OCORRIDAS NA AMAZÔNIA https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/11667 <p>&nbsp;</p> <p>Este artigo tem como objetivo relatar e problematizar o processo de subalternação e (re)colonização comercial em cenários indígenas na Amazônia, instaurada com a prática da biopirataria que transforma a biodiversidade em produtos patenteados por instituições financeiras sem a repartição justa dos benefícios que deveriam ser auferidos por meio desses produtos. Diante disso, trazemos por meio de narrativas as influências ocidentais que alteram as práticas comerciais tradicionais dos povos indígenas, as fronteiras culturais, a biodiversidade, a biotecnologia e os conhecimentos, ocasionados pelos demais segmentos da sociedade nacional, articuladas com as explorações ocorridas na Amazônia e, também, em outros cenários brasileiros.&nbsp; Além disso, analisaremos os impactos da <em>Constituição de 1988</em> frente a existência dos mundos – indígenas e não indígenas –, polarizados e distintos, contradizendo as normativas presentes no Direitos Humanos que não compreendem os saberes e viveres dos povos indígenas.</p> Matheus Moreira da Silva Copyright (c) 9 1