PROTOZOA, “VILLAIN OR GOOD” ORGANISM? ITS ECOLOGICAL IMPORTANCE IN ECOSYSTEMS: AN INCLUSIVE PROPOSAL FOR SCIENCE CLASSES
DOI:
https://doi.org/10.26571/reamec.v9i2.11493Keywords:
Active learning, Collaborative learning, STEAM education modelAbstract
This research brings reflections on how the group of free-living protozoa in aquatic environments, even with technological advances and research, is still neglected in ecological terms, being presented in textbooks and by most teachers as villainous organisms despite having different functions in aquatic ecosystems, as regulators of algae and bacterial populations acting directly on the micro-chains of these environments. Our research problem was to verify if the methodological approaches used in Science / Biology classes help students to reflect on the ecological function of protozoa. The objectives that guided this research were: to evaluate the form of protozoan approaches in the classroom; and test innovative and inclusive teaching methods for understanding the ecological role of protozoa. Along the methodological path, active methods such as collaborative learning and an innovative approach were tested – the STEAM model of education –, in addition to the development of an educational product in the form of Didactic Sequence (SD), which aims to contribute to the teaching and learning process of students Elementary School II. As a result of this research, we highlight that student like the discipline of Science, and that before testing the Educational Product, students did not know who the protozoa were, and that some free-living protozoa have an ecological function.
Downloads
References
ALMEIDA, R. L. B.; GUSMÃO, E. K. G.; JUNIOR, R. L. P.; UJIKAWA, G. Y.; ALMEIDA, S. M. Adquirindo conhecimento sobre os microrganismos de forma prática: um relato de aula inovadora. In: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 4., 2016, João Pessoa. Anais [...]. João Pessoa-PB: Centro Multidisciplinar de Estudos e Pesquisas e Universidade Estadual da Paraíba, 2016. p. 1-9.
ALSAM, S.; JEONG, S. R.; SISSONS, J.; DUDLEY, R.; KIM, K. S.; KHAN, N. A. Escherichia coli interactions with Acanthamoeba: a symbiosis with environmental and clinical implications. Journal of medical microbiology. v. 55, n. 6, p. 689-694, 2006.
ANDRIÃO, L.C. Protozoários no Ensino Médio: Modelos e jogos como facilitadores no processo de ensino e aprendizagem em uma sequência didática. 113 f. 2019. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional-PROFBIO). Universidade Federal do Espírito Santo, SÃO MATEUS-ES, 2019.
ARAÚJO, M. F. F.; LOBATO, W. S. Percepções sobre protozoários no ensino fundamental: um diagnóstico em escolas de uma região litorânea do nordeste brasileiro. Acta Scientiae, v. 15, n. 2, p. 354-362, 2013.
AZAM, F.; FENCHEL, T.; FIELD, J. G.; GRAY, J. S.; MEYER-REIL, L. A.; THINGSTAD, F. The ecological role of water-column microbes in the sea. Marine Ecology - Progress Series, v. 10, p. 257-263, 1983.
BALDAUF, S. L. An overview of the phylogeny and diversity of eukaryotes. Journal of Systematics and Evolution, v.46, n.3, p. 263–273.2008.
BEHRENS, M. A. Projetos de aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. In: MORAN, J. M.; MASSETO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000. p. 67-132.
BERNARDI, G.; LEONARDI, A. F.; SILVEIRA, M. S.; FERREIRA, S. A.; GOLDSCHMIDT, A. I. Concepções dos alunos dos anos iniciais sobre microrganismos. Revista Ciências & Ideias, Rio de Janeiro, v.10, n.1, p.55-69. 2019.
BIZZO, N. Ciências: fácil ou difícil? São Paulo: Biruta, 2009.
BOGDAN, R. C.; BIKLEN, S. K. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto, 1994.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Versão em revisão, aprovada pelo CNE em 04
de dezembro de 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wpcontent/uploads/2018/12/BNCCEM_Vers%C3%A3oCompleta_EmRev. df. Acesso em: 12 dez. 2018.
CARDOSO, E. J. B. N.; ANDREOTE, F. D. Microbiologia do solo. 2. ed. Piracicaba: ESALQ, 2016.
CARVALHO, I. T. Microbiologia básica. Recife: EDUFRPE, 2010.
DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra, 1970.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 28. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GALLI, F. Microrganismos do solo. Anais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba, v. 21, n. p. 247-252, 1964.
GAROFALO, D. Como as metodologias ativas favorecem o aprendizado. Nova Escola, 2018. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/11897/como-as-metodologiasativas-favorecem-o-aprendizado. Acesso em: 26 mar. 2019.
HARDOIM, E. L.; PEDROTTI-MANSILLA, D. E.; HARDOIM, T. F. L.; GOMES, G. R. N. S. Refletindo sobre o ensino de ciências naturais à luz da educação inclusiva. Latin American Journal of Science Education, v. 4, n. 22037, p. 1-15, 2017.
KHAN, N. A.; IQBAL, J.; SIDDIQUI, R. Taste and smell in Acanthamoeba feeding. Acta Protozoologica, v. 53, n. 2, p. 139-144, 2014.
KӦB LEITE, C. L.; PASSOS, M. O. A.; TORRES, P. L.; ALCÂNTARA, P. R. A aprendizagem colaborativa no ensino virtual. In: CONGRESSO NACIONAL DA ÁREA DE EDUCAÇÃO, 3., CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 5., 2005, Curitiba. Anais [...]. Curitiba: Pontifícia Universidade Católica do Paraná, 2005. p. 1118-1130.
LABURU, C. E.; ARRUDA, S. M.; NARDI, R. Pluralismo metodológico no ensino de ciências. Ciência & Educação, v. 9, n. 2, p. 247-260, 2003.
LIBERTO, M. I. M.; CABRAL, M.C.; LINS, U. G.C. Microbiologia. v. 1, 2. ed. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2010.
LIMA, D. F. A importância da sequência didática como metodologia no ensino da disciplina de física moderna no ensino médio. Revista Triângulo, Uberaba, v. 11, n.1 p. 151-162, 2018.
LOPES, T. B.; CANGUSSU, E. S.; HARDOIM, E. L.; GUARIM-NETO, G.; Atividades de campo e STEAM: possíveis interações na construção de conhecimento em visita ao Parque Mãe Bonifácia em Cuiabá-MT. Revista REAMEC - Rede Amazônica de Educação Matemática, Cuiabá, v. 5, n. 2, 2017.
LORENZIN, M. P. Compreendendo as concepções de professores sobre o STEAM e as suas transformações na construção de um currículo globalizador para o ensino médio. Revista da SBEnBio, n. 9, p. 3662-3673, 2016.
MAIA, D. L; CASTRO FILHO, J. A. Aprendizagem Colaborativa Apoiada por TDIC na Educação Matemática de Professores: Tecendo Argumentos para Efetivação de uma Proposta. In: Congresso Regional sobre tecnologias na educação. 2016. Anais [...]. Natal, RN: 2016, p. 461- 471.
MACHADO, E. S.; GIROTTO JÚNIOR, G. Interdisciplinaridade na investigação dos princípios do STEM/STEAM education: definições, perspectivas, possibilidades e contribuições para o ensino de química. Scientia Naturalis, v. 1, n. 2, p. 43-57, 2019.
MAFRA, P.; LIMA, N. O papel dos microrganismos no curriculum e manuais do 1.º ciclo do ensino básico. In: ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, 12., 2007, Vila Real. Anais [...]. Vila Real: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, 2007. p. 213-219.
MEDEIROS, M. L. Q. Protozoários de vida livre em ambientes aquáticos do RN: ocorrência, caracterização e importância para a educação básica. 75 f. 2012. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) – Faculdade de Ciências Biológicas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2012.
MORAES, R.; LIMA, V. Pesquisa em sala de aula: tendências para a educação em novos tempos. 2. ed. Porto Alegre: Edipucrs, 2004.
MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 8. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
POZO, J. L. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002.
PUGLIESE, G. O. Os modelos pedagógicos de ensino de ciências em dois programas educacionais baseados em STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics). 135 f. 2017. Dissertação (Mestrado em Genética e Biologia Molecular) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2017.
REGALI-SELEGHIM, M. H.; GODINHO, M. J. L.; MATSUMURA-TUNDISI, T. Checklist dos “protozoários” de água doce do Estado de São Paulo, Brasil. Biota Neotropica, v. 11, (sup. 1), p. 389-426, 2011.
RIGO, R. Entenda o que é STEAM e como levá-lo para sua prática. Nova escola, ed. 325 - 2019. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18246/entenda-o-que-e-steam-ecomo-traze-lo-para-sua-pratica. Acesso em: 26 mar. 2019.
ROSA, E.; POLAKIEWICZ, M.; CAMPOS, M. M. Educação e tecnologia: revisitando a sala de aula. In: CONGRESSO PESQUISA DO ENSINO, 6., 2017. Anais [...]. São Paulo: SinproSP, 2017. p.1-19.
SANDERS, M. STEM, STEM Education, STEMmania. The Technology Teacher. 2009.
SCHAECHTER, M.; INGRAHAM, L. J.; NEIDHARDT, C., FREDERICK. Micróbio: uma visão geral. Porto Alegre: Artmed, 2010.
SEGURA, E.; KALHIL, J. B. A metodologia ativa como proposta para o ensino de ciências. Revista REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, v. 3, n. 3, p. 87-98, 2015.
SILVA, I. O.; ROSA, J. E. B.; HARDOIM, E. L.; GUARIM-NETO, G. Educação científica empregando o método STEAM e um makerspace a partir de uma aula passeio. Latin American Journal of Science Education, v. 4, n. 22034, p. 1-9, 2017.
STOUT, J. D. The role of protozoa in nutrient cycling and energy flow. In: ALEXANDER, M. (ed.). Advances in microbial ecology. New York: Plenum Press, 1980.
TAKAHASHI, É. M.; LANSAC-TÔHA, F. A.; DIAS, J. D.; BONECKER, C. C. Daily variation of zooplankton abundance and evenness in the Rosana reservoir, Brazil: biotic and abiotic inferences. Iheringia, Série Zoologia, Porto Alegre, RS, v. 104, n. 1, p. 21-31, março, 2014.
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 6 ed. São Paulo: Cortez, 1994.
WEBER, M. M. Aulas práticas no ensino de ciências: a construção do conhecimento científico sobre protozoários por alunos do 7º ano do ensino fundamental. Maringá, Pr: UEM. (Dissertação). 2013. 89p.
Downloads
Published
Issue
Section
How to Cite
Share
License
Copyright (c) 2021 Josefa Silva dos Santos, Edna Lopes Hardoim

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Política de Direitos autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos publicados na Revista REAMEC, atendendo às exigências da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências, enquanto a revista utiliza um modelo de licenciamento que favorece a disseminação do trabalho, particularmente adotando a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0).
Os direitos autorais são mantidos pelos autores, os quais concedem à Revista REAMEC os direitos exclusivos de primeira publicação. Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos neste periódico. Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicado neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional, em website pessoal, publicar uma tradução, ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico. Os editores da Revista têm o direito de realizar ajustes textuais e de adequação às normas da publicação.
Política de Acesso Aberto/Livre
Os manuscritos publicados na Revista REAMEC são acessíveis gratuitamente sob o modelo de Acesso Aberto, sem cobrança de taxas de submissão ou processamento de artigos dos autores (Article Processing Charges – APCs). A Revista utiliza Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0) para assegurar ampla disseminação e reutilização do conteúdo.
Política de licenciamento - licença de uso
A Revista REAMEC utiliza a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0). Esta licença permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Além disso, permite adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação inicial neste periódico.










































































