POSSIBILIDADES DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NO BOSQUE DA CIÊNCIA, MANAUS, AM, BRASIL

Autores

  • Francinete Bandeira Carvalho Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
  • Glenda Gabriele Bezerra Beltrão Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
  • Joisiane da Silva Feio Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
  • Augusto Fachín Terán Professor do Curso de Pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia - Universidade do Estado do Amazonas (UEA). http://orcid.org/0000-0001-9568-7578

DOI:

10.26571/REAMEC.a2018.v6.n2.p342-356.i7042

Palavras-chave:

Alfabetização Científica, Ensino de Ciências, Espaço Não Formal.

Resumo

A educação como processo de ensino-aprendizagem é adquirida ao longo da vida dos cidadãos em diferentes espaços e momentos. Nesse processo, a alfabetização científica tem total relevância, uma vez que influencia na formação de sujeitos críticos e reflexivos. Neste relato de experiência, analisamos as possibilidades de trabalhar a alfabetização científica num espaço educativo administrado por uma instituição de Pesquisa. O trabalho fundamentou-se em autores como: Rocha e Fachín-Terán (2010), Gonzaga e Fachín-Terán (2011), Cascais (2012), dentre outros. As observações e registros foram realizados durante atividades práticas de ensino de uma turma de mestrado, no Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Os ambientes utilizados neste local abrem a possibilidade para a realização de um trabalho interdisciplinar, pois os educadores têm a oportunidade de aproveitar a biodiversidade, os diferentes ecossistemas, além da infraestrutura presente no local, para a construção do conhecimento cientifico. A valorização e uso dos espaços não formais permitem ao estudante contato com o objeto de estudo para que a aquisição do conhecimento ocorra de forma natural.

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Biografia do Autor

Francinete Bandeira Carvalho, Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia. Licenciada em Pedagogia pela UEA

Glenda Gabriele Bezerra Beltrão, Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia. Licenciada em Pedagogia pela UEA.

Joisiane da Silva Feio, Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia. Licenciada em Pedagogia pela UEA.

Augusto Fachín Terán, Professor do Curso de Pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia - Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Doutor em Ecologia. Líder do GEPECENF.

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Publicado

2018-12-21

Como Citar

CARVALHO, F. B.; BELTRÃO, G. G. B.; FEIO, J. da S.; TERÁN, A. F. POSSIBILIDADES DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NO BOSQUE DA CIÊNCIA, MANAUS, AM, BRASIL. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, [S. l.], v. 6, n. 2, p. 342-356, 2018. DOI: 10.26571/REAMEC.a2018.v6.n2.p342-356.i7042. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/7042. Acesso em: 15 ago. 2020.

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