DEL AULA A INSTAGRAM: STUDYGRAMMERS Y ENSEÑANZA Y APRENDIZAJE EN CIENCIAS Y BIOLOGÍA
DOI:
https://doi.org/10.26571/reamec.v10i2.13357Palabras clave:
Enseñanza de las Ciencias, Redes sociales, Studygrams, Educación en línea, Ensino pela InternetResumen
En la posmodernidad, la información y el conocimiento se producen y difunden a través de las tecnologías, especialmente internet y los medios digitales. Estudiantes y docentes tienen en sus manos recursos que permiten el acceso abierto al conocimiento, lo que inspira cambios e invenciones constantes en el campo de la educación. En las redes sociales de Internet se están creando perfiles para explicar materiales y/o rutinas de estudio, con el fin de compartir experiencias, inspirar a otros y difundir y discutir temas relevantes, conocidos como Studygams. En ese sentido, el objetivo de este estudio fue identificar tendencias y contribuciones de los Studygrams para la enseñanza y el aprendizaje de las Ciencias y la Biología, en la visión de un panel de Studygrammers que producen y publican contenidos relacionados con las Ciencias Biológicas en Brasil. El trabajo se desarrolló desde un enfoque cualitativo, con elementos de investigación netnográfica como la observación participante y el trabajo de campo en línea. Los resultados mostraron que los Studygrams tienen el potencial para explorar y desarrollar habilidades y destrezas tanto en quienes publican como en quienes acceden al contenido. Se entiende que esta nueva práctica de enseñar y aprender en espacios informales ha despertado actitudes de emprendimiento, autonomía, organización, interacción y creatividad, que permiten la fijación de contenidos, la interdisciplinariedad, la contextualización y la formación ciudadana.
Descargas
Referencias
BOGDAN, R. C.; BIKLEN, S. K. Investigação qualitativa em educação. Porto: Porto Editora, 1994.
CORRÊA, M. V.; ROZADOS, H. B. F. A netnografia como método de pesquisa em Ciência da Informação. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 22, n.4 9, p. 1-18, 2017. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/v/35371. Acesso em 16 de jul. de 2022.
D'ÁVILA, C.; SANTOS, E.; MACEDO, T. R. Game of thrones, interações em rede e experiências formativas em história. Teias (Rio De Janeiro. Impresso), v. 21, p. 37-47, 2020. Disponível em: https://www.e-licacoes.uerj.br/index.php/revistateias/article/view/48624. Acesso em 17 de jul. de 2022.
GOULART, E. E. O docente nas mídias sociais. GOULART, E. E. (Org.). Mídias sociais: uma contribuição de análise. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2014. p. 107-1026.
INCT-CPCT – INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA. O que os jovens brasileiros pensam da ciência e da tecnologia. Rio de Janeiro: Fiocruz/COC; INCT-CPCT, 2021. Disponível em: https://www.inctcpct.ufpa.br/wpcontent/uploads/2021/02/LIVRO_final_web_2pag.pdf. Acesso em 17 de jul. de 2022.
KOZINETS, R. V. Netnografia: Realizando pesquisa etnográfica online. Porto Alegre: Penso, 2014. p. 203.
LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
LUCENA, S. Culturas digitais e tecnologias móveis na educação. Educar em Revista, n. 59, p. 277-290, 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/er/a/Mh9xtFsGCs6HRpCWWM5XhvL/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 17 de jul. de 2022.
LUCENA, S.; OLIVEIRA, A. A. D.; SANTOS JÚNIOR, G. P. A web 2.0 e os softwares sociais: outros espaçostempos multirreferenciais de formação na iniciação à docência. In: PORTO, C.; OLIVEIRA, K. E.; CHAGAS, A. Whatsapp e educação: entre mensagens, imagens e sons [online]. Salvador: Ilhéus: EDUFBA; EDITUS, 2017. pp. 257-274.
LUCENA, S.; OLIVEIRA, J. M. A. Culturas digitais na educação do Século XXI. Revista Tempos e Espaços em Educação, n.14, v. 7, p. 35-44, 2014. https://doi.org/10.20952/revtee.v0i0.3449
MORAES, R. GALIAZZI, M. C. Análise Textual Discursiva. 2. Ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2011.
MORIN, E. A. Via para o futuro da humanidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013.
NOVAES, A. Construindo uma rede social especializada. In: AYRES, M.; CERQUEIRA, R.; DOURADO, D.; SILVA, T. (Org.) Mídias Sociais: perspectivas, tendências e reflexões. Salvador: PaperCliQ, 2010. p. 150.
PEREIRA, S.; FILOL, J. MOURA, P. El aprendizaje de los jóvenes con médios digitales fuera de la escuela: De lo informal a lo formal. Revista Científica de Educomunicación, v. 27, n. 58, p. 41-50, 2019. Disponível em: https://www.revistacomunicar.com/verpdf.php?numero=58&articulo=58-2019-04. Acesso em 17 de jul. de 2022.
RECUERO, R. Redes Sociais na internet. Porto Alegre: Sulinas, 2009.
ROJO, R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. In: ROJO, R.; MOURA, E. (Org.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Párabola, 2012.
SANTAELLA, L. Comunicação ubíqua: repercussões na cultura e na educação. São Paulo: Paulus, 2013.
SEMECHECHEM, J. A.; JUNG, N. M. “Letra bonita é coisa de menina”: a construção do gênero social em um evento de letramento escolar. Revista Veredas, v. 17, n. 2, p. 232-251, 2013.
SILVA, F. S., SERAFIM, M. L. Redes sociais no processo de ensino e aprendizagem: com a palavra o adolescente. In: SOUSA, R. P. et al. (Org.). Teorias e práticas em tecnologias educacionais. Campina Grande: EDUEPB, 2016. p. 67-98.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Cómo citar
Share
Licencia
Derechos de autor 2022 José Costa, Yuri Cavaleiro de Macêdo Coelho, Ana Cristina Almeida

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Política de Direitos autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos publicados na Revista REAMEC, atendendo às exigências da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências, enquanto a revista utiliza um modelo de licenciamento que favorece a disseminação do trabalho, particularmente adotando a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0).
Os direitos autorais são mantidos pelos autores, os quais concedem à Revista REAMEC os direitos exclusivos de primeira publicação. Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos neste periódico. Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicado neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional, em website pessoal, publicar uma tradução, ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico. Os editores da Revista têm o direito de realizar ajustes textuais e de adequação às normas da publicação.
Política de Acesso Aberto/Livre
Os manuscritos publicados na Revista REAMEC são acessíveis gratuitamente sob o modelo de Acesso Aberto, sem cobrança de taxas de submissão ou processamento de artigos dos autores (Article Processing Charges – APCs). A Revista utiliza Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0) para assegurar ampla disseminação e reutilização do conteúdo.
Política de licenciamento - licença de uso
A Revista REAMEC utiliza a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0). Esta licença permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Além disso, permite adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação inicial neste periódico.










































































