Revista de Educação Pública

A Revista de Educação Pública (Qualis A2) é um periódico do campo da Educação. Com editoração da EdUFMT, a Revista foi fundada em 1992, mediante desdobramentos de ações do Programa de Pós Graduação em Educação da UFMT. Sua periodicidade é quadrimestral, sendo publicada em versão online e impressa e estruturada em seções. Entre seus três números anuais, um caracteriza-se como temático e os demais pela demanda de textos, em fluxo contínuo, integrados às respectivas seções. Todos os manuscritos são avaliados por pares e ad hoc, submetendo-se aos mesmos procedimentos e rigor de avaliação. A Revista objetiva publicar textos originais e inéditos, contribuindo para a difusão da ciência, considerando as diferentes perspectivas teórico-metodológicas, em tempos e espaços diversos, no sentido de fomentar o intercâmbio de pesquisas de abrangência regional, nacional e internacional.

Notícias

 

Revista de Educação Pública - Qualis A2

 
Revista de Educação Pública - Qualis A2  
Publicado: 2015-05-08
 
Outras notícias...

v. 26, n. 61 (2017): Revista de Educação Pública, v. 26, n. 61, jan./abr. 2017


Capa da revista

e-ISSN 2238-2097

Nos encontramos em um momento especial, de virada de ano, quando termina 2016 e começa 2017. Do ano que passa, a memória de muitos desafios, vencidos ou não, frente a acontecimentos que se precipitaram em âmbito internacional, nacional e localmente. Para o ano que vem, crença, confiança, esperança e novos projetos, na expectativa de novos e melhores tempos. No ínterim que marca os nexos entre passado e futuro, se insere a publicação do número 61 da Revista de Educação Pública. Nela, atores sociais ganham destaque em artigos que apresentam resultados de pesquisa envolvendo protagonismo da criança, crianças com deficiência, narrativas de adolescentes, reflexão/ação de professores/pesquisadores em formação, identidade/diferença indígena na instituição escolar, ações governamentais ou estatais nas políticas públicas. A perspectiva é a de que novas gerações, profissionais de tradição e novos sujeitos coletivos tenham e se sintam imbuídos de poder na construção de relações sociais guiadas pela ciência, por justiça e pela ética. (OLIVEIRA, 2017).