EDUCACIÓN SEXUAL Y DE GÉNERO: DIÁLOGOS DESDE LA FORMACIÓN INICIAL DEL PROFESORADO DE QUÍMICA
DOI:
https://doi.org/10.26571/reamec.v13.18833Palabras clave:
Inclusión, Diversidad, Diálogo en la Formación DocenteResumen
Este artículo forma parte de un proyecto de investigación de maestría que tuvo lugar durante la pandemia. Realizamos un grupo focal con estudiantes de licenciatura en química que cursaban didáctica en una universidad federal de Goiás con el objetivo de analizar los discursos sobre género y sexualidad que circulan entre los estudiantes de licenciatura en química y, a partir de sus comentarios, aproximar los estudios teórico/conceptuales sociales sobre cuerpo, género y sexualidad en la formación de profesores de química. Los enunciados fueron separados en categorías de análisis a partir de la técnica de análisis del discurso. Es muy común que el conservadurismo recurra a justificaciones biológicas y químicas para silenciar cualquier movimiento hacia una educación sexual y de género desde una perspectiva crítica y diversa, de modo que estos temas universales permanezcan en posiciones de privilegio. Abogamos por una educación fuera de los moldes hegemónicos, ya que los ofrecidos por la iglesia, la familia y la ciencia tradicional no tienen en cuenta la dinámica de estos cruces. Queremos contribuir a una formación del profesorado más plural, que piense en todas las instancias implicadas en el proceso de enseñanza-aprendizaje. Para ello, es necesario incluir el debate en la formación inicial del profesorado, así como en los planes de estudio de las carreras de grado para que estos profesionales de la educación estén mejor preparados para abordar los cruces entre género y sexualidad.
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