HISTORIA CULTURAL Y ETNOMATEMÁTICA EN PROCESOS EPISTEMOLÓGICOS FRONTERIZOS: UN ANÁLISIS EN EL CONTEXTO DE LA INVESTIGACIÓN INDÍGENA EN ESPÍRITO SANTO
DOI:
https://doi.org/10.26571/reamec.v13.19162Palabras clave:
Conocimiento indígena, Prácticas Educativas, Metodologías Indígenas, Fronteras culturales, Comunidades Indígenas CapixabasResumen
En este trabajo, el objetivo central es presentar discusiones y reflexiones sobre la confluencia entre historia cultural, etnomatemática y procesos trabajados en fronteras culturales, explorados por las autoras mediante acciones de investigación. Los aspectos aquí presentados, analizados en la articulación intrínseca de esta tríada temática, se abordan según dos orientaciones principales: la primera se refiere a las fronteras culturales y etnomatemáticas mediante métodos investigativos y elaboraciones teóricas; la segunda, al proceso epistemológico en procedimientos prácticos de investigación dentro de la realidad escolar de grupos culturales indígenas, al compartir formas de pensar las prácticas escolares, especialmente relacionadas con los saberes matemáticos. Las divergencias y acuerdos justifican la propuesta de dar continuidad a acciones conjuntas en comunión con la naturaleza y las prácticas escolares.
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