HISTORIA CULTURAL Y ETNOMATEMÁTICA EN PROCESOS EPISTEMOLÓGICOS FRONTERIZOS: UN ANÁLISIS EN EL CONTEXTO DE LA INVESTIGACIÓN INDÍGENA EN ESPÍRITO SANTO

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.26571/reamec.v13.19162


Palabras clave:

Conocimiento indígena, Prácticas Educativas, Metodologías Indígenas, Fronteras culturales, Comunidades Indígenas Capixabas

Resumen

En este trabajo, el objetivo central es presentar discusiones y reflexiones sobre la confluencia entre historia cultural, etnomatemática y procesos trabajados en fronteras culturales, explorados por las autoras mediante acciones de investigación. Los aspectos aquí presentados, analizados en la articulación intrínseca de esta tríada temática, se abordan según dos orientaciones principales: la primera se refiere a las fronteras culturales y etnomatemáticas mediante métodos investigativos y elaboraciones teóricas; la segunda, al proceso epistemológico en procedimientos prácticos de investigación dentro de la realidad escolar de grupos culturales indígenas, al compartir formas de pensar las prácticas escolares, especialmente relacionadas con los saberes matemáticos. Las divergencias y acuerdos justifican la propuesta de dar continuidad a acciones conjuntas en comunión con la naturaleza y las prácticas escolares.

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Biografía del autor/a

  • Géssica Gonçalves Martins, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Vitória, Espírito Santo, Brasil

    Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática (Educimat-Ifes), com pesquisa nas áreas de Pesquisas/Metodologias Indígenas e Etnomatemática. Graduada em Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) (2008) e mestre em Ensino na Educação Básica pela mesma instituição (2018). Servidora da Ufes, assistente em administração, na Secretaria Integrada de Pedagogia e Educação do Campo - CE. Colabora com a Ação Saberes Indígenas na Escola (Secadi/MEC/Ufes), integra o Grupo de Estudos e Pesquisas em Transdisciplinaridade, Educações, Culturas e Intersetorialidade (gepTECI/Ufes), o Grupo de Pesquisa em História da Matemática e Saberes Tradicionais (GHMat/Ifes) e compõe a equipe de coordenação do curso de Pedagogia Intercultural Indígena (PIIndi/CE/Ufes).

  • Ana Paula Azevedo Moura Careta, Secretaria Estadual da Educação (SEDU), Vitória, Espírito Santo, Brasil

    Doutora (2025) e Mestre (2019) em Educação em Ciências e Matemática pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Especialista em Gestão Financeira e Controladoria pela Faculdade Padrão de Goiás (2013). Licenciada em Matemática pela Universidade Federal de Goiás (2012), onde foi bolsista do Programa de Educação Tutorial (PETMAT) do Instituto de Matemática e Estatística (IME/UFG) e monitora da Licenciatura Intercultural Indígena (Núcleo Takinahaky). Professora da Educação Básica da rede Estadual do Espírito Santo (Sedu) desde 2018, atuando, a partir de 2024, como Técnica Pedagógica da Gerência de Educação Antirracista, do Campo, Indígena e Quilombola (Geaciq/Sedu). Pesquisadora sobre Saberes Indígenas, Educação Escolar Indígena, Metodologias de Pesquisas Indígenas, Educação das Relações Étnico-Raciais e Etnomatemática. É formadora da Ação Saberes Indígenas na Escola (Secadi/MEC/Ufes) e integrante dos grupos de pesquisa gepTECI (Grupo de Estudos e Pesquisas em Transdisciplinaridade, Educações, Culturas e Intersetorialidade - Ufes) e Gepemem (Grupo de Estudos e Pesquisas em Modelo dos Campos Semânticos e Educação Matemática - Ifes).

  • Ligia Arantes Sad, Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Vitória, Espírito Santo, Brasil

    Possui graduação em Matemática pela Universidade Federal do Espírito Santo (1976) e doutorado em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1998). Atualmente é professor titular do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo. Membro do Grupo de Pesquisa em História da Matemática e Saberes Tradicionais (GHMat) e do Grupo de Estudo e Pesquisa em Modelo dos Campos Semânticos e Educação Matemática (Gepemem). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: história da matemática, educação matemática, história da educação matemática e etnomatemática.

  • Adriana Vitoriano Barbosa, Escola EEIEFM Aldeia Caieiras Velha, Aracruz, Espírito Santo, Brasil

    Educadora indígena Tupinikim. Mestranda do Programa de Pós-Graduação Profissional em Educação (UFES,2025). Graduanda em Pedagogia Intercultural Indígena (UFES, 2024). Pós Graduada em Gestão e Educação Ambiental (UNIASSELVI, 2022). Pós Graduada em Metodologia de Ensino de Ciências Biológicas (UNIASSELVI, 2021). Licenciada em Ciências Biológicas (UNIP, 2020) e em Licenciatura Intercultural Indígena (UFES, 2022). Professora de Ciências nos anos finais do ensino Fundamental das escolas EMEFI Caeiras Velha. Professora de Biologia e Conhecimentos Tradicionais no ensino médio da escola EEIEFM Aldeia Caieiras Velha, Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas em Transdisciplinaridade, Educações, Culturas e Intersetorialidade (gepTECI - Ufes). Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Territórios de Aprendizagens Autopoiéticas (CNPq) e do projeto de ensino e extensão Narradores da Maré, vinculado ao Centro de Educação Ambiental NIPEEA da UFES. Pesquisadora Indígena com interesse Saberes Tradicionais e Cultura do Povo Tupinikim. Moradora da Aldeia Indígena Tupinikim Caieiras Velha, município de Aracruz - ES. Membro do grupo Kunhã Guarinî Tupinakyîa (Mulheres Guerreiras Tupinikim). Escritora de poesias e músicas de congo. Artesã inspirada nos saberes do meu pai e dedicada a família. 

Referencias

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Publicado

2025-12-29

Cómo citar

MARTINS, Géssica Gonçalves; CARETA, Ana Paula Azevedo Moura; SAD, Ligia Arantes; BARBOSA, Adriana Vitoriano. HISTORIA CULTURAL Y ETNOMATEMÁTICA EN PROCESOS EPISTEMOLÓGICOS FRONTERIZOS: UN ANÁLISIS EN EL CONTEXTO DE LA INVESTIGACIÓN INDÍGENA EN ESPÍRITO SANTO. REAMEC - Red Amazónica de Educación en Ciencias y Matemáticas, Cuiabá, v. 13, p. e25084, 2025. DOI: 10.26571/reamec.v13.19162. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/19162. Acesso em: 30 sep. 2026.

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