A MIXED DIDACTIC MODEL TO THE ARGUMENTATION ON TEACHING SCIENCES AND BIOLOGY: ABOVE THE TRENDS

Authors

DOI:

https://doi.org/10.26571/reamec.v8i3.10800


Keywords:

Argumentation, Sciences and Biology Teaching, Mixed Teaching Model, Toulmin, Bonini

Abstract

 

This article refers to the results of a research about the argumentation in Teaching Sciences and Biology. Its singularity is in the building of the Mixed Teaching Model (MTM), setting as target to identify if the MTM created enables the students of nineth class of Fundamental School and the third class of High School to build quality argumentation and verify what is the place and the relation between the narrative and the argumentation. As regard to the methodology, the research is a kind of intervention thru didactic sequences, besides getting initial diagnosis of the conception and the argumentative skill by the application of a questionnaire and get new conceptions thru the performance of a focal group after the MTM intervention. As to the obtained results, they were relevant as to the quality of the arguments as well the argumentations, because there was an enhance in quality as the MTM was developed in its phases and, when analyzed the constructions of the students, it was noticed an enhance in the quality of the structure and arguments content and the argumentations once the quality level (AQL) in the nineth class of Fundamental School went from level 1 to level 5, with the intervention of the MTM. In third class of High School, the AQL went from level 2 to level 5. From the MTM, it was also possible to place and identify what is the relation between explanation and narrative with argumentation.  

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Agnaldo Ronie Pezarini, Secretaria do Estado da Educação

    Doutor em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Cruzeiro do Sul - UNICSUL - (Conceito CAPES 6). Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Possui Pós-graduação Lato sensu em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo (USP) e Pós-graduação Lato sensu em Ética, Valores e Cidadania na Escola pela Universidade de São Paulo (USP); Possui Especialização em Atendimento a portadores de deficiência visual pela UFSCar; Graduação em Licenciatura Plena e Bacharelado em Ciências
Biológicas Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2001). Atualmente é Professor Efetivo - PEB II -Secretaria de Estado da Educação de São Paulo e Parecerista das revistas científicas REnCiMa, Dynamis e PEA. Tutor no Curso de Especialização em Ensino de Ciências Anos Finais do Ensino Fundamental, Ciência é 10! Pela UAB / Universidade Federal do ABC - UFABC. 

  • Maria Delourdes Maciel, Universidade Cruzeiro do Sul

    Maria Delourdes Maciel Graduação em História Natural/Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1976); Mestrado em Educação (Supervisão e Currículo) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1995); Doutorado em Educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001); Pós-doutorado em Educação: formação de professores pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). Professora Titular I - Quadro Permanente da Universidade Cruzeiro do Sul, onde atua como docente e pesquisadora na graduação e pós-graduação. Experiência profissional na área de Educação, com ênfase em Ensino de Ciências e Biologia, com os seguintes temas: Currículo, Ensino e Formação de Professores; Ensino de Ciências e Biologia; Didática e Metodologia de Ensino; Recursos Didáticos; Natureza da Ciência e da Tecnologia (NdC&T)/Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) no Currículo, no Ensino e na Formação de Professores. É representante brasileira na Diretoria da AIA-CTS (Associação Ibero-Americana Ciência-Tecnologia-Sociedade na Educação em Ciência); Coordenadora do NIEPCTS (Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em CTS); Avaliadora ad hoc das Revistas IENCI (Investigações em Ensino de Ciências), Informática na Educação: teoria & prática; Ciência & Educação; Avaliadora ad hoc SINAES/MEC; Membro do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e do Comitê de Ética em Uso de Animais (CEUA) da Universidade Cruzeiro do Sul; Coordenadora do NAPED-CBS da Universidade Cruzeiro do Sul.

References

JÍMENEZ-ALEIXANDRE, M. P. Argumentación y uso de las pruebas: Construcción, evaluación y comunicación de explicaciones en Biología y Geología. In: Didáctica de la biologia y la geologia (p. 129-150). Secretaría General Técnica. 2011. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=3659233. Acesso em 20 jul. 2020.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2006, 225p.

BONINI, A. A noção de sequência textual na análise pragmático-textual de Jean-Michel Adam. Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola Editorial, 2007, p. 208-236.

DRIVER, R.; NEWTON, P.; OSBORNE, J. Establishing the norms of scientific argumentation in classrooms. Science education, 84 (3), 2000, p. 287-312. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/(SICI)1098-37X(200005)84:3%3C287::AID-SCE1%3E3.0.CO;2-A. Acesso em 20 jul. 2020. DOI: https://doi.org/10.1002/(SICI)1098-237X(200005)84:3<287::AID-SCE1>3.0.CO;2-A.

FERRAZ, A. T.; SASSERON, L. H. Propósitos Epistêmicos para a Promoção da Argumentação em Aulas Investigativas. Investigações em ensino de ciências, 22 (1). 2017. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/b622/c0380dda3856b314fc70349b1232ad35fa11.pdf. Acesso em 21 jul. 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.22600/1518-8795.ienci2017v22n1p4.2.

FLICK, U. Introdução à metodologia de pesquisa. Porto Alegre: Penso, 2009.

JIMÉNEZ-ALEIXANDRE, M. P.; BROCOS, P. Desafíos metodológicos en la investigación de la argumentación en la enseñanza de las ciencias. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (Belo Horizonte, MG), 17 (spe), 2015, p. 139-159. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/epec/v17nspe/1983-2117-epec-17-0s-00139.pdf. Acesso em 20 jun. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-2117201517s08.

KUHN, D. Ciência como argumento: implicações para o ensino e aprendizagem do pensamento científico. Science Education, 1993, v. 77 (3), 319-337. Disponível em: https://psycnet.apa.org/record/1993-43207-001 . Acesso em 19 set. 2020. Doi: https://DOI.org/10.1002/sce.3730770306

MOTOKANE, T. M.; GUELERO, M. Análise da argumentação presente em textos escritos de genética. Enseñanza de las ciencias: Revista de Investigación y Experiencias Didácticas, [em línea], 2009, n.º Extra, p. 547-50. Disponível em: https://www.raco.cat/index.php/Ensenanza/article/view/293593. Acesso em 18 Jun. 2020.

MOTOKANE, M. T. Secuencias Didácticas Investigativas y Argumentación en la Enseñanza de la Ecología. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (Belo Horizonte, MG), 17 (spe), 2015, p. 115-138.

MOTTA, M. B.; LIRA, M. R. A tessitura do discurso argumentativo numa sala de aula de ciências. Enseñanza de las ciencias: Revista de Investigación y Experiencias Didácticas, (Extra), 2013, p. 276-279. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1983-21172015000400115&script=sci_abstract&tlng=es. Acesso em 18 jun. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-2117201517s07.

NASCIMENTO, S. S.; VIEIRA, R. D. Contribuições e limites do padrão de Argumento de Toulmin aplicado em situações argumentativas de sala de aula de ciências. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, 8 (2). 2011. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/rbpec/article/view/4018/2582. Acesso em 17 jun. 2020.

PENHA, S. P. D. Atividades Sociocientíficas em sala de aula de Física: As argumentações dos estudantes (Tese Doutorado), Universidade de São Paulo, 2012.

PENHA, S. P.; CARVALHO, A. M. P. Proposição de uma Ferramenta Analítica para avaliar a Qualidade da Argumentação em Questões Sociocientíficas. Anais. ENPEC, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, 2015.

PERELMAN, C.; OLBRECHTS-TYTECA, L.; COELHO, F. O. Tratado da argumentação: A nova retórica. São Paulo: Martins Fontes. 2005.

PEZARINI, A. R.; MACIEL, M. D. As dimensões da argumentação no ensino de ciências em pesquisas de 2007 a 2017: Um olhar para a caracterização e para as ferramentas metodológicas para estudar esta temática. Amazônia: Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, 14 (32), 2018, p. 61-77. Disponível em: https://periodicos.ufpa.br/index.php/revistaamazonia/article/view/6177/5267. Acesso em 15 jun. 2020.

SOUZA, T. T. de; HENCKES, S. B. R.; GEWEHR, D.; SCARTEZZINI, B.; STROHSCHOEN, A. A. G. Letramento científico na docência de professores de biologia: concepção e prática. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, [S.l.], v. 6, n. 2, p. 310-323, 2018.DOI: 10.26571/REAMEC.a2018.v6.n2.p310-323.i6560. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/6560. Acesso em: 21 set. 2020.

TOULMIN, S. E. Os usos do argumento. 2ª edição. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

VENVILLE, G. J.; DAWSON, V. M. The impact of a classroom intervention on grade 10 students' argumentation skills, informal reasoning, and conceptual understanding of science. Journal of Research in Science Teaching, 47 (8), 2010, p. 952-977. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/tea.20358. Acesso em 18 jun. 2020. DOI: https://doi.org/10.1002/tea.20358.

VIEIRA, R. D.; NASCIMENTO, S. D. Avaliações de argumentação de licenciandos em Física sobre um episódio de estágio curricular: Em que critérios eles se baseiam. Anais EPEF, XI, 2008, p. 01-12.

VIEIRA, R. D.; NASCIMENTO, S. S.; MELO, V. F.; DA ROCHA BERNARDO, J. R. Argumentação e orientações discursivas na educação em ciências. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, 17 (3), 2015, p. 707-725. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/epec/v17n3/1983-2117-epec-17-03-00707.pdf. Acesso em 16 jun. 2020. Doi: https://doi.org/10.1590/1983-21172015170308

ZABALA, A. A prática educativa: Como ensinar. Porto Alegre: Penso Editora, 2015.

Published

2020-09-23

How to Cite

PEZARINI, Agnaldo Ronie; MACIEL, Maria Delourdes. A MIXED DIDACTIC MODEL TO THE ARGUMENTATION ON TEACHING SCIENCES AND BIOLOGY: ABOVE THE TRENDS . REAMEC Journal - Amazonian Network of Mathematical Education, Cuiabá, v. 8, n. 3, p. 342–361, 2020. DOI: 10.26571/reamec.v8i3.10800. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/10800. Acesso em: 3 jul. 2026.

Share