GAMIFICATION IN YOUTH AND ADULT EDUCATION (YAE): TEACHING CHEMISTRY THROUGH DIDACTIC SEQUENCE ON NECRO SLURRY
DOI:
https://doi.org/10.26571/reamec.v12.16844Keywords:
Didactic Sequence, Necro Slurry, Chemistry, Teaching, GamificationAbstract
Students attending Youth and Adult Education (YAE) face obstacles when returning to the classroom, whether due to the difficulty of reconciling work hours with school commitments or the challenge of assimilating new concepts after a long period away from the school environment. In the face of these adversities, it is essential to rethink and adapt educational practices to make them attractive and challenging. In this context, the incorporation of gamification elements into didactic sequences was chosen to stimulate students' interest, especially in chemistry content, and to assess their influence on students' preferences and, consequently, contribute to improving learning. Thus, this research was conducted in a public school in the mesometropolitan region of Porto Alegre, in the state of Rio Grande do Sul, during four meetings, between May and June 2022. A didactic sequence focused on the theme of necrochorume was introduced, addressed through a gamified activity based on the problem-based learning methodology. Spontaneous comments from participants, collected during the sessions, reflected a positive change in perception and engagement with the content. Such findings underline the importance of revisiting and innovating didactic methodologies in YAE, demonstrating that well-structured activities, when correctly aligned with pedagogical objectives, can be a powerful strategy to overcome the challenges faced in teaching chemistry.
Downloads
References
ALENCAR, W. R. C. de.; FONSECA, D. S. Desafios no ensino- aprendizagem na educação de Jovens e Adultos – EJA em Araguaína- REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, Brasil, v. 9, n. 2, p. e21062, 2021. https://doi.org/10.26571/reamec.v9i2.12856
BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias ativas para uma educação inovadora uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
BARROWS, H. S. Problem-based learning in medicine and beyond: a brief overview. In: WILKERSON, L.; GIJSELAERS, W. H. (Eds.). Bringing problem-based learning to higher education: theory and practice. San Francisco: Jossey-Bass, 1996. p. 3-12.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília. 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 28 abr. 2021.
BRASIL. Resolução CONAMA nº 335, de 3 de abril de 2003. Publicada no DOU no 101, de 28 de maio de 2003, Seção 1, páginas 98-99
BUSARELLO, R. I. Gamification: princípios e estratégias. São Paulo: Pimenta Cultural, 2016. 126p.
FILATRO, A.; CAVALCANTI, C. C. Metodologias Inov-Ativas - 2a edição.2023. [s.l.] Saraiva Educação S.A., 2022.
FONSECA, M. C. F. R. Educação Matemática de Jovens e Adultos: especificidades, desafios e contribuições. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
FRANCO, D. L. A importância da sequência didática como metodologia no ensino da disciplina de Física moderna no Ensino Médio. Revista Triângulo, Uberaba - MG, v. 11, n. 1, p. 151–162, 2018. https://doi.org/10.18554/rt. v0i0.2664
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 2008.
ILLERIS, Knud (Org.). Teorias Contemporâneas da Aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2013.
KISHIMOTO, T. M. (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 2017.
LONGO, V. C. C. Vamos jogar? Jogos como recursos didáticos no ensino de Ciências e Biologia. Textos FCC, São Paulo, v. 35, p. 130–159, 2012. Disponível em: https://publicacoes.fcc.org.br/textosfcc/article/view/5561. Acesso em: 13 abr. 2023.
MATTAR, J. Aprendizagem em ambientes virtuais: teorias, conectivismo e MOOCs. TECCOGS: Revista Digital de Tecnologias Cognitivas, n. 07, 2013. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/teccogs/article/view/52846/34673. Acesso em: 13 abr. 2023.
OSTERMANN, F.; CAVALCANTI, C. J. H. Teorias de aprendizagem. - Porto Alegre: Evangraf; UFRGS, 2011. Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/253767/001157637.pdf?sequence=1. Acesso em: 13 abr. 2023.
PACHECO, A. Os cemitérios e o meio ambiente. [tema de livre docência]. São Paulo: Instituto de Geociências da USP, 2000.
PIAGET, J. Aprendizagem e conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1979.
PNAD Educação 2019: Mais da metade das pessoas de 25 anos ou mais não completaram o ensino médio. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/28285-pnad-educacao-2019-mais-da-metade-das-pessoas-de-25-anos-ou-mais-nao-completaram-o-ensino-medio. Acesso em: 13 abr. 2023.
SILVA, A. de F. O jogo didático como instrumento para Educação Ambiental nas séries finais do Ensino Fundamental: proposta para trabalhar os temas Diversidade da Vida nos Ambientes e Diversidade dos Materiais. Revista Brasileira de Educação Ambiental (Rev.BEA), [S. l.], v. 11, n. 5, p. 167–183, 2016. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/view/2330. Acesso em: 13 mar. 2024.
SOARES, S. T.; LIMA, S. S.; CARBO, L. CONHECIMENTO ESPECIALIZADO DE PROFESSORES DE QUÍMICA: MODELO TEÓRICO. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, Brasil, v. 8, n. 2, p. 648–666, 2020. DOI: 10.26571/reamec.v8i2.10255. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/10255. Acesso em: 7 jan. 2024.
VIGNOCHI, C. et al. Considerações sobre aprendizagem baseada em problemas na educação em Saúde. Rev.HCPA, v. 29, n. 1, p. 45–50, 2009.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Trad. Ernani F. da Rosa – Porto Alegre: ArtMed, 1998.
ZANATTA, J. A.; COSTA, M. L. Algumas reflexões sobre a pesquisa qualitativa nas ciências sociais. Estudos e Pesquisas em Psicologia, [S. l.], v. 12, n. 2, p. 344–359, 2012. Disponível em: http://www.revispsi.uerj.br/v12n2/artigos/pdf/v12n2a02.pdf. Acesso em: 16 mar. 2024.
Downloads
Published
Issue
Section
How to Cite
Share
License
Copyright (c) 2024 Carlos Alberto Pauleti Lopes, Arlete Beatriz Becker-Ritt, Letícia Lopes Azambuja

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Política de Direitos autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos publicados na Revista REAMEC, atendendo às exigências da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências, enquanto a revista utiliza um modelo de licenciamento que favorece a disseminação do trabalho, particularmente adotando a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0).
Os direitos autorais são mantidos pelos autores, os quais concedem à Revista REAMEC os direitos exclusivos de primeira publicação. Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos neste periódico. Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicado neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional, em website pessoal, publicar uma tradução, ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico. Os editores da Revista têm o direito de realizar ajustes textuais e de adequação às normas da publicação.
Política de Acesso Aberto/Livre
Os manuscritos publicados na Revista REAMEC são acessíveis gratuitamente sob o modelo de Acesso Aberto, sem cobrança de taxas de submissão ou processamento de artigos dos autores (Article Processing Charges – APCs). A Revista utiliza Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0) para assegurar ampla disseminação e reutilização do conteúdo.
Política de licenciamento - licença de uso
A Revista REAMEC utiliza a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0). Esta licença permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Além disso, permite adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação inicial neste periódico.










































































