EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: CAMINHOS PARA DESENVOLVER A CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NOS ALUNOS

Autores

DOI:

10.26571/reamec.v8i2.9913

Palavras-chave:

Educação Básica. Projetos Ambientais. Conscientização Ambiental.

Resumo

A educação ambiental é uma das principais ferramentas para o desenvolvimento de melhores relações com a natureza, sendo a escola um importante meio de difusão. O presente artigo trata-se de uma pesquisa qualitativa, por meio de um estudo de caso na E.M.E.F “Duque de Caxias” na cidade de São Paulo, em que foram utilizados os instrumentos: entrevista e observação in loco para a coleta de dados. Os dados foram analisados à luz do método qualitativo com a finalidade de atender o objetivo da pesquisa que foi de identificar as ações e/ou projetos de educação ambiental desenvolvidos na escola “Duque de Caxias” e seu impacto no processo de conscientização ambiental dos alunos de uma turma do 8° ano do ensino fundamental. Os resultados mostraram que sim, a escola por meio de seus projetos e ações favorece o processo de conscientização de grande parte dos alunos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

##plugins.generic.paperbuzz.metrics##

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Francisco Daniel Mota Lima, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará

Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade (2015), na linha de pesquisa, Ciência e Tecnologia Ambiental, na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP) com trabalho desenvolvido na área de Poluição Atmosférica, com ênfase na emissão de Material Particulado e suas correlações: queima de biomassa, poluição indoor, caracterização físico química e fatores de emissão. Bacharel em Gestão Ambiental, também pela (EACH/USP),(2012), Licenciado em Biologia (2013) e Pedagogia (2016) pelo Centro Universitário Claretiano e especialista em Educação (2014), com trabalhos desenvolvidos na área de Meio Ambiente e Educação. Atualmente cumpre créditos do Doutorado no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG/USP). Professor efetivo do Instituto Federal do Pará (IFPA) e Coordenador do curso Superior Tecnologia em Gestão Ambiental, ministrando as disciplinas: Climatologia, Gestão e Tratamento de Emissões Atmosféricas, Fundamentos da Gestão Ambiental e Avaliação de Impactos Ambientais e no Curso Superior Tecnologia em Agroecologia na disciplina Gestão Tecnológica em Empreendimentos Solidários. É professor e orientador no Programa de Pós Graduação, Lato Sensu, Ciências e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (PPGCADS) na linha de pesquisa Arranjos Produtivos Locais (APL) do IFPA Campus Bragança. Suas principais áreas de atuação e interesse são: Poluição Ambiental, Poluição Atmosférica, Gestão Ambiental e Educação.

Rafael Pires Pinheiro, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará

Possui Graduação em Licenciatura em Matemática pela UEPA (Universidade do Estado do Pará), Especialização em Educação Matemática e Física pela FCA (Faculdade Católica de Anápolis), Especialização em Matemática Financeira e Estatística pela UCAM (Universidade Cândido Mendes), Especialização em Gestão Educacional e Práticas Pedagógicas pela UCAM (Universidade Cândido Mendes), Especialização em Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva pelo IFTM (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro). É MESTRE em Ensino de Ciências Exatas pela UNIVATES (Universidade do Vale do Taquari) e Doutorando em Ensino de Ciências Exatas pela UNIVATES. Possui experiência como professor de Matemática na Educação Básica, Técnica e Superior. Atualmente é Professor efetivo do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - IFPA, Campus de Parauapebas.

Daniele Socorro Ribeiro da Silva, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará

Graduada em Ciências Naturais - Habilitação em FÍSICA pela UEPA (Universidade do Estado do Pará, em Letras - Habilitação em Língua Inglesa pela UFPA (Universidade Federal do Pará), em Pedagogia pela FLATED (Faculdade Latino Americana de Educação ). É Especialista em FÍSICA pela FRS (Faculdade Rio Sono), no ENSINO DE LÍNGUA INGLESA pela UCAM (Universidade Cândido Mendes) e MESTRANDA em ENSINO DE FÍSICA pela UNIFESSPA (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará). Atualmente é professora EBTT de FÍSICA do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - IFPA Campus Bragança.

Referências

BIZERRIL, M. X. A.; FARIA, D. S. Percepção de professores sobre a educação ambiental no ensino fundamental. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 82, n. 200/201/202, p. 57-69, jan./dez. 2001.

BRASIL. (Constituição). Constituição da República Federativa do Brasil. 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm Acessado em: 19/07/2014.

BRASIL. MEC. Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação ambiental na escola. Brasília, 2007. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/publicacao2.pdf. Acessado em: 06/07/2014.

_______MEC. Parâme¬tros Curriculares Nacionais: meio ambiente, saúde. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental, 1997. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/meioambiente. Acessado em: 07/07/2014.

_______LDB, Lei 9.396, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acessado em: 14 /6/2014.

_______PNEA, Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diá¬rio Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, n. 79, 28 abr. 1999. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm. Acessado em: 07/07/2014.

BOFF. Leonardo. Sustentabilidade, o que é- o que não é. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.

BURSZTYN, A.M.; BURSZTYN, M. Fundamentos de política e gestão ambiental: caminhos para a sustentabilidade. Rio de Janeiro: Garamond, 2013.

EMEF Duque de Caxias. Projeto político-pedagógico - PPP. São Paulo -SP, 2014.

FIALHO, J. T.; NEUBAUER FILHO, A. O estudo de caso dirigido como metodologia de pesquisa para a educação à distância (EAD). Artigo, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2008. Disponível em: http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2008/anais/pdf/644_503.pdf. Acessado em: 15/9/2014.

JACOBI. Pedro. Políticas sociais e ampliação da cidadania Rio de Janeiro: FGV Editora, 2000.

LUCKESI. Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.

OLIVEIRA, Cecília Santos de; FERREIRA, Márcia Serra. Educação Ambiental na escola: Investigando os objetivos dos professores das disciplinas escolares Ciências e Biologia, mímeo, 2009.

PREFEITURA DE SÃO PAULO (SP). Programa e projetos. Disponível em: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/programas_e_proetos/index.php?p=7833. Acessado em: 20/07/2014.

PRODANOV, C.C.; FREITAS, C.E. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo, RS: Feevale, 2013.

VIEIRA. José Guilherme Silva. Metodologia de pesquisa científica na prática. Curitiba: FAEL, 2011.

ZAKRZEVSKI, S. B.; SATO, M. Historiando a dimensão ambiental nos programas escolares gaúchos. Pesquisa em Educação Ambiental. UFSCar. USP. UNESP. 2. ed. Vol. 2, 2007.

Downloads

Publicado

2020-08-30

Como Citar

LIMA, F. D. M.; PINHEIRO, R. P.; SILVA, D. S. R. da. EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: CAMINHOS PARA DESENVOLVER A CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NOS ALUNOS. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, Cuiabá, Brasil, v. 8, n. 2, p. 739–754, 2020. DOI: 10.26571/reamec.v8i2.9913. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/9913. Acesso em: 13 abr. 2024.