DESCUBRIENDO LOS SECRETOS DEL JENIPAPO: UN VIAJE DE RECONOCIMIENTO A LAS EXPERIENCIAS DE LOS ESTUDIANTES EN LA ESCUELA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.26571/reamec.v14.19558


Palabras clave:

Decolonialidad. , Conocimiento Científico Escolar. , Contexto Amazónico. , Currículo Escolar. , ATE (Análisis Textual Discursivo).

Resumen

Este estudio de naturaleza cualitativa y carácter exploratorio investiga la percepción de los estudiantes sobre el uso del jenipapo y su correlación con conceptos químicos, con el objetivo de mejorar las prácticas pedagógicas. La investigación busca evidenciar el papel de la escuela en este proceso de aprendizaje y, primordialmente, promover un acercamiento a la decolonialidad en el contexto amazónico, tensionando los currículos tradicionales que frecuentemente reproducen perspectivas eurocéntricas. Metodológicamente, la investigación consistió en un estudio de caso realizado con 45 alumnos del tercer año de Educación Secundaria en una escuela pública de Codajás (AM). La información recolectada fue sometida al Análisis Textual Discursivo (ATD), según lo propuesto por Moraes y Galiazzi. Los resultados revelan una brecha entre el saber cotidiano y la ciencia escolar: aunque el fruto está presente en la vivencia de los participantes, permanece invisibilizado en el currículo de Química. El análisis de las narrativas permitió identificar unidades de significado que articulan las aplicaciones del jenipapo en la salud y la economía con las dimensiones de identidad y territorio. Se concluye que la integración de estos saberes tradicionales no solo contextualiza la enseñanza, sino que expone las limitaciones epistemológicas de la educación científica convencional, señalando la urgencia de un currículo decolonial que valore la diversidad y las cosmologías amazónicas.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Elzilene Aquino de Araújo, Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT)

    Possui graduação em Licenciatura em Ciências: Biologia e Química pela Universidade Federal do Amazonas (2018). Atualmente é professor efetiva da Secretária de Educação e Desporto (SEDUC-AM) (2018) exerceu essa função na Escola Estadual Indígena Luiz Gonzaga de Souza Filho (2020) e posteriormente na escola CETI José de Araújo Rodrigues (2022) na qual se encontra trabalhando. Tem experiência na área de Química, com ênfase em Química, atuando principalmente nos seguintes temas: fruto amazônicos; ccd/dpph; extratos vegetais, ensino de química; lúdico; materiais alternativos, transversalidade, ensino de química, experimentação e ensino de química. Neste momento, se encontra formanda no curso de Pós-graduação strito senso do Programa de Ensino de Ciências e Matemática da Universidade federal do Norte de Tocantins (UFNT) polo Araguaína (2021), pelo qual se tornou mestre no ano de 2023.

  • Alessandro Tomaz Barbosa, Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT)

    Alessandro Tomaz Barbosa é professor da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), ministrando disciplinas para os cursos de Licenciatura em Biologia, Física e Química. Membro permanente do quadro docente do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática PPGecim-UFT. Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Mestre e Doutor em Educação Científica e Tecnológica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Realizou doutorado sanduíche na Universidade Nacional Timor-Lorosa'e, Timor-Leste (UNTL). Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas Decolonialidades e Educação Científica (GPDEC), cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq. Foi representante da região norte pela Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (ABRAPEC) entre os anos 2020-2021. 

Referencias

ALVES-MAZZOTTI, A. J. Usos e abusos dos estudos de caso. Cadernos de pesquisa, v. 36, n. 129, p. 637-651, 2006.

BAHIA, P. Q., BELO, R. DE L. S., FERREIRA, L. R., & DE SOUZA, R. R. C. A técnica do estudo de caso como estratégia metodológica aplicado na pesquisa científica. Revista Contemporânea, 3(6), 5955–5984, 2023. https://doi.org/10.56083/RCV3N6-066. Acesso em: 16 de agosto de 2023.

BARBOSA, Alessandro Tomaz. (De) colonialidade no currículo de biologia do Ensino secundário geral em timor–leste. 2018. 370f. Tese (Educação Científica e Tecnológica, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas) – Universidade Federal de Santa Catarina, Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas, Florianópolis- SC. 2018 Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/206. Acesso em: 23 de julho de 2021.

BARBOSA, A. T; PAULINO, V. O pensamento decolonial antropofágico na educação em ciências. Perspectiva, v. 39, n. 2, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/66432. Acesso em: 01 de fev. 2023.

BATISTA, D. Amazônia: cultura e sociedade. 3. ed. Manaus: Valer Editora, 2006.

BRASIL. Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96. Brasília. MEC,1996.

CARVALHO, Fernanda da Rocha; WATANABE, Giselle. A construção do conhecimento científico escolar: hipóteses de transição identificadas a partir das ideias dos (as) alunos (as). Educação em Revista, v. 35, p. e180873, 2019.

CHASSOT, A. Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social. III Cumbre Iberoamericana de Rectores de Universidades Públicas. Revista Brasileira de Educação nº 21, set./dez. 2002, seção Documentos, p. 157-158. 2003.

COSTA, H. H. C.; LOPES, A. C. A contextualização do conhecimento no ensino médio: tentativas de controle do outro. Educação & Sociedade, v. 39, p. 301-320, 2018.

COSTA, José António. O papel da escola na sociedade actual: implicações no ensino das ciências. Millenium, 1999.

DAYRELL, J. A escola como espaço sociocultural. Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: UFMG, v. 194, p. 136-162, 1996.

DOMINGUINI, L. A transposição didática como intermediadora entre o conhecimento científico e o conhecimento escolar. Revista Eletrônica de Ciências da Educação, v. 7, n. 2, 2008.

HAMACEK, F. R., MOREIRA, A. V. B., MARTINO, H. S. D., RIBEIRO, S. M. R., & Pinheiro-Sant’Ana, H. M. Valor nutricional, caracterização física e físico-química de jenipapo (Genipa americana L.) do cerrado de Minas Gerais. 2013.

KATO, D. S.; KAWASAKI, C. S. As concepções de contextualização do ensino em documentos curriculares oficiais e de professores de ciências. Ciência & Educação, v.17, n. 1, p. 35-50, 2011.

LOPES, A. C. Currículo e epistemologia. Ijuí: Unijuí, 2007.

LOPES, A. C.; MACEDO, E. Teoria de Currículo. São Paulo: Cortez, 2011.

LOPES, A. R. C. Conhecimento escolar em química: processo de mediação didática da ciência. Química nova, v. 20, p. 563-568, 1997.

LOPES, A. Reflexões sobre currículo: as relações entre senso comum, saber popular e saber escolar. Em Aberto, v. 12, n. 58, 1993. Disponível em: https://rbep.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/download/2197/1936. Acesso em: 11 de outubro de 2022.

MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. Análise textual discursiva. 3. ed. Revisada e Ampliada. Ijuí: Editora Unijuí, 2016.

NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa – características, usos e possibilidades. Caderno de Pesquisa em Administração, São Paulo, v. 1, no. 3, 1996.

PACHECO, Paula et al. Composição centesimal, compostos bioativos e parâmetros físico-químicos do jenipapo (Genipa americana L.) in natura. Demetra: alimentação, nutrição & saúde, v. 9, n. 4, p. 1041-1054, 2014.

PAIVA, J. R. Múltiplas representações na construção do conhecimento científico escolar. 2015. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo.

PICOLI, F. O capital e a devastação da Amazônia. São Paulo: Expressão Popular, 2006.

PINTO, W. S. et al. Caracterização física, físico-química e química de frutos de genótipos de cajazeiros. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v. 38, n. 9.p. 1059-1066,2013.

Ponte, J. P. (1997). O ensino da Matemática na sociedade da informação. Educação e Matemática, 45, 1-2.

PONTES FILHO, R. Estudos de História do Amazonas. Manaus: Valer, 2010.

PORTO-GONCALVES, C. W. Amazônia enquanto acumulação desigual de tempos: Uma contribuição para a ecologia política da região. Revista Crítica de Ciências Sociais, Coimbra, n. 107, p. 219-235, set., 2015. Disponível em: <http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S218274352015000200005&lng=pt&nrm=i&tln g=pt>. Acesso em: 15 jan. 2022.

RENHE, Isis Rodrigues Toledo et al. Obtenção de corante natural azul extraído de frutos de jenipapo. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v. 44, p. 649-652, 2009.

SILVA, A.R.P.; MASCARENHAS, S.A.N. Implicações do pensamento decolonial para a educação amazônica. Revista Multidebates, v.2, n.2. Palmas-TO, setembro de 2018.

SILVA, AP da; LIMA, CLC de; VIEITES, Rogério Lopes. Caracterização química e física do jenipapo (Genipa americana L.) armazenado. Scientia Agricola, v. 55, n. 1, p. 29-34, 1998.

SILVA, L. A. et al. Cinética de secagem e difusividade efetiva em folhas de jenipapo (Genipa americana L.). Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 17, n. 4 suppl 2, p. 953-963, 2015.

DICKSON, Livia Valquiria Raposo. Jenipapo (Genipa americana L.): uma revisão narrativa. Ciência e tecnologia de alimentos: pesquisa e práticas contemporâneas-volume 2, v. 2, p. 537-553, 2021.

SOUZA, C. A.; BASTOS, F. P.; ANGOTTI, J. A. P. Cultura científico-tecnológica na educação básica. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (Belo Horizonte), v. 9, p. 76-88, 2007.

YIN, R. K. Estudo de Caso: planejamento e métodos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015. 290 p. Cristhian Matheus Herrera.

ZANOTELLI, J. J. Educação e descolonialidades dos saberes, das práticas e dos poderes. Revista Educação Pública, Cuiabá, v. 23, n. 53, maio/ago., 2014, p. 491-500. Disponível em:<http://periodicoscienticos.ufmt.br/ojs/index.php/educacaopublica/article/viewFile/1749/131>. Acesso em: 17 de nov. de 2021.

Publicado

2026-01-20

Cómo citar

AQUINO DE ARAÚJO, Elzilene; BARBOSA, Alessandro Tomaz. DESCUBRIENDO LOS SECRETOS DEL JENIPAPO: UN VIAJE DE RECONOCIMIENTO A LAS EXPERIENCIAS DE LOS ESTUDIANTES EN LA ESCUELA. REAMEC - Red Amazónica de Educación en Ciencias y Matemáticas, Cuiabá, v. 14, p. e26002, 2026. DOI: 10.26571/reamec.v14.19558. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/reamec/article/view/19558. Acesso em: 9 aug. 2026.

Share