CONFLUENCIA ENTRE LA FORMACIÓN CONTINUA DEL PROFESORADO DE CIENCIAS Y LA TRANSDISCIPLINARIDAD
DOI:
https://doi.org/10.26571/reamec.v12.17313Palabras clave:
Transdisciplinariedad, Formación Docente, Pensamiento complejoResumen
Entre las constantes reformas del pensamiento en la búsqueda del desarrollo del conocimiento han provocado que la humanidad aísle algunos elementos que los constituyen, destacamos la separación entre el investigador y su objeto de estudio. Este movimiento de ruptura epistemológica contribuyó a la apreciación disciplinar, que, por un lado, trajo varios avances científicos y, por el otro, alejó los temas estudiados en las universidades de aquellos presentes en la vida de estudiantes y educadores, principalmente en los componentes curriculares de la educación. Ciencias Naturales. La búsqueda de reconectar conocimientos y saberes trajo algunas perspectivas docentes como la transdisciplinariedad. La formación inicial y continua de los educadores por sí sola no concibe este cambio paradigmático, por lo que las acciones desarrolladas en las instituciones educativas muchas veces refuerzan aún más el paradigma de la simplificación. El presente estudio tuvo como objetivo comprender los trabajos de producción científica que relacionan la transdisciplinariedad y la formación docente y que fueron publicados durante el período de la pandemia provocada por el Covid-19. Este trabajo tiene un enfoque cualitativo, del tipo revisión bibliográfica, siendo analizado el corpus a la luz de elementos del Análisis Dialéctico Hermenéutico Interactivo (AHDI) conformado por 13 artículos que cumplieron con los criterios de inclusión definidos en la investigación. En relación a las razones encontradas que justifican la confluencia, se encuentra la educación para la complejidad y el proceso de humanización de docentes y estudiantes, destacándose la creatividad y la problematización como caminos para que este abordaje se produzca.
Descargas
Referencias
ALMEIDA FILHO, Naomar de. Transdisciplinaridade e o paradigma pós-disciplinar na saúde. Saúde e Sociedade, v. 14, p. 30-50, 2005.
AMARAL, Mirian Maia; SANTOS, Rosemary; SILVA, Alexsandra Barbosa. Formação de sujeitos autores-cidadãos na cibercultura: um modo de resistir para re(existir). Acta Scientiarum. Education, v. 42, n. 1, p. e52503, 31 ago. 2020.
ARAÚJO, M. L.F. A dialogicidade na formação continuada de professores de Ciências: (re)desenhando cenários com Paulo Freire. In: OLIVEIRA, M. M. (org.). Formação continuada de professores: dialogando com Paulo Freire [recurso eletrônico]. Recife: Edupe, 2021. cap. 11. p. 250-263.
ARAÚJO, M. L.F.; ARAÚJO, M. I. Como Formar Professores? Concepções de Pós-
Graduandos em Educação. Revista Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 15, n. 31,
p. 366-388, 2019.
BEHRENS, M. A. O paradigma emergente e a prática pedagógica. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
BEHRENS, M. A. Paradigma da complexidade: metodologia de projetos, contrato didático e portfólio. Petrópolis: Vozes, 2006.
CAPRA, Fritjof. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. Tradução de Newton Roberval Eichemberg. São Paulo: Cultrix, 2006. 256 p.
CAVALCANTI, G. M. D. Aproximações e distanciamentos na formação inicial e na prática docente de professores que ensinam Ciências nos anos iniciais do ensino fundamental. 2020. 202 f. Tese (Doutorado em Ensino das Ciências) – Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, 2020.
DIAS, É.; RAMOS, M. N. A Educação e os impactos da Covid-19 nas aprendizagens escolares. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, v. 30, n. 117, p. 859-870, out. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-40362022004000001. Acesso em: 3 nov. 2023.
FLORES, José Francisco; DE OLIVEIRA, Luciano Denardin. Transdisciplinaridade. In: GALLON, M. D. S.; DOPICO, S. I. B.; FILHO, J. B. D. R. Transdisciplinaridade no ensino das ciências. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2017. p. 10-23.
FREITAS, Maria Teresa. Letramento digital e formação de professores. Educação em Revista, [S.l.], v. 26, n. 3, p. 335-352, dez. 2010.
FREIRE, Paulo. A pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
GOMES, Ciro. Projeto Nacional: o dever da esperança. BOD GmbH DE, 2020.
GUÉRIOS, Ettiène. Prática pedagógica na perspectiva da complexidade: articulação entre educação matemática e educação para a vida. Revista Polyphonía, Goiânia, v. 32, n. 1, p. 100-117, 2021.
IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza.
ed. São Paulo, São Paulo: Cortez, 2011. 128p.
LAUXEN, Ademar Antonio et al. Reconfiguração curricular em química por meio de uma situação de estudo: a negociação coletiva de saberes. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, [S. l.], v. 11, n. 1, p. 275-292, 2020.
LIMA, S. T. S. Formação continuada de professores: da situação-limite ao inédito viável. In: OLIVEIRA, M. M. (org.). Formação continuada de professores: dialogando com Paulo Freire. Recife: Edupe, 2021. p. 297-320.
LUPPI, Mônica Aparecida Rodrigues; BEHRENS, Marilda Aparecida; SÁ, Ricardo Antunes. A formação de professores e as contribuições do pensamento complexo. Educação, [S. l.], v. 46, n. 1, p. e17/ 1-27, 2021.
MACHADO, Celso Pessanha; ROCHA FILHO, João Bernardes; LAHM, Régis Alexandre. Indicadores para identificação de atitudes transdisciplinares. Revista Contexto & Educação, [S. l.], v. 33, n. 106, p. 6-20, 2018.
MARTINES, Elizabeth Antonia Leonel; DUTRA, Leandro Barreto; BORGES, Paulo Roberto de Oliveira. Educiência: da interdisciplinaridade ao STEAM. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, [S. l.], v. 7, n. 3, p. 92-110, 2020.
MENESES, Danilo Andrade; LOPEZ, Luiz Carlos Serramo; FRÓES, Maira Monteiro. A combinação entre Mindfulness e método ArtSci estimula a criatividade de forma transdisciplinar. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 22, n. 72, p. 195-221, jan. 2022.
MORAES, Maria Cândida. A formação do educador a partir da complexidade e da
transdisciplinaridade. Revista Diálogo Educacional, v. 7, n. 22, p. 13-38, 2007.
MORAES, Maria Cândida. Complexidade e transdisciplinaridade na formação docente. In: MORAES, Maria Cândida; BATALLOSO NAVAS, Juan Miguel (org.). Complexidade e transdisciplinaridade em educação: teoria e prática docente. Rio de Janeiro: Wak, 2010. Cap. 6. p. 175-206.
MORIN, Edgar. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. 583 p.
NICOLESCU, Basarab. O manifesto da transdisciplinaridade. 1. ed. São Paulo: TRIOM, 1999.
NÓVOA, Antônio. Formação de professores e trabalho pedagógico. Lisboa: Educa, 2002.
OLIVEIRA, M.M. Org. Dialogicidade e complexidade no processo de Análise Hermenêutica Dialética Interativa. Recife: Edupe, 2020.
OLIVEIRA, M.M. Como fazer pesquisa qualitativa. 7. ed. Recife: Vozes, 2018.
OLIVEIRA, M. M. Sequência Didática Interativa no processo de formação de professores. Petrópolis: Vozes, 2013.
OLIVEIRA, Vanusa Maria de; MELLO, Geison Jader. A abordagem STEAM como possibilidade de combater o negacionismo científico e movimento antivacina na região centro oeste da Amazônia Legal. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, v. 12, p. e24002-e24002, 2024. https://doi.org/10.26571/reamec.v12.15409
PAUL, Patrick. Os diferentes níveis de realidade entre ciência e tradição. In: Conferência realizada em 2001.
PEREIRA, Máriam Trierveiler. Sustentabilidade como práxis pedagógica para a transdisciplinaridade na educação profissional e tecnológica (EPT). Educação em Revista, v. 38, 2022.
PETRAGLIA, Izabel Cristina. Inter e transdisciplinaridade: uma experiência de aproximação entre pós-graduação e ensino médio. In: GIORA, Regina (org.). Interdisciplinaridade: saberes e fazeres. Taubaté: Cabral Editora e Livraria Universitária, 2014. v. 1, p. 15-27.
PINHO, Maria José; PASSOS, Vânia Maria de Araújo. Complexidade, ecoformação e transdisciplinaridade: por uma formação docente sem fronteiras teóricas. Revista Observatório, [S.l.], v. 4, n. 2, p. 433, abr. 2018.
REIKAVIESKI, Sandra Bernadete Pinto; SIMAO, Vera Lúcia; TOMIO, Daniela. A formação continuada de professores nas premissas da Ecoformação e suas implicações em uma escola: desafios em tempos pandêmicos. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 22, n. 72, p. 34-60, jan. 2022.
REIS, Marlene Barbosa; MORAIS, Nilce Fátima; ALBINO, Fabiana Cristina. Formação de professores: desafios e possibilidades do pensar complexo na docência transdisciplinar, 2016.
ROCHA, Ricelli Endrigo Ruppel da; BLASZKO, Caroline Elizabel. Contribuição da formação continuada na qualidade de vida de docentes da educação básica. Revista Diálogo Educacional, v. 22, n. 72, p. 147-168, 2022.
SAHEB, Daniele; RODRIGUES, Daniela Gureski; MASSAÊ KATAOKA, Adriana; MARA ANTONIO, Juliana. Contribuições da complexidade de Morin para o campo da Educação Ambiental: um diálogo entre os grupos GEPEACOM e NEA. REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, [S. l.], v. 38, n. 3, p. 291-310, 2021.
SILVA, Gabriele Bonotto; DE FREITAS, Clodoaldo Fernandes; FELICETTI, Vera Lucia. A FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM UM CONTEXTO EMERGENTE. Cadernos Cajuína, v. 6, n. 2, p. 38-49, 2021.
SILVA, Obdália Santana Ferraz; JEREZ, Sergio Alejandro Rodríguez. Pesquisa em educação na cibercultura: formação docente para a/na complexidade. Acta Scientiarum. Education, [S.l.], v. 42, set. 2020.
SOMMERMAN, A. Inter ou transdisciplinaridade? da fragmentação disciplinar ao novo diálogo entre os saberes. São Paulo: Paulus, 2006.
SOUSA, Angélica Silva; OLIVEIRA, Guilherme Saramago; ALVES, Laís Hilário. A pesquisa bibliográfica: princípios e fundamentos. Cadernos da FUCAMP, v. 20, n. 43, 2021.
TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Três enfoques na pesquisa em ciências sociais: o positivismo, a fenomenologia e o marxismo. In: TRIVIÑOS. Introdução à pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1987. p. 31-79.
VELASCO, Juan Miguel González et al. Educación emergente: el paradigma del siglo XXI. Bolívia: PRISA, 2017.
VESTENA, Carla Luciane Blum; GUÉRIOS, Ettiène. Práticas educativas integradoras e transformadoras em tempo de pandemia: a experiência do projeto “Mundo mágico do CMEI na trilha de descobertas”. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 22, n. 72, p. 80-101, jan. 2022.
WEIL, Pierre; D’AMBROSIO, Ubiratan; CREMA, Roberto. Rumo a uma Nova Transdisciplinaridade: Sistemas Abertos de Conhecimento. São Paulo: Summus, 1993.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Cómo citar
Share
Licencia
Derechos de autor 2024 João Justino Barbosa, Maria Marly de Oliveira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Política de Direitos autorais
Os autores mantêm os direitos autorais de seus trabalhos publicados na Revista REAMEC, atendendo às exigências da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências, enquanto a revista utiliza um modelo de licenciamento que favorece a disseminação do trabalho, particularmente adotando a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0).
Os direitos autorais são mantidos pelos autores, os quais concedem à Revista REAMEC os direitos exclusivos de primeira publicação. Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos neste periódico. Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicado neste periódico (ex.: publicar em repositório institucional, em website pessoal, publicar uma tradução, ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial neste periódico. Os editores da Revista têm o direito de realizar ajustes textuais e de adequação às normas da publicação.
Política de Acesso Aberto/Livre
Os manuscritos publicados na Revista REAMEC são acessíveis gratuitamente sob o modelo de Acesso Aberto, sem cobrança de taxas de submissão ou processamento de artigos dos autores (Article Processing Charges – APCs). A Revista utiliza Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0) para assegurar ampla disseminação e reutilização do conteúdo.
Política de licenciamento - licença de uso
A Revista REAMEC utiliza a Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0). Esta licença permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Além disso, permite adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação inicial neste periódico.










































































