CULTIVO DE YUCA: APORTES AL REDISEÑO DE LA FORMACIÓN DE PROFESORES DE QUÍMICA EN LA AMAZONIA
DOI:
https://doi.org/10.26571/reamec.v11i1.15065Palabras clave:
Cultura regional, Formación de profesores, Mandioca, QuímicoResumen
Los aportes de los saberes y prácticas locales al rediseño de la formación inicial de los profesores de Química se basan en las competencias generales de la Educación Básica, que busca valorar la diversidad de experiencias culturales, saberes y vivencias vinculadas al contexto de los estudiantes. Esta investigación se desarrolló con el objetivo de presentar un tema regional para pensar y construir una propuesta de formación inicial para atender las necesidades reales de la Amazonía, promover mejoras en el currículo, garantizar el derecho de los estudiantes a aprender, reconocer las especificidades regionales, fomentar un currículo diversificado que no solo valora y reconoce las diferencias, sino que incluye la diversidad cultural en los espacios de formación, que tiene una fisonomía propia, con predominio de elementos indígenas, mezclados con personajes negros y europeos y cuyo actor principal es el caboclo, resultando del mestizaje del indio con el blanco, y cuya fuerza cultural se origina en la forma de articulación con la naturaleza. Para cumplir con uno de los principios de las investigaciones científicas, se optó, en relación al enfoque, por la investigación cualitativa y descriptiva que sustentan el procedimiento metodológico. Este estudio fue realizado en el curso de graduación en Química CESP/UEA y en las escuelas de práctica de campo, teniendo como protagonistas del proceso de rediseño de la formación inicial de profesores de Química en la Amazonía, profesores formadores de profesores, estudiantes de graduación, profesores regentes, estudiantes de educación y personas que tienen información sobre el conocimiento cultural.
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