Alterações cardiorrespiratórias decorrentes do treinamento em grandes altitudes

Autores

  • Miguel Carlos Taraborelli UFSCar
  • Luis Carlos Carnevali Fefisa - Faculdades Integradas de Santo André
  • Waldecir Paula Lima Unifesp
  • Ricardo Zanuto Pereira Fefisa - Faculdades Integradas de Santo André

Palavras-chave:

Treinamento. Altitude. Cardiorrespiratório. Hipóxia. Aclimatação.

Resumo

Grandes altitudes desencadeiam um grande desequilíbrio da homeostase corporal. Dessa forma, um grande número de atletas de diversas modalidades, bem como indivíduos comuns têm relatado um desconforto quando submetidos a esforços  nessas condições. Não obstante, um número expressivo de atletas também se utiliza de montanhas ou grandes altitudes para treinar, com o intuito de melhorar seu desempenho, apesar de os benefícios deste tipo de treinamento ainda não estarem completamente esclarecidos. Dessa forma, o presente estudo tem por objetivo demonstrar as alterações cardiorrespiratórias em altitude, como também verificar se o treinamento em altitude melhora ou não o desempenho ao nível do mar. Foi realizada uma vasta revisão bibliográfica de artigos internacionais e nacionais indexados ao Medline, Scielo e outras bases de dados entre os anos de 1997 e 2010. Recentemente, as atividades realizadas em grandes altitudes têm despertado o interesse de pesquisadores em conhecer as causas e os efeitos sobre a fisiologia humana. Concluímos que, embora diversas alterações cardiorrespiratórias são decorrentes do treinamento em grandes altitudes, a padronização de novas metodologias poderiam denotar resultados mais fidedignos.

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Publicado

2011-03-25