JORNALISMO E MÍDIA LGBTQ+ NA AMÉRICA LATINA:

das ditaduras militares à democracia de mercado

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/


Palavras-chave:

Imprensa homossexual; História da mídia; Comunidade LGBTQ+; Jornalismo de gênero.

Resumo

Ciente de que uma história global da mídia LGBTQ+ ainda está por ser escrita, este artigo busca lançar luz sobre uma de suas geografias: a América Latina. Ao destacar e cotejar a experiência brasileira com a de outros países, verifica-se que a particularidade regional primeira desse segmento composto por periódicos gays e lésbicos — a chamada imprensa homossexual — reside no fato de que suas origens remontam a um contexto de ascensão de regimes militares, sucedido mais tarde por processos de redemocratização. Em diálogo com a trajetória observada nos Estados Unidos e na Europa, argumenta-se aqui que os veículos ligados à comunidade LGBTQ+ latino-americana podem ser compreendidos a partir de pelo menos três eixos: recreação, ativismo e erotismo, acrescidos de um quarto estágio, marcado pela convergência dessas tendências no ambiente digital. Por fim, discutem-se as limitações e as potencialidades desse ecossistema midiático para o desenvolvimento do que alguns têm denominado jornalismo de gênero ou identitário.

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Biografia do Autor

  • Otávio Daros, Universidade Federal de Santa Maria

    Professor Assistente do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria, Campus Frederico Westphalen, bem como Pesquisador de Pós-Doutorado do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

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Publicado

20-09-2026

Como Citar

JORNALISMO E MÍDIA LGBTQ+ NA AMÉRICA LATINA:: das ditaduras militares à democracia de mercado. (2026). Revista Brasileira De Estudos Da Homocultura, 9(24). https://doi.org/10.29327/