Ensaio sobre vivências: Fricção de Borboletas
DOI:
https://doi.org/10.31560/2595-3206.2020.9.10900Resumo
Este ensaio tem como objetivo articular as tensões de experiências passadas dos autores, imagens de arquivo pessoal e imagens de narrativas audiovisuais da cultura pop. A partir da estratégia da montagem e da construção subjetiva e ensaística de uma narrativa, investigamos nossas vivências, infâncias e relações afetivas. O que baliza esse mergulho nas imagens são as epistemologias que emergem de nossas práticas pedagógicas: aventuras em outras estratégias epistemológicas, recusa e desorganização dos saberes coloniais do corpo. Se a política é a prática da visibilidade, o sensível deve emergir de experiência singulares que possam ser expandidas para o coletivo. As borboletas se hibridizam como corpos que se cruzam, se contaminam e se separam – quais imagens nos definem? Quais memórias temos a capacidade de resgatar e re-apresentar.
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