"Ser-Trans" e Políticas Públicas de Saúde para LGBTs: Um olhar fenomenológico-existencial

Autores

Resumo

Este artigo, por meio de uma revisão integrativa de artigos que abordem políticas públicas de saúde para a população LGBT no Brasil, busca avaliar como a população trans e travesti é contemplada nas referidas Políticas Públicas, através do levantamento das especificidades deste grupo apontadas pelos autores, e discutir, sob o ponto de vista da fenomenologia e do existencialismo, sobre os impactos causados na forma como estas pessoas vivenciam seu ser-no-mundo e ser-com-os-outros, dado o preconceito e estigma presentes nas representações sociais sobre gêneros dissidentes da cisheteronormatividade, e através das construções existencial sobre corpo e corporeidade. Este artigo intenciona problematizar e questionar visões sobre transexualidade e travestilidade, sem fornecer respostas prontas ou mesmo encerrar a discussão. Dessa forma, o artigo aponta para questões da existência trans e travesti frente à universalidade, equidade e integralidade que a legislação do campo da saúde brasileira propõe, e traz possibilidades de pesquisa a serem realizadas futuramente.

Biografia do Autor

Rodrigo Broilo, UERJ/Mestrando em Políticas Públicas e Formação Humana

Psicólogo pela Universidade FUMEC (Belo Horizonte/MG). Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana (PPFH) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

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Publicado

2021-10-25

Edição

Seção

Artigos de Tema Livre