MODELO ESTRUCTURAL PARA LA SISTEMATIZACIÓN Y CONSTRUCCIÓN DEL RUGBY EN SILLA DE RUEDAS
UN ESTUDIO DESCRIPTIVO Y PROPOSITIVO
DOI:
https://doi.org/10.51283/rc.30.e20200Palabras clave:
Deportes para Personas con Discapacidad, Paratletas, EnseñanzaResumen
El Rugby en Silla de Ruedas es un deporte paralímpico consolidado a nivel internacional, con un crecimiento reciente en Brasil, aunque todavía es poco difundido y estudiado en sus aspectos pedagógicos. Ante esto, el presente estudio tuvo como objetivo proponer un modelo estructural para la sistematización de la enseñanza y la construcción del juego en esta modalidade. Utilizando una metodología descriptiva y propositiva, el trabajo se basó en el Modelo de Desarrollo Paradeportivo y en registros prácticos de intervenciones en la enseñanza del RSR. Los resultados indican que el proceso de enseñanza debe apoyarse en tres pilares principales: la comprensión de la estructura del juego, el conocimiento de la clasificación deportiva y el desarrollo de los componentes técnicos y tácticos. La propuesta pedagógica organiza la enseñanza en siete fases progresivas, que van desde la exploración motora inicial hasta el alto rendimiento y la transición de la carrera del atleta. Estas etapas consideran las particularidades biopsicosociales de las personas con discapacidad, valorando tanto el desarrollo deportivo como la inclusión y la formación integral del individuo. Se concluye que el modelo presentado contribuye a cualificar la actuación de los profesionales en el RSR, ofreciendo una estructura aplicable en diferentes niveles de práctica y fortaleciendo la Pedagogía del Deporte Adaptado, al integrar aspectos técnicos, tácticos, sociales y educativos en el proceso de enseñanza-aprendizaje.
Referencias
ALMEIDA, Raphael M. et al. Cadeira de rodas no paradesporto. Santos, SP: Paradesporto Brasil + acessível, 2023.
ALTMANN, Viola C. et al. Validation of new measures of arm coordination impairment in wheelchair rugby. Journal of sports sciences, v. 39, n. sup1, p. 91-98, 2021.
ALTMANN, Viola C. et al. The impact of trunk impairment on performance‐determining activities in wheelchair rugby. Scandinavian journal of medicine & science in sports, v. 27, n. 9, p. 1005-1014, 2017.
ALVES, Jhonata Miranda; GOMES COSTA, Rodrigo Rodrigues. Proposta de ensino-aprendizagem do halterofilismo paralímpico: estudo descritivo propositivo. Corpoconsciência, v. 29, p. 1-12, 2025.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RUGBY EM CADEIRA DE RODAS (ABRC). Homepage. 2025. Disponível em: <https://rugbiabrc.org.br>. Acesso em: 07 ago. 2025.
BRILEY, Simon J. et al. Wheelchair rugby players maintain sprint performance but alter propulsion biomechanics after simulated match play. Scandinavian journal of medicine & science in sports, v. 33, n. 9, p. 1726-1737, 2023.
CANADIAN SPORT FOR LIFE. Long-term development in sport and physical activity 3.0. Ottawa: Sport for Life Society, 2019. Disponível em: <https://sportforlife.ca/long-term-development/>. Acesso em: 07 ago. 2025.
COMITÊ PARALÍMPICO BRASILEIRO. Código Nacional de Classificação Esportiva Paralímpica. São Paulo: CPB, 2023. Disponível em: <https://cpb.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Codigo-Nacional-de-Classificacao-Esportiva-Paralimpica-CNCEP-2023.pdf>. Acesso em: 8 de ago. 2025.
GALATTI, Larissa Rafaela et al. Pedagogia do esporte: contextos, evolução e perspectivas para o esporte paralímpico na formação de jovens. Corpoconsciência, v. 19, n. 3, p. 38–44, 2016.
GALATTI, Larissa Rafaela et al. Pedagogia do esporte e basquetebol: aspectos metodológicos para o desenvolvimento motor e técnico do atleta em formação. Arquivos em movimento, v. 8, n. 2, p. 79-93, 2012.
GARGANTA, Julio. Para uma teoria dos jogos desportivos colectivos. In: OLIVEIRA, José; GRAÇA, Amândio. O ensino dos jogos desportivos. 2. ed. Porto, Portugal: Universidade do Porto, 1995.
GEE, Cameron M. et al. Infographic. Doping without drugs: how para-athletes may self-harm to boost performance. British journal of sports medicine, v. 55, n. 16, p. 937-938, 2021.
IBGE (Instituto Brasileiro De Geografia e Estatística). Tabela 10133: “Pessoas residentes de 2 anos ou mais de idade por tipo e por grau de dificuldade funcional”. Disponível em: <https://sidra.ibge.gov.br/tabela/10133>. Acesso em: 06 ago. 2025.
INTERNATIONAL PARALYMPIC COMMITTEE (IPC). IPC classification code. Disponível em: <https://www.paralympic.org/sites/default/files/2025-02/IPC%20Classification%20Code%2001_01_2025.pdf>. Acesso em: 06 ago. 2025.
MASON, Barry S.; ALTMANN, Viola C.; GOOSEY-TOLFREY, Victoria L. Understanding the impact of trunk and arm impairments on wheelchair rugby performance during competition. International journal of sports physiology and performance, v. 14, n. 5, p. 612-619, 2019.
OLIVEIRA, Alessandro da Silva el al. Análise cinemática dos membros superiores em atletas de rugby em cadeira de rodas: estudo observacional. Revista brasileira de educação física e esporte, v. 34, n. 2, p. 283-293, 2020.
QUINN, Lewis O.; BRUCE, Lyndell M.; YOUNG, Chris M. The impact of wheelchair rugby classification lineup structure on possession outcome. Journal of science and medicine in sport, v. 27, n. 7, p. 493-498, 2024.
RAMOS, Beatriz Lucena; GOMES COSTA, Rodrigo Rodrigues. Handebol em cadeira de rodas: da iniciação ao jogo — proposta de ensino. Revista da associação brasileira de atividade motora adaptada, v. 23, n. 2, p. 271-280, 2022.
RAMOS, Beatriz Lucena et al. Sistematização do ensino técnico e tático do rugby em cadeira de rodas: estudo pesquisa-ação. Corpoconsciência, v. 30, p. 1-20, 2026.
RHODES, James M. et al. Activity profiles of elite wheelchair rugby players during competition. International journal of sports physiology and performance, v. 10, n. 3, p. 318-324, 2015.
SÁ, Karina Santos Guedes de. Classificação paradesportiva do Rugby em cadeira de rodas. In: RAMOS, Beatriz Lucena; WINCKLER, Ciro (Eds.). A jornada das mulheres no rugby em cadeira de rodas no Brasil. Santos, SP: Paradesporto Brasil + Acessível, 2026.
SANTOS, Wellerson. Alves.; GOMES COSTA, Rodrigo. Rodrigues. Proposta de ensino-aprendizagem da natação para pessoas com tetraplegia completa: estudo descritivo propositivo. Corpoconsciência, v. 29, 2025.
DE SOUZA, João Paulo Casteleti et al. Perfil da força muscular isométrica em atletas de rugby em cadeira de rodas. Acta fisiátrica, v. 27, n. 4, p. 225-232, 2020.
WHEELCHAIR BASKETBALL CANADA (WBC). Wheelchair Basketball Athlete Development Model – Volume 1: LTAD Overview. 2025: Wheelchair Basketball Canada, 2025. Disponível em: <http://www.wheelchairbasketball.ca>. Acesso em: 07 ago. 2025.
WINCKLER, Ciro. Entendendo a classificação no paradesporto. Santos, SP: Paradesporto Brasil + acessível, 2023.
WINCKLER, Ciro. Estratégias para uma anamnese no paradesporto. Santos, SP: Paradesporto Brasil + acessível, 2023.
WINCKLER, Ciro. Paradesporto: caminhos e possibilidades. Santos, SP: Paradesporto Brasil + acessível, 2024.
WINCKLER, Ciro. Pedagogia do paradesporto. Santos, SP: Edição do Autor, 2023.
WINCKLER, Ciro et al. Modelo de desenvolvimento paradesportivo: deficiência física. Santos, SP: Paradesporto Brasil + acessível, 2025.
WORLD WHEELCHAIR RUGBY (WWR). Classification Rules. Sheffield: WWR, 2022. Disponível em:
<https://worldwheelchair.rugby/wp-content/uploads/2021/12/WWR-Classification-Rules-2022.pdf>. Acesso em: 06 ago. 2025.
WORLD WHEELCHAIR RUGBY (WWR). Wheelchair Rugby International Rules. Sheffield: WWR, 2025. Disponível em:
<https://worldwheelchair.rugby/wp-content/uploads/2025/02/241223-Wheelchair-Rugby-International-Rules-WWR-FINAL.pdf>. Acesso em: 06 ago. 2025.
WORLD WHEELCHAIR RUGBY (WWR). Rule changes within the International Rules for the Sport of Wheelchair Rugby. Sheffield: WWR, 2025. Disponível em:
. Acesso em: 06 ago. 2025.
WORLD WHEELCHAIR RUGBY (WWR). About the sport. Sheffield: WWR, 2025 Disponível em: <https://worldwheelchair.rugby/about-the-sport/>. Acesso em: 07 ago. 2025.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Cómo citar
Licencia
Derechos de autor 2026 Corpoconsciência

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License que permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
-
A Revista Corpoconsciência da Universidade Federal de Mato Grosso está licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional. Baseado no trabalho disponível em https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/index.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).

English 















