Montações e representatividade

Uma análise imagética de drag queens nas capas da revista de moda brasileira Vogue

Autores

Resumo

A partir de uma análise imagética da representação de Drag Queens, buscamos tencionar reflexões acerca de questões relativas a diversidade e inclusão. Metodologicamente, o artigo se caracteriza como do tipo “descritivo-exploratório”. O corpus foi composto por 04 capas da revista ‘Vogue Brasil’ veiculadas no mês de outubro de 2020. As análises se deram a partir da perspectiva da “Análise da Imagem”. Enquanto resultados podemos destacar que a veiculação da arte Drag nos meios midiáticos, como as revistas de moda, torna-se empoderador para esse grupo social, sobretudo, em um país onde a discriminação em torno desses atores sociais é tão presente.

Biografia do Autor

Fabiano Eloy Atílio Batista, Universidade Federal de Viçosa

Doutorando e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Economia Doméstica (PPGED) - área de concentração em Família e Sociedade - pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), atuando na linha de pesquisa Trabalho, Consumo e Cultura. Possui graduação em Tecnologia em Design de Moda, pela Faculdade Estácio de Sá - Juiz de Fora/MG. Graduação em Licenciatura em Artes Visuais, pelo Centro Universitário UNINTER. Especialização em Moda, Cultura de Moda e Arte, pelo Instituto de Artes e Design da Faculdade Federal de Juiz de Fora (IAD/UFJF). 

Glauber Soares Junior, Universidade Federal de Viçosa

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Economia Doméstica (PPGED) - área de concentração 'Família e Sociedade' - pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), atuando na linha de pesquisa 'Trabalho, Consumo e Cultura'. Possui graduação em Tecnologia em Design de Moda pelo 'Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais - Campus Muriaé'.

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Publicado

2021-09-15

Edição

Seção

Caderno Artigos Livres