“Aquí se respira lucha gorda”

contribuições do ativismo gordo da América Latina para o ativismo gordo no Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/2410051.8.23-72


Palavras-chave:

Ativismo gordo, Corpo gordo, Gênero, Gordofobia

Resumo

O ativismo gordo é um movimento que vem sendo ampliado dentro de vários espaços da sociedade, produzindo saberes engordurados e potentes sobre as imensidões de seus corpos. Neste artigo, utilizamos como base epistemológica o feminismo decolonial, analisando os movimentos gordos a partir da ferramenta teórico-metodológica sendo a Interseccionalidade. Desta forma, o objetivo deste estudo é analisar a presença do Ativismo Gordo na América Latina e compreender como suas contribuições reverberam nas produções dos estudos sobre as corporalidades gordas no contexto brasileiro. Com isso, atentamos para a importância das pesquisadoras e ativistas gordas brasileiras localizarem a luta gorda a partir do sul, considerando as especificidades desses territórios, as diversidades corporais e étnico-raciais que formam Abya Ayla.

Biografia do Autor

  • Rosa da Costa Gato Neta, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

    Psicóloga e Amazonense. Doutoranda e Mestre em Psicologia (UFMG), pesquisadora no Núcleo de Ensino, Projeto e Extensão Conexão de Saberes, pesquisadora no Projeto Cotidianos da Justiça. 

  • Paula Rita Gonzaga, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

    Professora do departamento e do programa de pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Doutora em Psicologia (UFMG); Mestra em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismos (PPGNEIM/UFBA). Co-coordenadora do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão - UFMG; Coordenadora do Gepsila e da Liga Acadêmica de Psicologia Social Latinoamericana, Membra da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia.

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Publicado

13-07-2026

Edição

Seção

Dossiê Temático: Dar fim a pesquisa como conhecemos

Como Citar

“Aquí se respira lucha gorda”: contribuições do ativismo gordo da América Latina para o ativismo gordo no Brasil. (2026). Revista Brasileira De Estudos Da Homocultura, 8(23). https://doi.org/10.29327/2410051.8.23-72