Emaranhar e cuyrizar: perspectivas ético-ontoepistemológicas para senti-pensar-estarmos-sendo pesquisas outras
DOI:
https://doi.org/10.29327/2410051.8.23-83Palavras-chave:
Emaranhar. Cuyrizar. Pesquisas.Resumo
Lançando-me a uma tentativa de contra-colonizar o “fazer pesquisa” que (re)conhecemos, “emaranho-me-com” teorizações neomaterialistas (Karen Barad, 2007) e afetopolíticas cuir (Gracia Trujillo, 2023) “rasuradas”, desejando abrir a pesquisa a um movimento de confluência (Antônio Bispo dos Santos, 2023) e de cuyrização (Will Paranhos; Paulo de Tássio Silva, 2024). Permito-me “assombrar-com” a proposta de pensarmos em um currículo “outro” (Elizabeth Macedo; Janet Miller, 2022), de modo que o presente trabalho se torna uma também tentativa de escrita científica emaranhada. Desse modo, não irá e/a/o leitore/leitora/leitor encontrar um texto em que as “informações” e os “indícios” sejam apresentados de modo cadenciado, mas, ao contrário, sempre emaranhados. “Movimento-me-com” a pulsão de criação que constitui o exercício de (com)templar a vida e suas “complexidades”, acreditando ser este um caminho para senti-pensar-estarmos-sendo pesquisas “outras”.
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