GLOBAL META-ANALYSIS OF DUCK DISEASES: EPIDEMIOLOGICAL TRENDS AND CONTROL STRATEGIES
DOI:
https://doi.org/10.31413/nat.v14i1.20597Palavras-chave:
biosecurity, risk factors, mixed-methods synthesis, prevalence modeling, One Health frameworkResumo
Meta-análise global de doenças em patos: tendências epidemiológicas e estratégias de controle
RESUMO:
A prevalência agrupada das principais infecções virais em patos variou amplamente: a influenza aviária de baixa patogenicidade (LPAIV) atingiu 12,87% (IC 95%: 10,5–15,2%) entre as populações. A metarregressão identificou a região geográfica, o método de diagnóstico e o sistema de produção como os principais moderadores da heterogeneidade (I² > 75%). A prevalência foi maior na Ásia (20%) do que na Europa e na América do Norte (5%), o que evidencia fortes contrastes regionais. A análise de fatores de risco revelou que a biossegurança inadequada, a exposição a mercados de aves vivas e os sistemas de criação ao ar livre elevaram o risco de infecção (OR = 2,1-4,5). Um modelo hierárquico bayesiano estimou que as granjas com biossegurança inadequada apresentavam um risco de surto 3,2 vezes maior. Os modelos SEIR espaciais identificaram pontos críticos em áreas densamente povoadas por aves com contato frequente com aves silvestres. A síntese qualitativa de documentos de políticas e entrevistas enfatizou as restrições: baixa conscientização dos agricultores, recursos limitados, dependência cultural dos mercados de animais vivos e logística de vacinação deficiente. A análise conjunta vinculou regiões de alta prevalência a fragilidades infraestruturais e de políticas públicas. O estudo destaca a necessidade de vigilância integrada, treinamento de agricultores e vacinação direcionada. Apesar das inconsistências diagnósticas e das lacunas de dados, ele estabelece uma estrutura robusta de métodos mistos para o controle de doenças em patos, com base em evidências e no desenvolvimento de políticas globais de Saúde Única.
Palavras-chave: biossegurança; fatores de risco; síntese de métodos mistos; modelagem de prevalência; estrutura de Saúde Única.
ABSTRACT: The pooled prevalence of key duck viral infections varied widely: low pathogenic avian influenza (LPAIV) reached 12.87% (95% CI: 10.5–15.2%) across populations. Meta-regression identified geographic region, diagnostic method, and production system as major moderators of heterogeneity (I² > 75%). Prevalence was higher in Asia (20%) than in Europe/North America (5%), showing strong regional contrasts. Risk factor analysis revealed that poor biosecurity, live bird market exposure, and free-range systems elevated infection risk (OR = 2.1–4.5). A Bayesian hierarchical model estimated that farms with inadequate biosecurity faced 3.2-fold higher outbreak risk. Spatial SEIR models identified hotspots in dense poultry areas with frequent wild bird contact. Qualitative synthesis of policy documents and interviews emphasized constraints: low farmer awareness, limited resources, cultural reliance on live markets, and weak vaccine logistics. Joint analysis linked high-prevalence regions to infrastructural and policy weaknesses. The study highlights the need for integrated surveillance, farmer training, and targeted vaccination. Despite diagnostic inconsistencies and data gaps, it establishes a robust, mixed-methods framework for evidence-based duck disease control and global One Health policy development.
Keywords: biosecurity; risk factors; mixed-methods synthesis; prevalence modeling; One Health framework.
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