Aldeamentos indígenas

o canto dos cisnes da política nacional indigenista mais longa da história brasileira (1881 a 1910).

Autores

  • Daniel da Silva Klein Universidade Federal de São Carlos

DOI:

https://doi.org/10.22228/rtf.v19i1.1458

Palavras-chave:

Povos originários, Aldeamentos indígenas, Decadência, Brasil Império, Brasil República

Resumo

O artigo faz uma investigação sobre os anos finais dos aldeamentos indígenas no Brasil entre 1881 e 1910, enfatizando os fazeres cotidianos e conflitos nas reduções catequéticas dos povos originários. Os aldeamentos para fins de catequização dos povos originários era uma herança dos tempos coloniais, mas que no final do período imperial e início da república entraram em decadência por conta dos atritos com uma estrutura estatal cada vez mais laica e os problemas vinculados a falta de recursos para uma política indigenista. A tese é que os aldeamentos indígenas não tinham mais como responder às demandas apresentadas pelos povos originários, que enfrentavam diversas violações nesse período e essa estrutura política de ações já não tinha mais como responder a essas questões, principalmente pelo seu excessivo enfoque confessional. A pesquisa se efetivou em notícias de jornal, relatórios de viagens e documentos oficiais, fazendo parte de um projeto de cunho nacional que hora se desenvolve junto a Universidade Federal de São Carlos.    

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Publicado

2026-09-15

Como Citar

da Silva Klein, D. (2026). Aldeamentos indígenas: o canto dos cisnes da política nacional indigenista mais longa da história brasileira (1881 a 1910) . Revista Territórios E Fronteiras, 19(1), 248–265. https://doi.org/10.22228/rtf.v19i1.1458