https://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/issue/feedRevista Territórios e Fronteiras2026-09-15T00:40:38+00:00Carlile Lanzieri Júniorterritoriosefronteiras.ighd@ufmt.brOpen Journal Systems<p>A <strong>Revista Territórios e Fronteiras (ISSN 1984-9036) </strong>publica artigos, resenhas, entrevistas, dossiês e edições críticas de documentos relacionados, preferencialmente, à disciplina da História e aos temas associados à constituição de territórios e fronteiras na história, em suas diferentes formas, realidades e dimensões. <span style="text-decoration: underline;">Administrada </span>e <span style="text-decoration: underline;">apoiada financeiramente</span> pelo Programa de Pós-graduação em História da UFMT, cuja área de concentração é "História, Territórios e Fronteiras", a revista tem por meta constituir um espaço de debates e de divulgação da produção científica vinculada a esses temas. O periódico também recebe contribuições interdisciplinares e ligadas a áreas afins, a exemplo da Sociologia, Antropologia, Educação, Geografia, Ciência Política, Relações Internacionais etc. Sua periodicidade é semestral.</p><p>A editoração e manutenção da revista são realizadas pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).</p><p>Visite nossa página no <a href="https://pt-br.facebook.com/RevistaTerritoriosFronteiras"><strong>FACEBOOK</strong>.</a></p><p> </p><p>Veja as próximas <strong>Chamadas para Dossiês Temáticos</strong> em <strong><a href="/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/announcement/" target="_blank">NOTÍCIAS</a></strong>.</p>https://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1452“A Gente ainda tem um caminho longo para percorrer”2025-10-20T17:35:50+00:00Izabella Cardoso da Silva Campagnoliza.cardosog@gmail.comAry Cavalcanti Albuquerque Junioracademicoary@gmail.com<p>Ao longo dos últimos anos observamos ao avanço de pautas negacionistas nos diversos campo da sociedade, as quais impactaram desde campanhas de vacinação até a tentativa de relativizar dores e temas já superados pela ciência histórica. Nesse contexto, o período da ditadura militar passou a sofrer visões distorcidas e saudosistas, além de inúmeras manifestações públicas de slogans como “Volta AI-5”, “Militar já”, “fechem o congresso nacional” e “Um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos os militares protegendo o Brasil”, dentre outros. Dessa forma, compreendemos que mais do que nunca é necessário relembrar o que foram os anos de ditadura militar e combater o negacionismo acerca do tema. Nessa perspectiva, é importante destacar as ações que preservam os lugares de memória e lutam contra o esquecimento do que foram os anos de ditadura militar e toda sua estrutura repressiva. Assim, lugares como as sedes do Doi-Codi, Dops, dentre outros e a política de preservação que felizmente foi despertada na sociedade brasileira nas últimas décadas foi responsável pelo tombamento de inúmeros desses locais. Por outro lado, como destacamos no início, tais espaços e políticas por memória e reparação seguem ameaçadas por projetos políticos negacionistas e relativistas. Assim, na presente entrevista entrevistamos a historiadora Deborah Neves a respeito de seu trabalho realizado no espaço do antigo DOI-CODI, centro de repressão durante a ditadura militar no Brasil.</p> <p> </p> <p> </p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1571Pareceristas2026-09-14T23:45:28+00:00Carlile Lanzieri Júniorlanzierijunior@uol.com.br<p>Pareceristas da Edições vol. 19, n. 1, jan.-jun., 2026</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/358-364Anacronismo e morte2025-11-18T15:27:33+00:00Paloma Piauilinopalomakariene25@gmail.com<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Resenha do livro </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><em>Direito à reforma agrária e conflitos no campo com resultado morte no Brasil (2012-2021)</em></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">, de João Marcel Evaristo Guerra, publicado em 2025 pela Editora GuedesJus, abordando a pertinência da discussão quanto a uma reforma agrária dentro dos territórios rurais brasileiros, metadireito densamente normatizado na Constituição Federal e na legislação infraconstitucional, porém pouco efetivo e muito violado, conforme se depreende de análises quantitativa (pautada em dados numéricos referentes aos homicídios verificados em conflitos no campo brasileiro entre os anos de 2012 e 2021) e qualitativa (pautada nas histórias e jornadas de vítimas letais de conflitos agrários verificadas no ano de 2019).</span></p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1501A importância dos núcleos de ocupação na fronteira Brasil-Bolívia2026-03-14T16:12:22+00:00André Vieira Freitasandrevfreitas.geoint@gmail.comMarilia Steinbergerrtlia@solar.com.br<p>Este artigo analisa o papel dos núcleos de ocupação na constituição da fronteira Brasil-Bolívia, do período colonial até a emancipação política e consolidação dos limites internacionais. A partir de revisão bibliográfica teórico-conceitual e empírico-documental, além de entrevistas, o estudo evidencia os principais períodos de formação da fronteira e destaca os núcleos de ocupação como elementos fundamentais, inicialmente como marcos de afirmação territorial e, posteriormente, como vetores de integração.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1500Imigração portuguesa, comércio e pertencimento social2026-05-18T18:54:23+00:00Sandro Aramis Richter Gomesargomes8@gmail.comAndré Luiz Moscaleski Cavazzaniandre.ca@uninter.com<p>Neste artigo são analisadas as trajetórias dos irmãos portugueses Caetano Gomes Henriques (1818-1893) e Antônio Henriques Gomes (1840-1912) na cidade paranaense de Paranaguá, entre as décadas de 1850 e 1910. Demonstra-se que a atuação no comércio varejista foi a etapa inicial de um processo por meio do qual eles se integraram a uma elite dedicada à importação e exportação de mercadorias pelo porto local. Ao longo desse processo, ambos os irmãos também se tornaram prestamistas e proprietários de imóveis.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1495Diálogos de Manaus2026-05-17T14:51:13+00:00Marcus Vinicius Gonçalves da Silvamarvin.gsilva@gmail.com<p>Este estudo busca compreender a percepção das lideranças indígenas sobre a atuação do Exército Brasileiro (EB) na Amazônia Ocidental (AMOC), os desafios enfrentados em suas comunidades e perspectivas futuras. Para alcançar esse objetivo, utiliza-se uma metodologia qualitativa, baseada na análise dos relatórios produzidos no evento intitulado II Diálogo de Manaus, organizado pelo Comando Militar da Amazônia (CMA), nos municípios de Boa Vista e Porto Velho, capitais dos estados de Roraima e Rondônia, respectivamente. Os resultados demostram que os problemas enfrentados pelas comunidades indígenas, decorrentes da precariedade de infraestrutura, ausência de serviços essenciais e das incessantes ameaças territoriais, constituem em barreiras estruturais que demandam o apoio incondicional do EB.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1466Transformação, preservação e história, curadoria, difusão e memória2026-01-31T18:00:58+00:00Flávio Conche do Nascimentoflavioconche@gmail.com<p>Este artigo retoma a expressão de Pierre Nora, <em>lugar de memória</em>, para apresentar como, em diálogo com ela, foi criado o primeiro tema do espaço de exposição do APMT. Compartilha reflexões sobre os significados de<em> transformação</em> e <em>preservação</em> que orientaram a curadoria da exposição e pondera as falsas universalidades contidas nas ideias do autor. Dando centralidade à memória e à história nos afazeres de um espaço mato-grossense de arquivo, apresenta as estratégias de difusão do APMT, suas expectativas de comunicação com o público, e descreve as ambiências da exposição.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1460Historiografias clandestinas2026-05-31T23:26:00+00:00Hariagi Borba Nuneshariagibn@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo almeja historiografar temporalidades clandestinas. Para isso, apresenta a história e geografia do território de Acegua-á, assim como a diversidade do conceito de fronteira nas humanidades. Através da teia conceitual do </span><em><span style="font-weight: 400;">Tempo em Fronteirização</span></em><span style="font-weight: 400;">, miramos a organização espacial do Marco-Limite e o tempo </span><em><span style="font-weight: 400;">del pase</span></em><span style="font-weight: 400;">/travessia. Em última instância, a conceituação dos </span><em><span style="font-weight: 400;">bultos temporales</span></em><span style="font-weight: 400;"> como deslocamentos historiográficos condensadores de temporalidades em fronteirização. </span></p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1458Aldeamentos indígenas2025-10-26T17:13:25+00:00Daniel da Silva Kleindaniel.klein@ufscar.br<p>O artigo faz uma investigação sobre os anos finais dos aldeamentos indígenas no Brasil entre 1881 e 1910, enfatizando os fazeres cotidianos e conflitos nas reduções catequéticas dos povos originários. Os aldeamentos para fins de catequização dos povos originários era uma herança dos tempos coloniais, mas que no final do período imperial e início da república entraram em decadência por conta dos atritos com uma estrutura estatal cada vez mais laica e os problemas vinculados a falta de recursos para uma política indigenista. A tese é que os aldeamentos indígenas não tinham mais como responder às demandas apresentadas pelos povos originários, que enfrentavam diversas violações nesse período e essa estrutura política de ações já não tinha mais como responder a essas questões, principalmente pelo seu excessivo enfoque confessional. A pesquisa se efetivou em notícias de jornal, relatórios de viagens e documentos oficiais, fazendo parte de um projeto de cunho nacional que hora se desenvolve junto a Universidade Federal de São Carlos.</p> <p> </p> <p> </p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1457Conquista e resistência indígena em Roraima2025-12-15T18:57:32+00:00Carlo Maurizio Romanicarlo.romani@unirio.brGabriel Passettigabrielpassetti@id.uff.br<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Este artigo trata da ocupação histórica do vale do Rio Branco, atual Estado de Roraima, no decorrer do século XIX até os inícios do XX. São colocados em contraposição os agentes da conquista, desde o final do período colonial até o início da República, em confronto com as populações indígenas que dominavam o território, e a resistência contra a ocupação do grupo Macuxi. As fontes oficiais dos governos são contrastadas com as dos relatos dos exploradores em viagem ao Rio Branco, permitindo uma análise sob diferentes perspectivas.</span></p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1455O sertão como fronteira estratégica2025-12-11T23:13:43+00:00Rafael Pinto Juniorrafael.junior@ifg.edu.br<p>Este texto está dedicado a analisar as expedições encomendadas pelo barão de Antonina, João da Silva Machado, a Joaquim Franciso Lopes e a John Henry Elliott entre 1842 e 1852, bem como seus desdobramentos. A intenção declarada do empreendimento era encontrar e demarcar um caminho viável e mais curto que o existente entre a vila de Curitiba, na então província de São Paulo, e as regiões do Paraguai, sul de Mato Grosso e Cuiabá. Um episódio que resume tanto os resultados de ambições pessoais e de projetos políticos mais amplos – colonização, comércio, catequese, navegação fluvial – quanto o desencadear de um processo de expansão das atividades econômicas em direção às novas áreas de uma fronteira produtiva que se dilatava em direção ao oeste.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1447Italian Mendicant Sermons on the Cleansing of the Temple2025-11-17T21:27:51+00:00Aléssio Alonso Alvesalessioaalves@gmail.com<p style="font-weight: 400;">This paper confirms the hypothesis that the liturgical dates of Tuesday of the First Week of Lent and Monday of the Fourth Week were opportunities for mendicant friars to produce sermons on commerce, avarice, usury, and simony. Initially based on seven sermons by Giordano da Pisa and Iacopo da Varazze, this hypothesis was tested with 19 sermons from other 13th and 14th-century Italian friars. Sixteen sermons addressed the subjects aforementioned, offering thus two markers for scholars to access the ethical economic discourse of the Italian friars.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1555Apresentação 2026-08-27T19:23:32+00:00Teresinha Rodrigues Prada Soaresteresinha.prada@gmail.comLeonardo Vieira Feichasleonardo.feichas@unb.brRodrigo Teodoro de Paularodrigoteodorodepaula@elach.uminho.pt<p>Apresentação do dossiê Histórias e Performances Musicais no espaço ibero-afro-americano.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1519Flausino Valle e reverberações em composições autorais2026-06-19T21:08:21+00:00Luiz Augusto Leiteluizgutoleite@gmail.comLeonardo Feichasleonardo.feichas@unb.brSilvio Ferrazsilvioferraz@usp.br<p>Este artigo, recorte de uma dissertação de mestrado (LEITE, 2025), investiga de que maneira procedimentos idiomáticos presentes nos <em>26 Prelúdios Característicos e Concertantes para Violino Só</em>, do compositor/violinista mineiro Flausino Valle (1894-1954), reverberam em duas composições autorais de Leite: <em>Fantasia do Canto da Mata</em>, para violino solo, e <em>Estradinha de Terra</em>, para viola brasileira. </p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1537Performance e contracultura: 2026-07-27T15:01:43+00:00Alexandre Saggioratoalexandresaggiorato@yahoo.com.br<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo analisa a </span><em><span style="font-weight: 400;">performance </span></em><span style="font-weight: 400;">musical da banda Os Mutantes como prática estética e histórica no contexto da ditadura militar brasileira, enfatizando as relações entre sonoridade e contracultura no espaço ibero-afro-americano. Fundamentado nos estudos da </span><em><span style="font-weight: 400;">performance </span></em><span style="font-weight: 400;">de Richard Schechner e nas reflexões de Luigi Pareyson, o trabalho compreende a música como prática incorporada e historicamente situada. Investiga-se de que maneira a </span><em><span style="font-weight: 400;">performance </span></em><span style="font-weight: 400;">musical da banda operou como prática de transgressão estética durante a ditadura. Parte-se da hipótese de que o grupo desenvolveu uma obra híbrida baseada na articulação entre rock e elementos da música brasileira. </span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Palavras-chave: </span><em><span style="font-weight: 400;">Performance</span></em><span style="font-weight: 400;">; Os Mutantes; Contracultura.</span></p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1533A construção histórica e cultural da escuta musical no Brasil2026-07-27T14:52:26+00:00Daniela Amaral Rodriguesduotessituras@gmail.comSilvia Maria Pires Cabrera Bergsilviaberg@gmail.com<p>Este artigo, instigado por uma reflexão do musicólogo Peter Szendy acerca da escuta como construto cultural e formativo, examina um histórico de eventos que marcam a constituição e consolidação de paradigmas de escuta musical. Considera-se aqui como as concepções, definições, práticas e normas institucionalizadas desde a imprensa até os conservatórios musicais e, posteriormente, o ensino escolar, operaram uma seleção de determinada cultura musical como representação simbólica colonial de civilização.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1549Histórias e Performances Musicais na Pesquisa Artística2026-08-20T17:56:25+00:00Rodrigo Teodoro de Paulateodoroassis@gmail.comTeresinha Rodrigues Prada Soaresteresinha.soares@ufmt.brLeonardo Vieira Feichasleonardo.feichas@unb.br<p>Entrevista com o musicólogo Rubén López-Cano, professor do Departamento de Estudos Culturais e Musicais da Escola Superior de Música da Catalunha – ESMUC, em Barcelona. Sua área de especialização contempla a investigação artística, a retórica e semiótica musical, a filosofia da cognição corporizada da música, a música popular urbana, a musicologia audiovisual, a reciclagem musical, e a (etno)musicologia contemporânea. Nesta entrevista, foram abordados, considerando o espaço ibero-afro-americano, os seguintes temas: metodologia e desafios da investigação artística em música; interpretação, performance e corporalidade; autoetnografia; modelos de concerto e divulgação da música; pedagogia da performance; IA e a investigação artística em música.</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteirashttps://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/article/view/1569Editorial2026-09-14T01:58:45+00:00Carlile Lanzieri Júniorlanzierijunior@uol.com.br<p>Editorial, vol.19, n. 01, jan-jun 2026;</p>2026-09-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Territórios e Fronteiras