Não posso eu ser uma “piranha”?
Reconstruindo sentidos e significados sobre a sexualidade de uma gay solteira afeminada
DOI:
https://doi.org/10.29327/Palavras-chave:
Piranhidade; Masculinidades; Sexualidade; Relações de gênero; Solteirice.Resumo
Este relato de experiência parte de uma perspectiva feminista das relações de gênero, trazendo algumas congruências interpelativas entre sexualidade, solteirice, piranhidade e masculinidade. Sua proposta, nesse sentido, foi analisar como essa vivência tensiona as normas do familismo, propondo o uso da “piranhidade” como uma categoria de potência política e subjetiva. É por isso que trago um pouco da minha vivência universitária, dos meus lugares de atuação na pesquisa e do meu uso do Grindr como uma alternativa on-line para exercer a minha sexualidade. Assim, ressignifico ao longo da escrita o olhar sobre mim e o modo como a minha identidade gay solteira afeminada tem sido construída, reposicionando, a partir disso, o “ser piranha” como um manifesto empoderador do livre exercício da minha sexualidade.
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