Não posso eu ser uma “piranha”?

Reconstruindo sentidos e significados sobre a sexualidade de uma gay solteira afeminada

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/


Palavras-chave:

Piranhidade; Masculinidades; Sexualidade; Relações de gênero; Solteirice.

Resumo

Este relato de experiência parte de uma perspectiva feminista das relações de gênero, trazendo algumas congruências interpelativas entre sexualidade, solteirice, piranhidade e masculinidade. Sua proposta, nesse sentido, foi analisar como essa vivência tensiona as normas do familismo, propondo o uso da “piranhidade” como uma categoria de potência política e subjetiva. É por isso que trago um pouco da minha vivência universitária, dos meus lugares de atuação na pesquisa e do meu uso do Grindr como uma alternativa on-line para exercer a minha sexualidade. Assim, ressignifico ao longo da escrita o olhar sobre mim e o modo como a minha identidade gay solteira afeminada tem sido construída, reposicionando, a partir disso, o “ser piranha” como um manifesto empoderador do livre exercício da minha sexualidade.

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Biografia do Autor

  • Paulo Henrique Lopes Souza, Universidade Federal da Bahia – UFBA

    Paulo Henrique Lopes Souza é graduando em Estudos de Gênero e Diversidade pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde atua como estudante no Grupo CNPq – Gênero, Alteridades e Desigualdades, do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (NEIM/UFBA). Sua pesquisa de monografia em construção abrange temas como relações de gênero, sexualidade, masculinidades, HIV/aids e interseccionalidade.

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Publicado

10-08-2026

Edição

Seção

Relatos de Experiências

Como Citar

Não posso eu ser uma “piranha”? Reconstruindo sentidos e significados sobre a sexualidade de uma gay solteira afeminada. (2026). Revista Brasileira De Estudos Da Homocultura, 8(23). https://doi.org/10.29327/