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coletividades sapatão nos vídeos de Cheryl Dunye
DOI:
https://doi.org/10.29327/Palavras-chave:
Coletividades lésbicas. Cinemas negros. Teorias feministas do cinemaResumo
O artigo analisa os processos de construção de coletividade sapatão negra na obra de Cheryl Dunye, explorando como a diretora utiliza suas experiências e presença em cena como forma de elaboração coletiva. O recorte está nos seus curtas realizados em vídeo no início dos anos 1990, por ela denominados Dunyementaries, servindo como um espaço para experimentações para a sua estilística única. Por fim, serão analisadas sequências do curta She Don’t Fade (1991), de modo a enraizar as reflexões levantadas, em particular de como esses filmes operam como práticas de produção de epistemologias sapatão negra, à luz de pensamentos feministas negros e teorias do cinema.
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