Trânsitos e conexões sagradas, feministas e musicais de Abya Yala entre Brasil e México

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DOI:

10.31560/2595-3206.2019.7.10108

Resumo

São vários os caminhos das cosmologias sagradas dos orixás e entidades de jurema, dos seus rituais sagrados, das suas sonoridades, bem como, dos cantos medicina, os seres considerados divinos e as plantas de poder (jurema, ahyuasca e peyote), utilizadas em diversas tradições sagradas e xamânicas. Desde a perspectiva do conhecimento situado e corporificado pelas lentes das epistemologias feministas decoloniais de Abya Yala nasce o projeto “encuentro con si misma” como ação de artivismo musical feminista em trânsito entre Brasil e México. Deste ponto de partida bem amplo, seguimos também ao encontro das muxes, pessoas consideradas sagradas, que, na cultura zapoteca oaxaquenha, se definem “nem como homem, nem como mulher, simplesmente muxe” como referências mexicanas que, assim como as cosmologias e práticas inclusivas do candomblé e da jurema, despatriarcalizam as estruturas e os seus CIStemas (VERGUEIRO, 2016).

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Publicado

2020-12-17

Edição

Seção

Dossiês Temáticos