FLORISTIC, STRUCTURE AND ECOLOGICAL GROUPS OF A TREE COMMUNITY IN THE ATLANTIC RAINFOREST AT SERRA DO MAR, SP, BRAZIL

Autores

  • Vitor de Andrade Kamimura vitorkami@msn.com
    Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Campus de Rio Claro, Sp, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-3276-5812
  • Rodrigo Ferreira Morais morais_rf@yahoo.com.br
    Universidade estadual do Piaui, Brasil.
  • Carlos Alfredo Joly cjoly@unicamp.br
    Departamento de Biologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Campinas, Brasil.
  • Marco Antonio Assis massis@rc.unesp.br
    Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP ), Departamento de Botânica, campus de Rio Claro.

DOI:

10.31413/nativa.v6i0.6351

Resumo

FLORÍSTICA, ESTRUTURA E GRUPOS ECOLÓGICOS DE UMA COMUNIDADE ARBÓREA NA FLORESTA ATLÂNTICA, SERRA DO MAR, SP, BRASIL

 

Neste trabalho, avaliamos a composição florística e estrutural de uma comunidade arbórea em um contínuo da Floresta Atlântica das Terras Baixas no sudeste brasileiro, acessando a distribuição das espécies entre grupos ecológicos. Para tanto, foram amostrados todos os indivíduos arbóreos com PAP≥15 cm, incluindo palmeiras e samambaias arborescentes, em um hectare, dividido em sub-parcelas de 10x10 m. A comunidade foi analisada por meio do índice de diversidade de Shannon e equabilidade de Pielou, e distribuição de suas espécies entre síndromes de dispersão e classes sucessionais. Registramos 1.120 indivíduos vivos distribuídos em 133 espécies de 41 famílias. As famílias mais ricas em espécies foram Myrtaceae (32 espécies), Fabaceae (12) e Rubiaceae (11), e Euterpe edulis a espécie mais abundante (11,1% do total). Na área de estudo, foram encontradas quatro espécies na lista espécies ameaçadas do Livro Vermelho da Flora do Brasil, e registrada uma dominância de espécies Zoocóricas (86,7% das espécies classificadas) e Não Pioneiras (73,5%). Os resultados gerais da estrutura e composição de espécies da comunidade foram similares à de outros levantamentos realizados na mesma região deste estudo. Por fim, nossos resultados corroboram a grande diversidade arbórea e uma dominância de espécies Zoocóricas e Não-Pioneiras em contínuos de Floresta Atlântica.

Palavras-chave: classe sucessional, floresta ombrófila densa, diversidade, síndrome de dispersão.

 

ABSTRACT:

The present study evaluated the floristic and structural composition of a tree community in a Lowland Atlantic Rainforest along a forest continuum in Brazilian southeast, assessing the species distribution among ecological groups. For this purpose, we sampled all trees with PBH≥15 cm, including palm trees and tree ferns, in a total area of one hectare, divided into subplots of 10x10 m. The studied community was also analyzed through the Shannon diversity index and Pielou equability, and its species distribution among dispersal syndromes and successional classes. We recorded 1,120 living individuals distributed in 131 species of 40 families. The richest families were Myrtaceae (32 species), Fabaceae (12) and Rubiaceae (11), and Euterpe edulis was the most abundant species (11.1% of the total). In the study area, there were found four species on the Livro Vermelho da Flora do Brasil and recorded a dominance of zoochoric species (86.7% of species classified) and non-pioneers (71.6%). The general results of the community structure and species composition were similar with other surveys carried out in the same region of this study. Finally, our results corroborate the great diversity of trees and a dominance of zoochoric and non-pioneer species in the Atlantic Rainforest continuous.

Keywords: dispersal syndromes, diversity, ombrophilous dense forest, successional groups.

Biografia do Autor

Vitor de Andrade Kamimura, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Campus de Rio Claro, Sp, Brasil.

Doutorando em Ciencias Biologicas (Biologia Vegetal). 
Departamento de Botânica, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, canpus de Rio Claro, São Paulo, Brasil

Referências

APG IV; CHASE M. W.; CHRISTENHUSZ, M. J. M.; FAY, M. F.; BYNG, J. W.; JUDD, W. S.; SOLTIS, D. E.; MABBERLEY, D. J.; SENNIKOV, A. N.; SOLTIS, P. S.; STEVENS; P. F. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG IV. Botanical Journal of the Linnean Society, v. 181, n. 1, p. 1–20, 2016.

ASSIS, M. A.; PRATA, E. M. B.; PEDRONI, F.; SANCHEZ, M.; EISENLOHR, P. V.; MARTINS, F. R.; SANTOS, F. A. M. DOS; TAMASHIRO, J. Y.; ALVES, L. F.; VIEIRA, S. A.; PICCOLO, M. DE C.; MARTINS, S. C.; CAMARGO, P. B. DE; CARMO, J. B. DO; SIMÕES, E.; MARTINELLI, L. A.; JOLY, C. A. Florestas de restinga e de terras baixas na planície costeira do sudeste do Brasil: vegetação e heterogeneidade ambiental. Biota Neotropica, Campinas, v. 11, n. 2, p. 103-121, 2011. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1676-06032011000200012

BFG. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia v. 66, p.1085-1113, 2015.

BORÉM, R. A. T.; OLIVEIRA-FILHO, A.T. Fitossociologia do estrato arbóreo em uma topossequência alterada de Mata Atlântica, no município de Silva Jardim - RJ, Brasil. Revista Árvore, Viçosa, v. 26, n. 6, p. 27-742, 2002. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622002000600009

BROWN, S.; LUGO, A. E. Tropical secondary forests. Journal of Tropical Ecology, v.6, p.1-32, 1990.

CAMPOS, M. C. R. de; TAMASHIRO, J. Y.; ASSIS, M. A.; JOLY, C. A. Florística e fitossociologia do componente arbóreo da transição Floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas - Floresta Ombrófila Densa Submontana do Núcleo Picinguaba/PESM, Ubatuba, sudeste do Brasil. Biota Neotropica, Campinas, v. 11, n. 2, p. 301–312, 2011. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1676-06032011000200030

CARVALHO, F. A.; NASCIMENTO, M. T.; BRAGA, J. M. A. Composição e riqueza florística do componente arbóreo da Floresta Atlântica submontana na região de Imbaú, Município de Silva Jardim, RJ. Acta Botanica Brasilica, Porto Alegre, v. 20, n. 3, p. 727-740, 2006. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062006000300022

CARVALHO, F. A.; NASCIMENTO, M. T.; BRAGA, M. A. Estrutura e composição florística do estrato arbóreo de um remanescente de Mata Atlântica submontana no município de Rio Bonito, RJ, Brasil (Mata Rio Vermelho). Revista Árvore, Viçosa, v. 31, n. 4, 2007. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622007000400017

CARVALHO, F. A. Síndromes de dispersão de espécies arbóreas de florestas ombrófilas submontanas do estado do Rio de Janeiro. Revista Árvore, Viçosa, v. 34, n. 6, p. 1017–1023, 2010. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622010000600007

CATHARINO, E. L. M.; BERNACCI, L. C.; FRANCO, G. A. D. C.; DURIGAN, G.; METZGER, J. P. Aspectos da composição e diversidade do componente arbóreo das florestas da Reserva Florestal do Morro Grande, Cotia, SP. Biota Neotropica, Campinas, v. 6, n. 2, p. 1-18, 2006.

DENSLOW, J. S. Gap Partitioning among Tropical Rainforest Trees. Biotropica, Washington, v. 12, n. 2, p. 47–55, 1980. DOI: https://dx.doi.org/10.2307/2388156

EISENLOHR, P. V.; DE OLIVEIRA-FILHO, A. T. Revisiting Patterns of Tree Species Composition and their Driving Forces in the Atlantic Forests of Southeastern Brazil. Biotropica, Washington, v. 47, n. 6, p. 689-701, 2015. DOI: https://doi.org/10.1111/btp.12254

FIASCHI, P.; PIRANI, J. R. Review of plant biogeographic studies in Brazil. Journal of Systematics and Evolution, v. 47, n. 5, p. 477-496, 2009. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1759-6831.2009.00046.x

GENTRY, A. H. Dispersal ecology and diversity in neotropical forest communities. Sonderbände Naturwissenschaftlichen Vereins im Hamburg, v. 7, p.303-314, 1983.

GRESSLER, E.; PIZO, M. A.; MORELLATO, L. P. C. Polinização e dispersão de sementes em Myrtaceae do Brasil. Revista Brasileira de Botânica, São Paulo, v. 29, n. 4, p. 509–530, 2006. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-84042006000400002

HUBBELL, S. P.; FOSTER, R. B.; BRIEN, S. T. O.; HARMS, K. E.; CONDIT, R.; WECHSLER, B.; WRIGHT, S. J.; LOO DE LAO, S. Light-gap disturbances, recruitment limitation, and tree diversity in a neotropical forest. Science, Washington, v. 283, n. 5401, p. 554-557, 1999. DOI: https://dx.doi.org/10.1126/science.283.5401.554

HUSTON, M. et al. A general hypothesis of species diversity. The American Naturalist, Chicago v. 113, n. 1, p. 81-101, 1979. DOI: https://doi.org/10.1086/283366

IBGE_ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Manual técnico da vegetação brasileira. Brasília: Manuais Técnicos em Geociências, n. 1, 2012.

JOLY, C. A.; ASSIS, M. A.; BERNACCI, L. C.; TAMASHIRO, J. Y.; CAMPOS, M. C. R DE, GOMES, J. A. M. A.; LACERDA, M. S., SANTOS, F. A. M. DOS, PEDRONI, F., PEREIRA, L. DE S., PADGURSCHI, M. DE C. G., PRATA, E. M. B.; RAMOS, R.; TORRES, R. B.; ROCHELLE, A.; MARTINS, F. R.; ALVES, L. F.; VIEIRA, S. A.; MARTINELLI, L. A.; CAMARGO, P. B. DE; AIDAR, M. P. M.; EISENLOHR, P. V.; SIMÕES, E.; VILLANI, J. P.; BELINELLO, R. Floristic and phytosociology in permanent plots of the Atlantic Rainforest along an altitudinal gradient in southeastern Brazil. Biota Neotropica, Campinas, v. 12, n. 1, p. 123-145, 2012. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1676-06032012000100012

JOLY, C.A. & MARTINELLI, L.A. 2008. Composição florística, estrutura e funcionamento da Floresta Ombrófila Densa dos Núcleos Picinguaba e Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar, Estado de São Paulo, Brasil. 3º Relatório do Projeto Temático Biota Gradiente Funcional. Processo FAPESP 03/12595-7.

KINOSHITA, L. S.; TORRES, R. B.; FORNI-MARTINS, E. R.; SPINELLI, T.; AHN, Y. J.; CONSTÂNCIO, S. S. Composição florística e síndromes de polinização e de dispersão da mata do Sítio São Francisco, Campinas, SP, Brasil. Acta Botanica Brasilica, Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 313-327, 2006. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062006000200007

KURTZ, B. C.; ARAÚJO, D. S. D. Composição florística e estrutura do componente arbóreo de um trecho de Mata Atlântica na Estação Ecológica Estadual. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 51, n. 21, p. 69–112, 2000. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/2175-7860200051787903

LAURANCE, W. F. Conserving the hottest of the hotspots. Biological Conservation, Essex, v. 142, n. 6, p. 1137, 2009. DOI: https://doi.org/10.1016/j.biocon.2008.10.011

LEIGH, E. G.; DAVIDAR, P.; DICK, C. W.; TERBORGH, J.; PUYRAVAUD, J. P.; TER STEEGE, H.; WRIGHT, S. J. Why do some tropical forests have so many species of trees?. Biotropica, v. 36, n. 4, p.447-473, 2004. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1744-7429.2004.tb00342.x

LIEBERMAN, D; HARTSHORN, G.S.; LIEBERMAN, M.; PERALTA, R. Forest dynamics at La Selva Biological Station, 1969-1985. In: GENTRY, A.H., ed. Four neotropical rainforests. New Haven: Yale University Press, 1990. p.509-521.

LIEBSCH, D.; MARQUES, M. C. M.; GOLDENBERG, R. How long does the Atlantic Rain Forest take to recover after a disturbance? Changes in species composition and ecological features during secondary succession. Biological Conservation, Essex, v. 141, n. 6, p. 1717-1725, 2008. DOI: https://doi.org/10.1016/j.biocon.2008.04.013

MARCHIORI, N. M.; ROCHA, H. R. da; TAMASHIRO, J. Y.; AIDAR, M. P. M. Tree community composition and aboveground biomass in a secondary Atlantic forest, Serra do Mar state park, Sao Paulo, Brazil. Cerne, Lavras, v. 22, n. 4, p. 501-514, 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/01047760201622042242

MARTINELLI, G.; MORAES, M. A (Org.). Livro vermelho da flora do Brasil. Brasília: Centro Nacional de Conservação da Flora, 2013. 1102 p.

MEDEIROS, M. C. M. P.; AIDAR, M. P. M. Structural variation and content of aboveground living biomass in an area of Atlantic Forest in the State of São Paulo, Brazil. Hoehnea, São Paulo, v. 38, n. 3, p. 413-428, 2011. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S2236-89062011000300004

MITTERMEIER, R. A; TURNER, W. R.; LARSEN, F. W.; BROOKS, T. M.; GASCON, C. Global Biodiversity Conservation: The Critical Role of Hotspots. In: ZACHOS, F. E.; HABEL, J. C (Ed.). Biodiversity Hotspots, 2011. p. 3-22.

MORELLATO, L. P. C.; HADDAD, C. F. B. Introduction: The Brazilian Atlantic Forest. Biotropica, Washington, v. 32, n. 4b, p. 786-792, 2000. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1744-7429.2000.tb00618.x

MORO, M. F.; MARTINS, F. R. de. Métodos de levantamento do componente arbóreo-arbustivo. In: Felfili-Fagg, J.M. Eisenlohr, P.V. Melo, M.M.R.F. Andrade, L.A. & Meira Neto, J.A.A. (Eds.). Fitossociologia no Brasil: métodos e estudos de caso. Viçosa: Editora UFV, 2011. p. 174–212.

MUELLER-DOMBOIS, D.; ELLENBERG, D. Aims and methods of vegetation ecology. New York: Wiley, 1974. 547 p.

MYERS, N.; MITTERMEIER, R. A.; MITTERMEIER, C. G.; FONSECA, G. A. B. da; KENT. J. Biodiversity hotspots for conservation priorities. Nature, v. 403, n. 6772, p. 853–8, 2000. DOI: https://doi.org/10.1038/35002501

NASCIMENTO, L. M. do; SAMPAIO, E. V. de S. B.; RODAL, M. J. N.; LINS-E-SILVA, A. C. B. Secondary succession in a fragmented Atlantic Forest landscape: evidence of structural and diversity convergence along a chronosequence. Journal of forest research, v. 19, n. 6, p. 501-513, 2014. DOI: https://doi.org/10.1007/s10310-014-0441-6

OLIVEIRA-FILHO, A. T.; FONTES, M. A. L. Patterns of Floristic Differentiation among Atlantic Forests in Southeastern Brazil and the Influence of Climate. Biotropica, Washington, v. 32, n. 4b, p. 793-810, 2000. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1744-7429.2000.tb00619.x

PADGURSCHI, M. C. G.; PEREIRA, L. de S.; TAMASHIRO, J. Y.; JOLY, C. A. Composição e similaridade florística entre duas áreas de Floresta Atlântica Montana, São Paulo, Brasil. Biota Neotropica, Campinas, v. 11, n. 2, p. 139-152, 2011. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1676-06032011000200014

PENHALBER, E. DE; MANTOVANI, W. Flowering and seed rain in a secondary forest in Sao Paulo, southeastern Brazil. Revista Brasileira de Botânica, São Paulo, v. 20, n. 2, p. 205–220, 1997.

PIVELLO, V. R.; PETENON, D.; JESUS, F. M. de; MEIRELLES, S. T.; VIDAL, M. M.; ALONSO, R. de A. S.; FRANCO, G. A. D. C.; METZGER, J. P. Chuva de sementes em fragmentos de Floresta Atlântica (São Paulo, SP, Brasil), sob diferentes situações de conectividade, estrutura florestal e proximidade da borda. Acta Botanica Brasilica, Porto Alegre, v. 20, n. 4, p. 845-859, 2006. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062006000400010

PRATA, E. M. B.; ASSIS, M. A.; JOLY, C. A. Composição florística e estrutura da comunidade arbórea na transição da Floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas - Floresta Ombrófila Densa Submontana do Núcleo Picinguaba/PESM, Ubatuba, sudeste do Brasil. Biota Neotropica, Campinas, v. 11, n. 2, p. 285-299, 2011. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1676-06032011000200029

RABOSKY, D. L.; HURLBERT, A. H. Species Richness at Continental Scales Is Dominated by Ecological Limits. The American Naturalist, v. 185, n. 5, p. 572–583, 2015. DOI: https://doi.org/10.1086/680850

R DEVELOPMENT CORE. Team R: A Language and Environment for Statistical Computing, 2017. Disponível em: https://www.r-project.org/. Accessed on 30 March 2017.

RIBEIRO, M. C.; METZGER, J. P.; MARTERSEN, A. C.; PONZONI, F. J.; HIROTA, M. M. The Brazilian Atlantic Forest: How much is left, and how is the remaining forest distributed? Implications for conservation. Biological conservation, Essex, v. 142, n. 6, p. 1141-1153, jun. 2009. DOI: https://doi.org/10.1016/j.biocon.2009.02.021

SAITER, F. Z.; EISENLOHR, P. V.; FRANÇA, G. S.; STEHMANN, J. R.; THOMAS, W. W.; OLIVEIRA-FILHO, A. T. Floristic units and their predictors unveiled in part of the Atlantic Forest hotspot: Implications for conservation planning. Anais da Academia Brasileira de Ciências, Rio de Janeiro, v. 87, n. 4, p. 2031–2046, 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0001-3765201520140132

SANCHEZ, M.; PEDRONI, F.; EISENLOHR, P. V.; OLIVEIRA-FILHO, A. T. Changes in tree community composition and structure of Atlantic rain forest on a slope of the Serra do Mar range, southeastern Brazil, from near sea level to 1000m of altitude. Flora: Morphology, Distribution, Functional Ecology of Plants, v. 208, n. 3, p. 184–196, 2013. DOI: https://doi.org/10.1016/j.flora.2013.03.002

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Resolução 08/2008. Diário Oficial do Estado. Publicado em 01 de fevereiro de 2008, Seção I, páginas 31 e 32. Imprensa Oficial do Estado, São Paulo, 2008. Disponível em:<http://www.ibot.sp.gov.br/pesquisa_cientifica/restauracao_ecologica/resolucao_SMA08-31.1.2008.pdf>. Accessed on 31 January 2017.

TABARELLI, M.; MANTOVANI, W. A riqueza de espécies arbóreas na floresta atlântica de encosta no estado de São Paulo (Brasil). Revista Brasileira de Botânica, v. 22, n. 2, p. 217–223, 1999. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-84041999000200012

TABARELLI, M.; PERES, C. A. Abiotic and vertebrate seed dispersal in the Brazilian Atlantic forest: Implications for forest regeneration. Biological Conservation, Essex, v. 106, n. 2, p. 165–176, 2002. DOI: https://doi.org/10.1016/S0006-3207(01)00243-9

TABARELLI, M.; PERES, C. A.; MELO, F. P. L. The “few winners and many losers” paradigm revisited: Emerging prospects for tropical forest biodiversity. Biological Conservation, Essex, v. 155, p. 136-140, out. 2012. DOI: https://doi.org/10.1016/j.biocon.2012.06.020

TURNER, I. M. Species loss in fragments of tropical rain forest: a review of the evidence. Journal of Applied Ecology, Oxford, v. 33, n. 33, p. 200–209, 1996. DOI: https://dx.doi.org/10.2307/2404743

VAN DER PIJL, L. Principles of dispersal in higher plants. 3.ed. Springer-Verlag, Berlin, 1982, p. 978.

WHITMORE, T. C. Canopy gaps and the two major groups of forest trees. Ecology, Nova York, v. 70, n. 3, p. 536-538, 1989. DOI: https://doi.org/10.2307/1940195

WIJDEVEN, S. M. J.; KUZEE, M. E. Seed availability as a limiting factor in forest recovery processes in Costa Rica. Restoration Ecology, Malden, v. 8, n. 4, p. 414–424, 2000. DOI: https://doi.org/10.1046/j.1526-100x.2000.80056.x

Downloads

Publicado

2018-12-17

Como Citar

Kamimura, V. de A., Morais, R. F., Joly, C. A., & Assis, M. A. (2018). FLORISTIC, STRUCTURE AND ECOLOGICAL GROUPS OF A TREE COMMUNITY IN THE ATLANTIC RAINFOREST AT SERRA DO MAR, SP, BRAZIL. Nativa, 6, 706–713. https://doi.org/10.31413/nativa.v6i0.6351

Edição

Seção

Ciências Ambientais / Environmental Sciences