Vivência sexual de algumas civilizações antigas ocidentais: gregos, romanos, povos nativos da América Portuguesa e de partes da África

Autores

DOI:

10.31560/2595-3206.2020.9.11007

Resumo

Este artigo, resultado de uma pesquisa de mestrado que analisou as representações da diversidade sexual nos livros didáticos de história, pretende ampliar o conhecimento do público em geral acerca da vivência sexual de algumas civilizações antigas (grega e  romana) e de povos nativos da América Portuguesa e de partes da África.  Autores como Spencer (1996), Richards (1993) e Mott (1988) são utilizados como aporte teórico para a análise de fontes primárias, como poemas, processos inquisitoriais e registros de cronistas. Ao se entender que a diversidade sexual é uma construção sócio-histórico-cultural, espera-se, com este trabalho, contribuir para a diminuição de preconceitos e discriminações com as pessoas que destoam do padrão heteronormativo na sociedade atual.   

Biografia do Autor

Fábio da Silva Gomes, Instituto Federal do Rio de Janeiro

Mestrado Profissional em Ensino de História (UFRRJ - 2018), no qual analisei as representações da diversidade sexual nos livros didáticos de História, do 6º ao 9º anos. Possuo pós-graduação (especialização) em História do Brasil Colonial pela UniMSB (2012) e graduação em História pelo Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos (2006). Participo dos seguintes grupos de pesquisa: Laboratório de História da Educação Latino-Americana (LHELA/UFRRJ), Grupo de Estudos e Pesquisa Gêneros, Sexualidades e Diferenças nos Vários EspaçosTempos da História e dos Cotidianos (GESDI-FFP/UERJ) e Grupo de Estudos de Texto, Discurso e Ensino (GETED/CEPF/IFRJ).

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Publicado

2020-08-31

Edição

Seção

Artigos de Tema Livre