GLI STATI COME (RI)PRODUTTORI E PERPETRATORI DI LAVORO FORZATO
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Palavras-chave:
Lavoro forzato legale contemporaneo, Responsabilità dello Stato, Analisi dei rapporti OIL-CEACRResumo
In questo articolo presento la prima parte di un’analisi diacronica del ruolo degli Stati come (ri)produttori e soprattutto come autori di condizioni di lavoro forzato, come definito nelle Convenzioni 29 (1930) e 105 (1957) dellOrganizzazione Internazionale del Lavoro (OIL). Il tema del ruolo degli Stati come responsabili di forme di lavoro forzato legale è praticamente assente dalla letteratura internazionale, quindi qui cerco di identificare le forme di lavoro forzato imposte dagli Stati che esistono oggi e quali Stati, nel XXI secolo, sono ancora responsabili del mantenimento di forme di lavoro forzato legale o mostrano seri problemi o una mancanza di volontà politica nel combattere il lavoro forzato. La fonte principale di questo studio è costituita dai rapporti annuali pubblicati dal 2000 al 2024 dal Comitato di esperti dell’OIL sull’applicazione delle convenzioni e delle raccomandazioni (CEACR).
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Referências
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