Sobre a Revista

Foco e Escopo

A Revista Direitos, Trabalho e Política Social é uma publicação eletrônica semestral vinculada aos Programas de Pós-Graduação em Política Social e em Direito.  Seu caráter é interdisciplinar e se propõe a publicar artigos oriundos de atividades de pesquisas e extensão nos eixos de Política Social, Estado e Sociedade e Direitos do Trabalho e do trabalhador; ensaio; debate; resenha e resumos de dissertações e teses. Também abre espaços a outros trabalhos de relevância para a temática, segundo as Políticas de Seção.

Processo de Avaliação pelos Pares

Os trabalhos submetidos à publicação serão analisados por pares (especialistas reconhecidos e de notório saber, de diferentes instituições e países), todos pareceristas ad hoc, os quais arbitrarão sobre a conveniência, ou não, de sua aceitação. O texto encaminhado aos avaliadores não terá identificação de autoria. Os pareceristas poderão sugerir aos autores, que se faça reformulação ou adaptação às normas editoriais. Os pareceres sobre o texto deverão indicar a avaliação numa das seguintes categorias: aceitar, aceitar com revisão e rejeitar.

As questões éticas referentes às publicações de pesquisa com seres humanos são de inteira responsabilidade dos autores e devem estar em conformidade com os princípios contidos na Declaração de Helsinque da Associação Médica Mundial (1964, reformulado em 1975, 1983, 1989, 1996 e 2000) e na resolução 196 do Conselho Nacional de Saúde.

O Conselho Editorial Científico reserva-se o direito de fazer pequenas modificações no texto dos autores para agilizar seu processo de publicação. Modificações de estrutura e conteúdo mais substantivas serão acordadas com os autores/as. Não serão admitidos acréscimos ou alterações ao texto, após sua avaliação e aceitação final.

A decisão sobre a publicação dos trabalhos recebidos será do Conselho Editorial Científico, com base na política editorial da revista, cabendo à Editora Responsável dirimir dúvidas e deliberar sobre a decisão final da edição. Durante a análise serão verificados rigor, clareza e precisão quanto à produção científica, à redação, ao conteúdo e à probidade ético-teórica.

O Conselho Editorial Científico assegura o anonimato para os autores/as no processo de avaliação, como também assegura aos avaliadores o sigilo de sua participação, permitindo liberdade para julgamentos e avaliações.

Em cada número da revista serão publicados os nomes dos avaliadores/as que realizaram a seleção dos artigos daquele número, sem especificar quais textos foram analisados individualmente.

As opiniões e os conceitos emitidos nos trabalhos, bem como a exatidão, adequação e procedência das citações e referências, são de exclusiva responsabilidade dos autores/as, não refletindo necessariamente a posição do Conselho Editorial.

Periodicidade

Semestral

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

Expediente

Periódico semestral

Publicação dos Programas de Pós Graduação em Política Social-PPGPS e Direito-PPGD

 

Projeto aprovado na gestão 2013/2014 do PPGPS

Ivone Maria Ferreira da Silva e Marluce Souza e Silva

 

Projeto aprovado na gestão 2013/2014 do PPGDA

Carlos Teodoro Irigaray e Patryck Ayala

 

Coordenadoras do Programa de Pós Graduação em Política Social (2015/2016)

Leana Oliveira Freitas e Erivã Garcia Velasco

 

Coordenadores do Programa de Pós Graduação em Direito Agroambiental (2015/2016)

Marcelo Antonio Theodoro e Valério de Oliveira Mazzuoli

 

Editora responsável

Marluce Souza e Silva

 

Conselho Editorial Científico

Imar Domingos Queiroz

Iris Maria de Oliveira

Renan Bernardi Kalil

Sara Graneman

Tania Maria Santana dos Santos

Thiago Gurjão Alves Ribeiro

Valdiney Antonio de Arruda

  

Pareceristas

Carla Reita Faria Leal

Carlos Eduardo Silva e Souza

Ivone Maria Ferreira da Silva

Liliane Capilé C. Novais

Narana Souza Alves

Renata Gomes da Costa

Ruteléia Cândida de Souza Silva

Vanessa Clementino Furtado

Sirlei Aparecida Silveira

 

Publicação dos:

Programa de Pós-Graduação em Política Social - PPGPS

Programa de Pós-Graduação em Direito Agroambiental - PPGDA


Revisão e normalização:

Marluce Souza e Silva


Tradução

Anna C. Natale

 

Capa, projeto gráfico e diagramação:

Neemias Alves


Fotografia de capa:

Janossy Gergely / Shutterstock.com

 

Editoração eletrônica:

Téo de Miranda

 

Sponsors

Os Programas de Pós-Graduação em Política Social e em Direito agradecem o Projeto Ação Integrada (PAI) pela viabilização desta publicação, cuja coordenação geral é constituída pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-MT), Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) - 23a Região, e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Agradece o apoio da Capes, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (SETECS/MT), da Fundação Uniselva, do sistema SENAI e SESI, do Centro de Pastoral para Migrantes e do Centro Burnier Fé e Justiça.

Fontes de Apoio

Agradecemos o apoio financeiro da Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) – 23ª. região.

Histórico do periódico

A revista “Direitos, Trabalho e Política Social” vem atender uma demanda apresentada pelos Programas de Pós-Graduação em Política Social e em Direito, que está sendo viabilizada em 2015 por meio do Projeto Ação Integrada (PAI), cuja coordenação geral é constituída pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-MT), Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) - 23a Região e Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O projeto conta com o apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (SETECS/MT), da Fundação Uniselva, do sistema SENAI e SESI, do Centro de Pastoral para Migrantes e do Centro Burnier Fé e Justiça.

Essa parceria representa para a Universidade Federal de Mato Grosso, em especial para os dois programas de pós-graduação acima mencionados, o reflexo de seu compromisso com a sociedade mato-grossense, visto que entre os estados flagrados como exploradores de mão de obra escrava está Mato Grosso com 9% dos registros, ocupando um vergonhoso terceiro lugar, onde o Pará aparece em primeiro lugar com 27% de flagrantes; Minas Gerais com 11%; e Goiás com 8%. A partir desta realidade o PAI permanece construindo alternativas para reduzir a vulnerabilidade de trabalhadores e trabalhadoras resgatados/as e expostos/as a uma situação de exploração e de aliciamento que fragiliza o projeto nacional de aprofundamento da democracia e de justiça social.