ESTUDO FLORÍSTICO NO PARQUE ESTADUAL DO SÍTIO DO RANGEDOR, UM FRAGMENTO FLORESTAL URBANO EM SÃO LUÍS, MARANHÃO, BRASIL

Autores

  • Eduardo Bezerra de Almeida Jr
  • Ingrid Fabiana Fonseca Amorim
  • Camila dos Santos Pires
  • Hynder Lima de Souza
  • Thauana Oliveira Rabelo
  • Simone de Melo dos Santos
  • Gabriela dos Santos Amorim
  • Márcia Maria Corrêa Rêgo

Resumo

O presente estudo tem como objetivo realizar um levantamento da flora fanerogâmica de um fragmento florestal urbano em São Luís, Maranhão. O estudo foi realizado no Parque Estadual do Sítio do Rangedor (02°29’49” S 44°16’7” W) e as coletas ocorreram entre 2010 a 2011 e entre 2013 a 2015. O material coletado foi identificado com auxílio de literatura especializada. A grafia dos nomes das espécies e dos autores foi verificada no site da Flora do Brasil, além da classificação quanto à origem e status de conservação. Foram identificadas 176 espécies, 141 gêneros e 51 famílias. As famílias Fabaceae, Asteraceae, Euphorbiaceae, Poaceae, Rubiaceae, Arecaceae, Bignoniaceae, Malvaceae, Apocynaceae, Cyperaceae e Malpighiaceae apresentaram maior riqueza. Quanto ao status de conservação, 12 espécies foram classificadas como pouco preocupante. Em relação a origem das espécies, 145 são nativas do Brasil, 14 naturalizadas, quatro cultivadas e duas exóticas. Para as formas biológicas foram categorizadas 51 ervas, 46 árvores, 40 arbustos, 17 subarbustos, 12 trepadeiras, 8 palmeiras e 2 lianas. Diante disso, conhecer a flora da área mostra-se necessário para manutenção da paisagem local, contribuindo com informações sobre a riqueza vegetal desse fragmento florestal urbano.

Biografia do Autor

Eduardo Bezerra de Almeida Jr

Professor do Departamento de Biologia da Universidade Federal do Maranhão.

Ingrid Fabiana Fonseca Amorim

Doutoranda da Pós-Graduação em Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia legal (BIONORTE), Universidade Federal do Maranhão

Camila dos Santos Pires

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Botânica. Universidade Federal Rural da Amazônia.

Hynder Lima de Souza

Graduando em Ciências Biológicas. Laboratório de Estudos Botânicos (LEB). Universidade Federal do Maranhão

Thauana Oliveira Rabelo

Bióloga. Laboratório de Estudos Botânicos (LEB). Universidade Federal do Maranhão.

Simone de Melo dos Santos

Bióloga. Laboratório de Estudos sobre Abelha (LEA). Universidade Federal do Maranhão.

Gabriela dos Santos Amorim

Professora da Universidade Estadual do Maranhão – Campus Colinas.

Márcia Maria Corrêa Rêgo

Professora do Departamento de Biologia da Universidade Federal do Maranhão.

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Publicado

2021-09-15