A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO INTERDISCIPLINAR DE VIVÊNCIA NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Autores

  • Lucas Lázaro Cirineu Santos
  • Talissa Magno Mendoza
  • Maíra Luciana Guimarães Conde
  • Carolina Rafaela Barroco Soares

Resumo

A universidade é composta por um importante pilar, que é o Ensino, a Pesquisa e a Extensão. Dentro das ciências florestais, a extensão universitária é a maneira de aproximar o estudante com a realidade de campo, e torna-se cada vez mais necessário que haja uma melhor execução deste pilar na universidade, pois é através da extensão universitária que o acadêmico interage melhor com a sociedade, conhecendo suas demandas. O Estágio Interdisciplinar de Vivência tem como objetivo proporcionar aos acadêmicos que o realizam uma melhor proximidade ao meio rural, atuando nas atividades realizadas nos assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em áreas onde encontra-se também o Movimento dos Atingidos por Barragens e em outros segmentos da via campesina.  Este artigo objetiva através de relato, divulgar as experiências dos acadêmicos de Engenharia Florestal no Estágio Interdisciplinar de Vivência, realizado no estado do Pará, em 2015. Entre os dias 10 e 17 de julho de 2015, ocorreu o Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV) no Estado do Pará. O EIV baseou-se em uma metodologia de interação entre diversos cursos, como Engenharia Florestal, Agronomia, Biologia, Farmácia, Zootecnia, entre outros. O estágio aconteceu em três fases (preparação, vivência e avaliação). Este relato de caso está dividido em três fases, são elas: Relato de caso no Sistema de Produção Agroecológico (SAPO), Assentamento no Quilombo Zumbi dos Palmares e na Vila Espirito Santo, área do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). O Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV) foi de grande importância para a formação profissional e humana de quem o realizou.

Biografia do Autor

Lucas Lázaro Cirineu Santos

Mestrando em Engenharia Florestal, Universidade do Estado de Santa Catarina, Lages – SC.

Talissa Magno Mendoza

Mestranda em Engenharia Florestal, Universidade do Estado de Santa Catarina, Lages – SC.

Maíra Luciana Guimarães Conde

Mestranda em Ciências de Florestas Tropicais, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Manaus – AM.

Carolina Rafaela Barroco Soares

Mestranda em Engenharia Florestal, Universidade do Estado de Santa Catarina, Lages – SC.

Downloads

Publicado

2021-09-15