PROPAGAÇÃO VEGETATIVA DE Melissa officinalis L. POR ESTAQUIA

Autores

  • Michel Anderson Masiero
  • Carla Marins Santos Santana Viana
  • Carolina Tesseroli Lupepsa
  • Felipe Régis Silva
  • Gabriela Martins Cabral de Almeida
  • João Paulo Tombolato
  • Keliane Carolino
  • Rodrigo Quirino da Silva
  • Daniela Macedo de Lima

Resumo

Melissa officinalis L. é uma planta conhecida pelos seus princípios fitoterápicos, com usos na indústria farmacêutica e medicina convencional pelas populações em diversas partes do mundo. O trabalho teve como objetivo estudar a propagação vegetativa de M. officinalis L. por estaquia e seu potencial de enraizamento utilizando diferentess tipos de estacas. O estudo foi conduzido de março a junho de 2018 na UNEPE (Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão) Viveiro Florestal situado na Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Dois Vizinhos (UTFPR-DV). A partir de ramos herbáceos oriundos de plantas matrizes de M officinalis, localizadas na UNEPE Horticultura (UTFPR-DV), preparou-se estacas de 8 cm de comprimento e cerca de 2 mm de diâmetro, com corte em bisel na base. Diante disso, foram preparados três tipos de estacas: sem folha (ESF), folha reduzida (EFR) e folha inteira (EFI). O delineamento experimental adotado foi inteiramente casualizado (DIC), com três tratamentos (tipos de estacas), quatro repetições e 10 estacas por parcela. Após 90 dias foram avaliadas: percentagem de estacas enraizadas (PEE), estacas mortas (PEM), estacas vivas (PEV), estacas com calos (PEC), número médio (NR) e comprimento médio das raízes (CMR), percentagem de estacas com brotações (PEB) e o número médio de brotações por estaca (NB). Concluiu-se que estacas com presença de folhas (reduzidas ou inteiras) são as mais indicadas para a propagação de melissa.

Biografia do Autor

Michel Anderson Masiero

Mestrando em Agronomia (Produção Vegetal), Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, Câmpus Marechal Cândido Rondon. R. Pernambuco, 1777 - Centro, Mal. Cândido Rondon, Paraná, Brasil, 85960-000. Bolsista Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES

Carla Marins Santos Santana Viana

 Discente do Curso de Engenharia Florestal, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Câmpus Dois Vizinhos. Estr. p/ Boa Esperança, km 04, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil, 85660-000

Carolina Tesseroli Lupepsa

Discente do Curso de Engenharia Florestal, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Câmpus Dois Vizinhos. Estr. p/ Boa Esperança, km 04, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil, 85660-000

Felipe Régis Silva

Discente do Curso de Engenharia Florestal, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Câmpus Dois Vizinhos. Estr. p/ Boa Esperança, km 04, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil, 85660-000.

Gabriela Martins Cabral de Almeida

Discente do Curso de Engenharia Florestal, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Câmpus Dois Vizinhos. Estr. p/ Boa Esperança, km 04, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil, 85660-000.

João Paulo Tombolato

Discente de Licenciatura em Ciências Biológicas, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Câmpus Dois Vizinhos. Estr. p/ Boa Esperança, km 04, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil, 85660-000.

Keliane Carolino

Discente do Curso de Engenharia Florestal, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Câmpus Dois Vizinhos. Estr. p/ Boa Esperança, km 04, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil, 85660-000

Rodrigo Quirino da Silva

Discente do Curso de Engenharia Florestal, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Câmpus Dois Vizinhos. Estr. p/ Boa Esperança, km 04, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil, 85660-000.

Daniela Macedo de Lima

Docente Dra., Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Dois Vizinhos, Estr. p/ Boa Esperança, km 04, Dois Vizinhos, Paraná, Brasil, 85660-000.

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Publicado

2021-03-04