EDITORIAL

Autores

  • Elza Souza
  • Marcelo Kimura

Resumo

EDITORIAL

 

A Revista de Publicação Cientifica Biodiversidade é multidisciplinar e compreende o somatório de esforços coletivos de pesquisadores que atuam nos cursos ligados à área das ciências aplicadas, especialmente dos cursos que estudam todas as formas de vida: seres humanos, animais, plantas, microrganismos, etc. Tem por meta a divulgação e socialização de dados técnico-científicos a respeito da estrutura, forma, evolução e funcionamento dos seres vivos e como eles se relacionam com o meio ambiente.

O conhecimento humano é dividido em Grandes Áreas, que reúnem nelas tudo o que sabemos. E, essas Grandes Áreas aglomeram diversas áreas do conhecimento de acordo com a afinidade de seus objetivos de estudo, métodos cognitivos e recursos instrumentais, refletindo contextos sociopolíticos específicos. Portanto, a revista de publicações cientificas Biodiversidade, já divulgou artigos, enfatizando, aspectos relacionados à flora, fauna, conservação, etnobotânica, sustentabilidade e muito outros, explorando campos das Ciências Biológicas, das Ciências Exatas e da Terra, das Ciências Agrárias, Educação, etc.

Enfim, a biodiversidade é uma das características fundamentais da natureza por ser responsável pela estabilidade dos ecossistemas e pelo seu equilíbrio. Também apresenta grande potencial econômico, pois é considerada a base de muitas atividades: agrícolas, pecuárias, pesqueiras, florestais. O seu potencial estende-se também a indústria da biotecnologia, ou seja, da fabricação de cosméticos, remédios, hormônios e sementes. A biodiversidade possui valor ecológico, social, genético, econômico, científico, educacional, cultural e recreativo. Logo, a sua conservação é de extrema importância para todos os seres vivos.

Por outro lado, as queimadas relacionadas à ação humana, que ocorreram em 2020 por várias regiões do Brasil, atingiram proporções que puseram a população brasileira em alerta.  E dos biomas:  Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa, o que mais sofreu com as chamas foi o Pantanal.

A região do Parque Estadual Encontro das Águas, que abriga a maior concentração de onças-pintadas do mundo, foi cercado pelas chamas, que avançaram pelo Norte, pela Transpantaneira, e pelo Sul, vindas do Mato Grosso do Sul. Outro parque na linha do fogo foi o Parque Estadual das Nascentes do Taquari, na divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que reúne as nascentes de alguns dos rios que compõem o Pantanal. O parque se localiza em uma área de transição entre o Cerrado e a vegetação pantaneira e é considerado um importante corredor natural de biodiversidade.

Infelizmente, se destacaram como consequências, além dos impactos para a biodiversidade e equilíbrio ambiental, prejuízos relacionadas com a sustentabilidade, bioeconomia e comprometimento na saúde da população local que sofrera com o aumento da frequência de doenças respiratórias, em meio ao auge da pandemia da covid-19 na região. Dessa forma esperamos mais uma vez contribuir com o conhecimento e divulgação técnico-científica dos resultados dos diferentes estudos e pesquisas realizados nessa temática, em diferentes ambientes.

Reafirmamos a nossa responsabilidade social com os saberes oriundos das regiões enfocadas neste número do volume 19 da Revista de Publicação Cientifica Biodiversidade.

A Comissão Editorial da Revista Cientifica Biodiversidade agradece a todos que contribuíram para que essa edição se transformasse em realidade. 

 

 

Dra. Elza Amélia de Souza

Prof. Associada do Dep. de Biologia/ICEN/CUR/UFMT

Membro do Conselho Editorial/Revista Biodiversidade

 

 

Marcelo Teiji Kimura

 Biólogo/UFMT/CUR/UFMT

Membro do Conselho Editorial/Revista Biodiversidade

Biografia do Autor

Elza Souza

Prof. Associada do Dep. de Biologia/ICEN/CUR/UFMT
Membro do Conselho Editorial/Revista Biodiversidade

Marcelo Kimura

Biólogo/UFMT/CUR/UFMT
Membro do Conselho Editorial/Revista Biodiversidade

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Publicado

2020-10-17