A DEMANDA POR CARVÃO VEGETAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS SOBRE O AGRONEGÓCIO DO EUCALIPTO NO BRASIL

LEANDRO PESSOA LUCENA, FRANCISCO JOSÉ KLIEMANN NETO, FERNANDA MARIANO MASSUIA, CARLOS EDUARDO DE FREITAS

Resumo


As agroindústrias que consomem biomassa florestal têm crescido a taxas expressivas nos últimos anos, principalmente as que demandam: celulose e papel, siderurgia a carvão vegetal, painéis de madeira para móveis e construções civis, toras extraídas para exportação in natura, entre outros. Porém, o que mais se tem destaque, e preocupações socioeconômicas e ambientais, é a produção de carvão vegetal como insumo-produto a atividade siderúrgica. Logo, esse trabalho teve como objetivo apresentar essa dependência de consumo das siderurgias pelo carvão vegetal e a relação desse consumo com a expansão da Silvicultura do Eucalipto. Para tanto, utilizou-se o Modelo de Correlação Linear e o MMMQ como instrumentos de análise estatística do grau de influência e relação do Carvão Vegetal sobre a Produção de Eucalipto e vice-versa. Os resultados encontrados apresentaram uma projeção crescente e linear da atividade Silvícola do Eucalipto, a fim de atender uma expressiva necessidade de elevação da produção de Carvão Vegetal como principal insumo-produto demandado pelas siderurgias. Sob o ponto de vista do agronegócio esses resultados podem ser dimensionados a uma produção industrial mais limpa e sustentável, atendendo assim as imposições globais, com a finalidade de se produzir com recursos renováveis.


Palavras-chave


Economia florestal, Estruturas de mercado, Externalidades.

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