PROGRAMA DE EXTENSÃO HORTO DIDÁTICO: INSTRUMENTO PARA INTRODUZIR ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NA ESCOLA

Autores

  • Maria Isabeli Pereira Gonçalo Universidade Federal de Mato Grosso.
  • Aleudo de Sousa Universidade Federal de Mato Grosso.
  • Jacqueline Cosmo Andrade Universidade Federal de Mato Grosso.

Palavras-chave:

Horto didático. Alfabetização científica. Escola.

Resumo

Nos últimos tempos, a preocupação com meio ambiente está sendo bastante discutida nos meios de comunicação, assim, o ser humano está percebendo que pode comprometer a sua geração e as futuras se não preservar. Neste contexto, este trabalho objetiva a inserção da alfabetização científica na escola, por meio da utilização do programa de extensão horto didático. Dentre as atividades didáticas, são realizadas palestras, oficinas sobre plantas medicinais, visitas guiadas dos alunos da rede básica de ensino ao horto didático. Diante desse instrumento de ensino-aprendizagem que é o horto didático, pretende-se motivar e conscientizar os visitantes a desenvolverem práticas que estimulem e insiram a alfabetização científica na escola.  Portanto, há necessidade de romper o parâmetro de que o conhecimento científico é construído apenas nos espaços da universidade, assim um Horto didático de plantas bioativas pode ser um instrumento de ensino para integrar o conhecimento científico e o saber popular.

Biografia do Autor

Maria Isabeli Pereira Gonçalo, Universidade Federal de Mato Grosso.

Discente do Curso de Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Naturais e Matemática, Universidade Federal do Cariri, Instituto de Formação de Educadores.

Aleudo de Sousa, Universidade Federal de Mato Grosso.

Discente do Curso de Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Naturais e Matemática, Universidade Federal do Cariri, Instituto de Formação de Educadores.

Jacqueline Cosmo Andrade, Universidade Federal de Mato Grosso.

Docente do Curso de Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Naturais e Matemática, Universidade Federal do Cariri, Instituto de Formação de Educadores.

Referências

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Publicado

2019-03-19