https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/issue/feedRevista Panorâmica online2025-12-23T13:51:23+00:00Equipe Editorial da Revista Panorâmica on-linerevistapanoramica.cua@ufmt.brOpen Journal Systems<div class="gmail_default" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 18px; background-color: #ffffff; color: #111111;"> <div class="gmail_default"><span style="font-family: garamond, serif;"><strong>ISSN: </strong><strong>2238-9210 </strong></span></div> <div class="gmail_default"><span style="font-family: garamond, serif;"><strong>Revista online: </strong>a partir do volume 19 - 2015. </span></div> <div class="gmail_default"><span style="font-family: garamond, serif;"><strong>Revista impressa: </strong>até o volume 18 - 2015.</span></div> <div class="gmail_default"><span style="font-family: garamond, serif; text-transform: uppercase;"> </span></div> <div class="gmail_default"><strong>AVALIAÇÃO QUALIS</strong></div> <div class="gmail_default"> </div> <div class="gmail_default">Com base na Classificação de Periódicos do quadriênio 2017-2020, a Revista Panorâmica é B1 para as seguintes áreas:</div> <div class="gmail_default"> </div> <div class="gmail_default">ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS;</div> <div class="gmail_default">CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO;</div> <div class="gmail_default">ASTRONOMIA / FÍSICA;</div> <div class="gmail_default">CIÊNCIA DE ALIMENTOS;</div> <div class="gmail_default">CIÊNCIA POLÍTICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS;</div> <div class="gmail_default">CIÊNCIAS AGRÁRIAS I;</div> <div class="gmail_default">CIÊNCIAS AMBIENTAIS;</div> <div class="gmail_default">CIÊNCIAS BIOLÓGICAS I;</div> <div class="gmail_default">CIÊNCIAS BIOLÓGICAS III;</div> <div class="gmail_default">COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO;</div> <div class="gmail_default">EDUCAÇÃO;</div> <div class="gmail_default">EDUCAÇÃO FÍSICA;</div> <div class="gmail_default">ENGENHARIAS I;</div> <div class="gmail_default">ENGENHARIAS II;</div> <div class="gmail_default">ENSINO;</div> <div class="gmail_default">GEOGRAFIA;</div> <div class="gmail_default">INTERDISCIPLINAR;</div> <div class="gmail_default">LINGUÍSTICA E LITERATURA;</div> <div class="gmail_default">MATERIAIS;</div> <div class="gmail_default">MEDICINA I;</div> <div class="gmail_default">PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL / DEMOGRAFIA;</div> <div class="gmail_default">QUÍMICA;</div> <div class="gmail_default">SOCIOLOGIA.</div> <div class="gmail_default"> </div> <div class="gmail_default">FONTE: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf</div> <div class="gmail_default"> </div> </div>https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1856Apresentação do dossiê 2025-12-23T12:21:29+00:00Mauro José de Souzamaurimsouza@gmail.comWarley Carlos de Souzamaurimsouza@gmail.com<p>A realidade se apresenta de forma multifacetada de tal modo que diversas leituras podem ser a ela dispensadas. De maneira análoga é pavimentado o caminho da Educação Física Escolar, em que se apresentam distintas possibilidades e dificuldades de interpretação e, obviamente de análise. Nestes, o elemento basilar de manifestação da realidade, não pode ser visto de forma estanque, tampouco uma extensão do pensamento ou confirmação do pensamento do pesquisador.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1857Práxis e Estudos Culturais Físicos: implicações para a formação em Educação Física2025-12-23T12:26:46+00:00Gabriella Gonçalves Mendes da Silvagabriellagmendess@gmail.comVitor Hugo Maranigabriellagmendess@gmail.comEduarda Carolina Irbergabriellagmendess@gmail.comÁbia Lima de Françagabriellagmendess@gmail.com<p>De caráter qualitativo, o presente estudo investiga o modo como o termo práxis emerge na obra <em>Routledge Handbook of Physical Cultural Studies</em>, apontando contribuições para a constituição de práticas pedagógicas críticas em processos formativos na Educação Física. A partir da referida obra, foram analisados 18 capítulos que mencionam o termo ao menos uma vez. A partir da leitura de cada texto, ambos foram organizados em dois grupos: A, com ênfase conceitual, em que o termo possui foco central de discussão; e B, com foco transversal, emergindo de forma pontual e/ou secundária. A partir disso, estruturamos três categorias interpretativas que possuem o intuito de organizar o modo como o termo é acionado, sem propósito de estabelecer noções rígidas/fixas, são elas: 1) emancipatória/social; 2) feminista/metodológica; e 3) pedagógica/educativa. Apesar das diferenças contextuais de cada estudo, os capítulos convergem ao conectar teoria, ação e reflexão crítica. O estudo evidencia a práxis como instrumento analítico e de intervenção, que interpretamos como contribuinte pensar práticas, pesquisas e fazeres pedagógicos na Educação Física, promovendo consciência crítica, inclusão social e engajamento.</p>2025-12-22T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1858A percepção dos professores de Educação Física escolar quanto às contribuições da Ginástica Geral ao processo de formação humana2025-12-23T12:34:49+00:00Myllena Ferreira Mirandamaurimsouza@gmail.comMauro José de Souzamaurimsouza@gmail.com<p>O campo de conhecimento da Educação Física tem enfrentado historicamente embates no sentido da transposição de uma abordagem anátomo-fisiológica a uma perspectiva crítica de condução de seus conteúdos, o que tem provocado dilemas e desafios nem sempre lineares. Este trabalho objetivou investigar, no contexto da prática pedagógica, a real percepção do professor de Educação Física escolar quanto as contribuições da Ginástica Geral ao processo de formação humana. Por meio de entrevista semiestruturada, 04 professores da educação básica ofereceram suas percepções sobre este objeto de estudo. Os resultados indicaram que a percepção acerca do assunto ainda é limitada, o que acaba por contribuir para a continuidade de uma educação alienada, havendo a necessidade de (re)pensar esta ação e percepção docente no sentido de uma educação efetivamente emancipatória.</p>2025-12-22T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1859Educação física escolar - entre teoria e prática: percepções de estudantes do ensino médio em dois diferentes contextos históricos2025-12-23T12:38:46+00:00Marieta Judith Ferraz Ferreiramarietaferreira@gmail.comFrancielly da Silva Marcondesmarietaferreira@gmail.comLourenna Emylly Ferreira Barbosamarietaferreira@gmail.comGeovane Trindade Mouramarietaferreira@gmail.comDouglas Da Silva Ferrazmarietaferreira@gmail.comPâmela Auxiliadora Garção da Silvamarietaferreira@gmail.com<p>Historicamente, a Educação Física (EF) no Brasil foi marcada por influências médico-higienistas, militaristas e esportivistas, refletindo valores sociais como saúde pública, disciplina e competitividade. Com a Lei de Diretrizes e Bases de 1996, tornou-se obrigatória, passando a integrar a formação integral do aluno, apesar de ainda sofrer pressão para ser facultativa no ensino médio. A disciplina, contudo, ainda sofre com a dicotomia entre teoria e prática, predominando o aspecto prático, ligado ao esporte, e relegando o conhecimento teórico. Pesquisa qualitativa realizada com estudantes do ensino médio em 2003 e 2025 através de questionário semiestruturado, revelou que, apesar de reconhecerem a importância dos conteúdos para além do esporte, os alunos associam a EF principalmente à prática esportiva e regras, valorizando atividades práticas e desestimulando aulas teóricas. As poucas mudanças ao longo dos anos refletem tensões entre as matrizes científica e pedagógica da área, indicando a necessidade de uma abordagem mais integrada que valorize tanto o saber teórico quanto o prático para uma formação mais crítica e completa dos estudantes.</p>2025-12-22T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1860A competitividade nas aulas de educação física na educação infantil: seus efeitos na cooperação e formação integral2025-12-23T12:48:44+00:00Larissa Da Silva Alvesdelaorlaryssa@gmail.com, Leandro Procópio Ferreira dos Santosdelaorlaryssa@gmail.comMaria Aparecida Garcez Barros Oliveiradelaorlaryssa@gmail.comGustavo Pereira Dos Passosdelaorlaryssa@gmail.comArnoudh Rodrigues Pinheiro De Souzadelaorlaryssa@gmail.com<p>Este estudo teve como objetivo analisar de que maneira a competitividade, quando inserida nas aulas de Educação Física na Educação Infantil, influencia os processos de cooperação e contribui para a formação integral das crianças. A pesquisa, de natureza qualitativa e fundamentada em revisão bibliográfica, foi complementada por observações realizadas no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). Os resultados indicaram que a presença de desafios competitivos, quando orientada por mediação pedagógica adequada, favorece o engajamento, a motivação e a socialização entre os alunos. Em contrapartida, práticas centradas exclusivamente na vitória individual tendem a promover exclusão e rivalidade, comprometendo a cooperação. Constatou-se ainda que a integração equilibrada entre atividades competitivas e colaborativas pode potencializar o desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo das crianças. Conclui-se que a atuação docente é determinante para ressignificar a competitividade como recurso pedagógico, de modo a transformá-la em instrumento inclusivo e formativo para a construção coletiva de valores.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1861Quando o preconceito veste o uniforme: a homofobia e o silenciamento nas salas de aula2025-12-23T12:56:50+00:00Francielly da Silva Marcondesfranciellymarcondesf@gmail.comLourenna Emylly Ferreira Barbosafranciellymarcondesf@gmail.com<p>O presente artigo aborda o fenômeno do bullying homofóbico no contexto escolar, analisando suas manifestações, causas e consequências para a formação moral, emocional e social dos estudantes. A pesquisa busca compreender como as práticas discriminatórias relacionadas à orientação sexual e identidade de gênero interferem na convivência, no processo educativo e no desenvolvimento do respeito às diferenças. A partir de uma abordagem qualitativa e quantitativa, fundamentada em autores que discutem a diversidade, a sexualidade e os direitos humanos, o estudo evidencia que a escola ainda reproduz práticas excludentes, legitimando o preconceito e o silenciamento das vítimas. Os resultados revelam a urgência de ações pedagógicas que promovam a empatia, a inclusão e a valorização da diversidade, destacando o papel fundamental dos professores na desconstrução de estereótipos e no enfrentamento de todas as formas de violência. Conclui-se que o combate ao bullying homofóbico deve ultrapassar o discurso da tolerância e se consolidar em práticas educativas transformadoras, que garantam o direito de todos os alunos à dignidade e ao respeito.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1862Currículo, diferença e educação física: o papel formativo dos Colégios de Aplicação na tematização de gênero e sexualidade2025-12-23T13:08:06+00:00Julia Victoria Cardoso Belovitor.marani@ufg.br, Laiany Marques Guimarãesvitor.marani@ufg.brSanthiago Magalhães Almeida Neryvitor.marani@ufg.brÁbia Lima de Françavitor.marani@ufg.brVitor Hugo Maranivitor.marani@ufg.br<p>Este projeto investiga a tematização de gênero e sexualidade nas propostas curriculares de Educação Física de Colégios de Aplicação das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. De natureza qualitativa, a pesquisa utiliza análise documental (Kripka; Scheller; Bonotto, 2015) e Análise de Conteúdo (Bardin, 2010), fundamentada nos Estudos Culturais Físicos (Silk; Andrews; Thorpe, 2017). Os objetivos foram: mapear os currículos; identificar como gênero e sexualidade aparecem em ementas, objetivos e conteúdos; e analisar de que modo essa tematização contribui para a construção de uma Educação Física voltada à justiça social. A análise dos planos de ensino resultou em quatro categorias: 1) Reconhecimento das diferenças de gênero; 2) Sexualidade; 3) Atravessamentos nas práticas corporais; 4) Processos de exclusão, discriminação e preconceito. Observou-se que a ausência dessas temáticas em diversas ementas pode revelar resistência institucional ou falta de conscientização, conforme problematizado por Butler (2018). Por outro lado, nos documentos em que gênero e sexualidade estão presentes, há uma preocupação em desenvolver práticas inclusivas e críticas, promovendo debates pedagógicos e emancipatórios. O estudo evidencia que, embora haja avanços em determinados contextos, ainda persiste a necessidade de maior incorporação desses temas nos currículos. Ao propor reflexões críticas sobre as práticas corporais e suas intersecções com as diferenças, a pesquisa aponta para a relevância de uma Educação Física comprometida com a justiça social, capaz de dialogar com a diversidade e enfrentar desigualdades historicamente naturalizadas no ambiente escolar.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1863A violência no contexto escolar: percepções e vivências dos alunos2025-12-23T13:15:52+00:00Myllena Ferreira Mirandamyllena.ferreirabg39@gmail.comDaniele Alves Rodrigues dos Santosmyllena.ferreirabg39@gmail.comMiriã Nonato Limamyllena.ferreirabg39@gmail.comCarine Godoi de Castromyllena.ferreirabg39@gmail.com<p>A violência no contexto escolar é um fenômeno complexo que impacta diretamente o processo de ensino-aprendizagem e as relações interpessoais. Este artigo tem como objetivo compreender como os alunos percebem a violência na escola, buscando analisar de que forma interpretam e enfrentam esse problema. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, foi realizada com oito alunos do 4º e 5º ano do Ensino Fundamental de uma escola municipal localizada em Pontal do Araguaia (MT). Os dados foram coletados por meio de uma roda de conversa, com gravação de áudio, e analisados por meio da técnica de análise de conteúdo. Os resultados revelaram uma percepção ambivalente sobre o ambiente escolar, descrito com palavras tanto positivas quanto negativas. Os participantes relataram ter vivenciado, praticado ou presenciado situações de bullying, manifestadas por agressões físicas e psicológicas, como ofensas relacionadas à aparência, ao corpo, ao cabelo e ao modo de falar. Segundo os alunos, a violência tem origem principalmente no bullying e em julgamentos entre colegas. Como sugestões para a melhoria do ambiente escolar, apontaram a necessidade de maior supervisão por parte dos responsáveis, melhorias na infraestrutura física e a qualificação dos professores. Conclui-se que a escuta ativa dos alunos e a reflexão sobre a ação docente são fundamentais para a elaboração de intervenções pedagógicas e políticas institucionais eficazes, capazes de promover um ambiente escolar mais seguro e acolhedor para todos.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1864Inclusão nos jogos interclasses: desafios para a participação coletiva e democrática2025-12-23T13:22:19+00:00Geovana Pereira Damasgeovanapereiradamas@hotmail.comMauro José de Souzageovanapereiradamas@hotmail.com<p>Este artigo analisa a organização e execução dos Jogos Interclasses no contexto da Educação Física Escolar, com foco nos processos inclusivos priorizados pelos professores. A partir de uma abordagem qualitativa, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com quatro docentes do Ensino Fundamental II, buscando compreender os critérios de seleção de jogadores e as estratégias pedagógicas adotadas. Os resultados revelam que, embora os Jogos Interclasses possuam potencial inclusivo, sua efetivação depende da intencionalidade dos professores, da estrutura disponível e da cultura escolar vigente. Conclui-se que é necessário ressignificar esses eventos como práticas pedagógicas que promovam a diversidade, a cooperação e o pertencimento de todos os alunos.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1865Estágio em educação física: o seminário como processo de intervenção2025-12-23T13:27:56+00:00Jaqueline da Silva Nunesjacquelinenunes@ufgd.edu.brMinéia Carvalho Rodriguesjacquelinenunes@ufgd.edu.brPatrícia Santos de Oliveriajacquelinenunes@ufgd.edu.br<p>O estágio curricular supervisionado, promove aquisição de conhecimento por meio da exploração de infinitas possibilidades de conhecimentos, envolvendo discussões, debates, reflexões e pesquisas, que irão constituir os saberes ao longo da formação docente. Nesse sentido, o estágio poderá se constituir em atividade de pesquisa. Partindo dessa premissa, é que estruturamos o presente artigo, o qual tem como objetivo descrever o projeto de Ensino de Estágio do Curso de Educação Física da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), e analisar a percepção dos estudantes a partir dos relatórios. Para tanto, foi realizada uma pesquisa documental por meio de análise do projeto de ensino cadastrado na Faculdade de Educação da UFGD, e dos relatórios das disciplinas de Estágio Curricular Obrigatório do ensino infantil, fundamental e médio. Para análise dos relatórios foi utilizado análise de conteúdo do tipo categorial temática. A partir do exposto, espera-se que o presente estudo forneça subsídios para se pensar os Seminários de Estágio enquanto estratégia para promover reflexões sobre/no campo de ação escolar, auxiliando os estudantes de Educação Física a refletirem sobre suas expectativas, os pontos positivos e negativos ao se confrontarem com a realidade escolar.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1866Escola inclusiva na percepção dos professores da educação básica2025-12-23T13:32:36+00:00Ellen Bueno Macedo de Souzaellenbmsouza@gmail.comWarley Carlos de Souzaellenbmsouza@gmail.com<p>Este artigo tem como objetivo analisar as percepções de professores da educação básica a respeito de educação e de escola inclusiva, comparando, em que medida essas percepções dialogam ou distanciam da legislação educacional e dos estudos no campo da educação inclusiva. Para tanto, o estudo se alicerça nas seguintes perguntas: o que é educação inclusiva e quais características de uma escola inclusiva? O que o professor percebe sobre escola inclusiva e, em que medida, essa percepção se contrapõe ou se aproxima da legislação? Para alcançar as respostas para essas perguntas foi adotada como metodologia a pesquisa documental, bibliográfica e o estudo de campo. No âmbito da pesquisa documental foram levados em consideração o Projeto Político Pedagógico (PPP) das instituições, as leis federais como a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008), Estatuto da Criança e do Adolescente, ECA (BRASIL, 1990). Na pesquisa bibliográfica foram estudados autores como Ferreira (2003), Sassaki (1999) e Mantoan (2003). A pesquisa de campo consistiu na aplicação de questionários aos professores de duas escolas públicas de Goiânia. Os resultados apontam que, no âmbito do discurso pedagógico, os professores conseguem conceituar o que é educação inclusiva, contudo, esse discurso, em grande medida, não se materializa na prática docente em sala de aula.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1867A construção de valores e atitudes por meio das práticas esportivas na educação física escolar: perspectivas à luz da BNCC2025-12-23T13:37:03+00:00Francielly da Silva Marcondesfranciellymarcondesf@gmail.comGuibison da Silva Cruzfranciellymarcondesf@gmail.com<h1 style="margin-left: 7.1pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-weight: normal;">Este estudo analisa as relações entre o esporte e a construção de valores e atitudes, enfatizando seu papel formativo na Educação Física escolar à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Por meio de pesquisa bibliográfica e documental, investigou-se como a unidade temática esporte pode favorecer a aquisição de valores éticos e atitudes cidadãs. O trabalho demonstra que a BNCC reconhece o esporte como prática cultural com potencial de promover aprendizagens que extrapolam o domínio motor, articulando dimensões cognitivas, sociais e socioemocionais. Além disso, destaca a necessidade de metodologias pedagógicas explícitas, capazes de transformar a vivência esportiva em experiências de cooperação, respeito, empatia e justiça. Por fim, apresenta uma proposta de planejamento anual para os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, evidenciando a importância do professor como mediador de aprendizagens éticas, de modo que o esporte escolar seja um espaço de inclusão, reflexão crítica e formação integral.</span></h1>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1868Um ato de se libertar: brincadeiras populares e suas contribuições para o desenvolvimento motor das crianças2025-12-23T13:41:31+00:00Emerson Camargo Ferreiraermersonsony@hotmail.comIzabella Laize Bispo Vieira da Silvaermersonsony@hotmail.comLorena Lima Pereiraermersonsony@hotmail.comMarcos Vinicius Da Silva Marcondesermersonsony@hotmail.comAlessandra Barros de Salesermersonsony@hotmail.com<p>O presente artigo tem como objetivo analisar de que maneira as brincadeiras preferidas pelas crianças da Escola Municipal de Educação Infantil Isaías Pereira dos Santos, localizada no município de Pontal do Araguaia – MT, contribuem para o desenvolvimento motor infantil. A pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) e apresenta uma abordagem qualitativa, de caráter descritivo. As observações foram realizadas durante as atividades escolares, buscando identificar as brincadeiras mais apreciadas e compreender como estas estimulam as habilidades motoras grossas e finas. O referencial teórico fundamenta-se em autores clássicos, como Vygotsky (1991) e Piaget (1975), que ressaltam o brincar como instrumento essencial para o desenvolvimento das funções cognitivas, sociais e motoras da criança. Estudos contemporâneos, como os de Teixeira et al. (2019), Ferreira et al. (2016) e Palma, Pereira e Valentini (2012), confirmam que as práticas lúdicas favorecem o desenvolvimento neuropsicomotor e fortalecem aspectos relacionados à coordenação, equilíbrio e criatividade. Dessa forma, as brincadeiras populares assumem papel pedagógico significativo no processo educativo, pois promovem aprendizagens prazerosas e contribuem para o desenvolvimento integral das crianças. Espera-se que este estudo reforce a importância de ambientes escolares que valorizem o lúdico como ferramenta para potencializar o desenvolvimento infantil, subsidiando práticas pedagógicas mais significativas e contribuindo para a formação de sujeitos ativos, criativos e socialmente participativos</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicoscientificos.ufmt.br/revistapanoramica/index.php/revistapanoramica/article/view/1869Pequenos movimentos, grandes conquistas: relevância do professor de educação física em uma escola de educação infantil no município de Pontal do Araguaia - MT.2025-12-23T13:51:23+00:00Túlio Nascimento Leãotulio.leao@sou.ufmt.brRodrigo Chaves Vidottitulio.leao@sou.ufmt.brPedro Lucas da Silva Passostulio.leao@sou.ufmt.brGabriel de Souza Ináciotulio.leao@sou.ufmt.brAlessandra Barros de Salestulio.leao@sou.ufmt.br<p>O objetivo deste estudo foi trazer à tona o diferencial sobre a presença de um professor de Educação Física em uma escola de Educação Infantil, uma vez que, segundo a LDB, sendo esta área como obrigatória na escola, mas sem a presença de um professor da área. Foi utilizado como metodologia a pesquisa documental e bibliográfica, além de opiniões e visões das Pedagogas de uma Escola Municipal de Educação Infantil no município de Pontal do Araguaia.</p>2025-12-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025