Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia <p>A revista CORPOCONSCIÊNCIA é uma publicação quadrimestral da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso – FEF/UFMT, Brasil, com avaliação peer-review e de acesso livre. Fundada em 1997 pela FEFISA – Faculdade de Educação Física de Santo André e, desde 2015 editada na UFMT, publica artigos sobre o movimento humano e sua interface com a Educação Física, Esporte e áreas afins.</p> <p>ISSN: 2178-5945</p> Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso pt-BR Corpoconsciência 2178-5945 <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br /><br /></p> <ol type="a"> <ol type="a"> <li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Creative Commons Attribution License</a> que permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</li> <li> <div class="results-preview"> <div>A Revista Corpoconsciência da <a href="https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/index" rel="cc:attributionURL">Universidade Federal de Mato Grosso</a> está licenciada com uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license">Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional</a>. Baseado no trabalho disponível em <a href="https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/index" rel="dct:source">https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/index</a>.</div> </div> </li> <li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ol> </ol> <ol type="a"> <li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ol> O JOGO PARA O ENSINO DO ATLETISMO NA ESCOLA https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/16706 <p>Dada a escassez de propostas para a inserção efetiva do atletismo na escola, este estudo aborda as percepções de estudantes sobre uma experiência pedagógica que utiliza jogos para o ensino dessa modalidade esportiva, focando nas suas implicações para o desenvolvimento humano. Participaram do estudo, 20 estudantes de uma turma do ensino fundamental de uma escola pública. Foram ministradas 24 intervenções, tendo o jogo como ferramenta para se desenvolver a aprendizagem do atletismo. Utilizou-se como instrumento o grupo focal. Os estudantes relataram que puderam experimentar e exercitar vários valores que contribuíram numa mudança comportamental em relação ao conhecer, conviver, fazer e ser. As evidências ressaltam a necessidade de propor e ressignificar o conteúdo atletismo na escola. Concluiu-se que a utilização do jogo para o ensino esportivo, além de despertar o entusiasmo dos estudantes, pode ser um recurso de interfaces com o desenvolvimento humano e a BNCC.</p> Rodolfo Silva da Rosa Leonardo Ristow Ana Flávia Backes Valmor Ramos Edison Roberto de Souza Vinicius Zeilmann Brasil Copyright (c) 2024 Corpoconsciência https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2024-02-28 2024-02-28 e16706 e16706 10.51283/rc.28.e16706 PERCEPÇÃO DE PRATICANTES E EX-PRATICANTES DE HANDEBOL SOBRE LESÕES https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/15078 <p>O objetivo deste estudo foi investigar a percepção de 26 praticantes e ex-praticantes amadores da categoria adulto de handebol sobre as lesões sofridas por eles durante sua trajetória por meio de uma abordagem qualitativa. As lesões mais citadas foram as de entorse de tornozelo, dedos das mãos e desgaste articular do joelho, devido a acidentes por contato físico e falta de planejamento dos treinos. A principal estratégia citada pelos participantes como possível prevenção foi o fortalecimento muscular. Os resultados deste estudo podem auxiliar treinadores, profissionais responsáveis pelo processo de reabilitação e os próprios praticantes a eleger estratégias para minimizar os riscos de futuras lesões. Além de ampliar os olhares para o esporte em sua dimensão amadora, normalmente abordado pelo viés do alto rendimento.</p> Pedro Ian Barbalho Gualberto Luís Fernando Deresz Danilo Reis Coimbra Marília Martins Bandeira Sarah Teixeira Soutto Mayor Copyright (c) 2024 Corpoconsciência https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2024-02-28 2024-02-28 e15708 e15708 10.51283/rc.28.e15078 BASES EPISTEMOLÓGICAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DO ESPORTE https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/16737 <p>Este estudo buscou identificar as preferências epistemológicas, metodológicas, de organização de conteúdo e de controle da aula dos professores para o ensino do esporte na escola. Também foi verificada a associação entre os métodos de ensino do esporte (MEE) e as bases epistemológicas (BE). Foi realizada uma pesquisa de abordagem quantitativa, descritiva e analítica, com delineamento transversal. Cinquenta professores das redes pública e privada da cidade de Pelotas-RS participaram do estudo respondendo um questionário. Os professores apresentaram forte BE interacionista (72%), sensível preferência pelos MEE emergentes (52%) e preferem dividir o controle da aula com os alunos (74%). O esporte deve ser ensinado a partir da técnica para 1/3 dos professores. Os docentes com preferência nos MEE tradicionais tendem a apresentar forte BE empirista, tendência oposta à dos docentes que utilizam os MEE emergentes (p=0,009). O alinhamento didático-pedagógico do conteúdo esportivo carece de maior atenção em futuras capacitações docentes.</p> Gabriel Barros da Cunha Gabriel Gustavo Bergmann Copyright (c) 2024 Corpoconsciência https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2024-02-28 2024-02-28 e16737 e16737 10.51283/rc.28.e16737 O EMPREGO DE ESTRATÉGIAS METACOGNITIVAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/15048 <p>O artigo retrata um estudo cujo fito foi verificar o modo pelo qual professores de Educação Física escolar fomentam estratégias metacognitivas durante as aulas. Participaram da pesquisa: docentes e estudantes do 4º, 5º e 6º ano do ensino fundamental, de duas escolas da rede pública localizadas em um município do sul de Minas Gerais. Tratou-se de uma investigação orientada por métodos mistos resultantes das abordagens qualitativas e quantitativas. Em termos de recurso para coleta de dados, empregou-se o processo observacional de seis aulas de Educação Física ao longo de um mês letivo, somado a aplicabilidade de um questionário o qual visou cotejar informações sobre as estratégias metacognitivas direcionadas aos aprendizes. Os resultados sinalizaram que as referidas estratégias foram pouco promovidas no interior desse componente curricular. Malgrado, o professor e os estudantes da escola 1 (observada) apresentaram melhor eficácia e atuação, quando comparado aos discentes e professor da escola 2. Conclui-se, portanto, que o incentivo às estratégias metacognitivas ocorre com baixa incidência e de forma intuitiva no contexto educativo cuja pesquisa foi desenvolvida.</p> Andreolle Augusto dos Santos Vitor Pereira de Oliveira Marco Túlio da Silva Batista Kleber Tüxen Carneiro Fábio Pinto Gonçalves dos Reis Alessandro Teodoro Bruzi Copyright (c) 2024 Corpoconsciência https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2024-02-28 2024-02-28 e15048 e15048 10.51283/rc.28.e15048 NÍVEL DE (IN)SATISFAÇÃO COM A IMAGEM CORPORAL DE ESTUDANTES DE CURSOS SUPERIORES DO IFPB – CAMPUS SOUSA https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/16789 <p>Objetivou-se compreender o nível de (in)satisfação com a Imagem Corporal (IC) de estudantes de cursos superiores do IFPB – Campus Sousa e a relação com o gênero. A pesquisa foi desenvolvida com 84 discentes e utilizou-se o <em>Body Shape Questionnare</em> (BSQ) como instrumento. Ao analisar o nível de satisfação com a IC por gênero, observou-se que, em ambos os gêneros, a maioria encontra-se satisfeita, correspondendo a 81,3% das mulheres e 92% dos homens. Quanto a insatisfação, percebeu-se insatisfação leve (8%) para o gênero masculino e, para o gênero feminino, insatisfação leve (11,9%), moderada (3,4%) e grave (3,4%). Considera-se que pode haver relação entre o gênero e o nível de (in)satisfação com a IC de estudantes, estando os homens mais satisfeitos com a sua IC.</p> Layanne Braga Canuto Rebeka Martins Florêncio de Sousa Raiany Marcelino de Oliveira Gertrudes Nunes de Melo Giulyanne Maria Silva Souto Fernanda Lira Braga Copyright (c) 2024 Corpoconsciência https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2024-02-28 2024-02-28 e16789 e16789 10.51283/rc.28.e16789 ESTAMOS CAMINHANDO PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE? https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/16730 <p>No Sistema Único de Saúde (SUS) houve a criação de programas e estratégias de promoção da atividade física, dentre eles o Incentivo Financeiro Federal de custeio destinado a ações na Atenção Primária (IAF). Considerando que em 2023 houve uma importante ampliação do IAF, o objetivo do presente ensaio foi trazer reflexões sobre a potencial universalização da atividade física no SUS. Com mais de 25.000 unidades de saúde habilitadas, representando 52% do total das elegíveis ao IAF no Brasil, vislumbra-se a referida possibilidade de universalização da atividade física no SUS. Contudo, no primeiro ano de vigência houve um baixo grau de implementação do IAF, assim, há desafios a serem superados em busca do aumento progressivo das unidades de saúde atendendo as condições normativas para o recebimento de recursos e assim ampliando as contribuições do SUS para a efetivação do direito da população brasileira a uma vida mais fisicamente ativa.</p> Fabio Fortunato Brasil de Carvalho Leonardo Araújo Vieira Copyright (c) 2024 Corpoconsciência https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2024-02-28 2024-02-28 e16730 e16730 10.51283/rc.28.e16730