https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/issue/feed Corpoconsciência 2020-07-23T15:32:58+00:00 Evando Carlos Moreira ecmmoreira@uol.com.br Open Journal Systems <p>A revista CORPOCONSCIÊNCIA é uma publicação quadrimestral da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso – FEF/UFMT, Brasil, com avaliação peer-review e de acesso livre. Fundada em 1997 pela FEFISA – Faculdade de Educação Física de Santo André e, desde 2015 editada na UFMT, publica artigos sobre o movimento humano e sua interface com a Educação Física, Esporte e áreas afins.</p><p>ISSN: 1517-6096</p><p>ISSNe: 2178-5945</p> https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/9230 FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL: ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS E IMPLICAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL 2020-07-23T08:34:28+00:00 Luiz Gustavo Bonatto Rufino gustavo_rufino_6@hotmail.com Larissa Cerignoni Benites lari.benites@gmail.com.br Samuel de Souza Neto samuel.souza-neto@unesp.br <p>Objetivou-se analisar o processo de desenvolvimento das políticas públicas relacionadas à formação de professores de Educação Física no Brasil, assinalando os principais avanços, bem como as questões que ainda precisam ser melhores compreendidas. Para isso, realizou-se uma análise documental da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) visando compreender as transformações históricas e as principais concepções formativas ao longo do tempo. Os resultados foram divididos em três categorias: Educação Física no Brasil e as políticas públicas; Análise dos documentos e implicações para a formação na Educação Física; Desenvolvimento da prática na Educação Física e suas relações com as políticas públicas. A análise dos documentos elucidou que pouca atenção tem sido destinada às especificidades da EF. Assim, no âmbito das políticas públicas é fundamental analisar não apenas seus conteúdos latentes, mas também as relações apresentadas e suas configurações sociais estabelecidas.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10802 LIAMES CONTEXTUAIS E EPISTEMOLÓGICOS ENTRE O JOGO E A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 2020-07-23T08:34:14+00:00 Kleber Tuxen Carneiro kleber2910@gmail.com Bruno Adriano Rodrigues da Silva b.adriano_rs@yahoo.com.br Fábio Pinto Gonçalves dos Reis fabioreis@ufla.br Trata-se de um ensaio teórico, cujo fito central consistiu em debater o status do Jogo para a Educação Física. Para tanto, fez-se uma sucinta contextualização histórica em relação à eclosão das proposições de ensino decorrentes da crise epistemológica ocorrida a partir da década de 1970. São proposições pedagógicas das quais os conteúdos apresentam características e particularidades específicas, próprias de sua constituição histórica e epistemológica. Contudo, nota-se que há uma espécie de elemento “cônsono” no interior delas; senão em todas, na maioria: o jogo. Todavia, identificá-lo como elemento unívoco, malgrado possa supor certa elucidação, não se torna uma prerrogativa formativa, visto que não afiança uma concepção elaborada a seu respeito, também não assegura seus efeitos para o ensino. Por isso empreendemos a realização deste artigo, tal qual ao dossiê temático que trata desse mote, a fim de fomentar o redimensionamento do estatuto epistemológico do Jogo no interior da Educação Física. 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/9710 PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA E O JOGO: REFLEXÕES NO CONTEXTO ESCOLAR 2020-07-23T08:34:16+00:00 Marcos Paulo Vaz de Campos Pereira marcosp.pereira46@gmail.com Gelcemar Oliveira Farias fariasgel@hotmail.com O objetivo desta investigação é discutir o fenômeno jogo, em consonância com a percepção de professores de Educação Física. De caráter descritivo, participaram do estudo 77 professores de educação básica da rede estadual da região da Grande Florianópolis, Santa Catarina. Como instrumento de pesquisa, foi utilizado um questionário. Os resultados apontam que os professores investigados apresentaram diferentes percepções sobre o jogo, a saber: o jogo é uma estratégia de ensino, é um conteúdo, é diversão, é um fenômeno cultural, é um fenômeno social e alguns participantes não responderam. Pode-se concluir que os professores apresentam diferentes percepções sobre jogo, com isso, podendo observar a polissemia do fenômeno jogo, o qual apresenta diversos conceitos em distintas áreas do conhecimento. 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10508 AGON, ALEA, MIMICRY E ILINX NA ESCOLA? O ENSINO DO JOGO NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DA SISTEMATIZAÇÃO DE ROGER CAILLOIS 2020-07-23T09:33:45+00:00 Leonardo Carlos de Andrade leonardoandradeprof@gmail.com Isaac Neves de Lima issacneves@hotmail.com Maycon Ornelas Almeida maycondragon@hotmail.com <p>Esta é uma produção de natureza bibliográfica, que busca articulações didáticas a partir da classificação dos jogos por Roger Caillois e da tríade conteúdo-forma-destinatário. Tomamos o materialismo histórico-dialético como método de pesquisa e exposição para subsidiar nosso caminho da síncrese à síntese pelos determinantes apropriação e objetivação. Captamos via pesquisa exploratória em quatro periódicos da Educação Física, que os estudos pautados em Caillois nos últimos dez anos (2009-2019) são extremamente incipientes. Por isso, nos embasamos consubstancialmente na obra clássica do autor, “Os jogos e os homens”, na psicologia histórico-cultural e na pedagogia histórico-crítica para desvelarmos o conceito de jogo e a partir da sistematização do autor tecer reflexões e aproximações com o ensino na educação escolar. Concluímos que a organização do trabalho pedagógico com os jogos, pautada na categorização Agôn, Alea, Ilinx e Mimicry, traz ricas contribuições para a Educação Física escolar, sobretudo para se pensar a tríade conteúdo-forma-destinatário.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10281 PEDAGOGIA DO JOGO: ENSINO, VIVÊNCIA E APRENDIZAGEM DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL 2020-07-23T08:34:19+00:00 Débora Jaqueline Farias Fabiani de_fabiani@hotmail.com Alcides José Scaglia alcides.scaglia@gmail.com O artigo objetiva descrever a pedagogia do jogo, a partir dos processos de ensino, vivência e aprendizagem do brincar das crianças no contexto da educação não formal. Assim, foi realizada uma pesquisa qualitativa, descritiva-exploratória, composta por observação participante do horário livre, entrevistas-conversa e painel com as crianças e entrevistas semiestruturadas com os educadores. As informações foram analisadas pela Análise de Conteúdo e pela triangulação de dados. Os resultados sinalizam que os jogos são co-construídos pelas crianças, as quais aprendem a brincar com os familiares, com os amigos, com os professores de Educação Física e com a mídia. Ademais, os saberes compartilhados no jogo constituem-se das aprendizagens decorrentes da atividade e das competências necessárias para manter o estado de jogo. Conclui-se que a pedagogia do jogo está atrelada à criação de ambientes organizados e aos mediadores atentos às necessidades e interesses dos jogadores. 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10775 “UMA LUTA CONTRA MOINHOS DE VENTO”: CONCEPÇÕES DE JOGO EM 8 PROPOSTAS CURRICULARES BRASILEIRAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PÓS LDB/1996 2020-07-23T08:34:19+00:00 Rogério de Melo Grillo rogerio.grillo@hotmail.com Eloisa Rosotti Navarro eloisa-rn@hotmail.com Gilson Santos Rodrigues gio.sts.rodrigues@hotmail.com <p>Ainda que visto como um “conteúdo clássico”, o Jogo como tema ou conteúdo não é levado “a sério” na Educação Física escolar. O objetivo da pesquisa foi analisar as concepções de Jogo em oito propostas curriculares de Educação Física brasileira, pós LDB. Trata-se de pesquisa qualitativa do tipo revisão narrativa. As fontes foram 8 propostas curriculares de Educação Física (Federais e estaduais). A análise interpretativa embasou as leituras e os <em>insights</em> que consubstanciaram as interpretações. Os documentos trazem contribuições ao conceber o Jogo como atividade fundamental ao desenvolvimento e aprendizagem, elemento de cultura lúdica ou estratégia didática e tratá-lo como conteúdo, metodologia e avaliação. Porém, há insuficiências quanto à indistinção entre Jogo e Lúdico e a ausência de uma didática para o Jogo. Por fim, o estudo contribui apontando indícios de uma didática para o Jogo e reafirmando que é necessário levar o Jogo “a sério” na Educação Física escolar.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10733 O JOGO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ANÁLISE BIOECOLÓGICA 2020-07-23T08:34:21+00:00 Aline Gomes Jacobino aline.gj14@gmail.com Roberto Carlos Vieira Junior rcvieirajr@gmail.com João Carlos Martins Bressan bressan@unemat.br <p>Para a criança, os processos de aprendizagem e desenvolvimento transcorrem de acordo com as experiências vividas, os incentivos dos familiares, o ambiente escolar, o ciclo de amizade, e a relação do “eu” com o mundo. Nesse estudo, buscamos investigar o jogo educativo (livre e funcional) enquanto estrutura para a ação no processo formativo das crianças. Optamos por uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, pautada nos pressupostos da Inserção Bioecológica do Desenvolvimento Humano. Participaram da pesquisa 16 crianças, matriculadas em uma instituição de educação infantil com idade entre 4 e 5 anos. Utilizamos diários de campo para registro das observações. As análises evidenciaram que o engajamento das crianças no jogo educativo desenvolve potencial formativo e, à medida em que estão imersos em um ambiente de aprendizagem, o mesmo proporciona o desenvolvimento da função simbólica, a qual remete a aspectos miméticos de reproduzir/criar protagonismos, para assim resolver e ampliar questões emocionais intragáveis ao enfrentamento realístico.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10705 O CORPO LÚDICO COMO POSSIBILIDADE DE TRANSGRESSÃO NA ESCOLA 2020-07-23T08:34:23+00:00 Gabriel da Costa Spolaor gabriel.spolaor@hotmail.com Rogério de Melo Grillo rogerio.grillo@hotmail.com Elaine Prodócimo elaineef@unicamp.br <p>A escola é um espaço social de normatização e disciplinamento de corpos e possui mecanismos que promovem regulação de práticas, voltadas ao controle das expressões. O objetivo do estudo é interpretar manifestações do corpo lúdico no contexto escolar, assim como identificar estratégias de regulação que permeiam e constituem a cultura escolar, no sentido de controle dos corpos, dos modos de agir, pensar e expressar-se. Realizamos uma pesquisa qualitativa interpretativa, com observações de uma turma de 1º ano de uma Escola de Tempo Integral em Campinas/SP e registro narrativo em diário de campo. Identificamos que diversos mecanismos de controle são utilizados no contexto escolar, que se revela, igualmente, como espaço de resistência e transgressão das regras e normas pelas crianças. Uma das formas comumente observadas é por meio do lúdico. O corpo lúdico constitui-se como possibilidade de transgressão quanto às imposições presentes na cultura escolar.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10781 “VIVENDO E APRENDENDO A JOGAR”: IMPLICAÇÕES EPISTEMOLÓGICAS E AS RACIONALIDADES DO JOGO NO CAMPO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2020-07-23T08:34:24+00:00 Luiz Gustavo Bonatto Rufino gustavo_rufino_6@hotmail.com <p>O estudo objetivou analisar e compreender as relações entre o fenômeno do jogo e suas interfaces com o campo da formação de professores, no que se refere às diferentes racionalidades que tangenciam seu ensino e formação e as possibilidades vinculadas ao paradigma da epistemologia da prática no decorrer desse processo. Para isso, dividiu-se o trabalho em três itens: o primeiro se refere às compreensões dos processos de formação na Educação Física e suas racionalidades; o segundo se relaciona às compreensões do jogo dentro dos limites da perspectiva aplicacionista; o terceiro se vincula à investigação dos modos de apropriação do jogo na escola e seus desdobramentos. Conclui-se que a transformação da visão utilitarista do jogo a partir da consolidação do paradigma da complexidade se traduz na eminência de processos formativos que suplantem a lógica aplicacionista pautando-se nos desafios da fundamentação do paradigma da epistemologia da prática e sua racionalidade adjacente.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10713 A ELABORAÇÃO DE UMA MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENSINO DE JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS 2020-07-23T15:09:49+00:00 Thiago André Rigon thiago.rigon@usp.br Rafael Batista Novaes batistaeefe@gmail.com Mariana Harumi Cruz Tsukamoto maharumi@usp.br <p>No cenário atual, a perspectiva mecanicista vem cedendo espaço para propostas sistêmicas de ensino e treinamento do esporte. Isso significa que os exercícios para o desenvolvimento da técnica, realizados sem oposição, vêm sendo substituídos por atividades contextualizadas, que integram a técnica à tática. De maneira geral, entende-se que a melhor forma de se aprender a jogar é jogando, principalmente a partir de versões modificadas de jogo, que se popularizaram pelo termo Jogo Reduzido (JR). Visando auxiliar na construção de atividades de natureza sistêmica, o presente trabalho tem como objetivo oferecer uma matriz original para classificação e elaboração do JR, concebida a partir da reflexão sobre a utilização do jogo como ferramenta de ensino e a definição de objetivos pedagógicos, com exemplos no futebol e futsal. Pretende-se indicar contextos para a implementação do JR que podem ser estendidos, inclusive, para outras modalidades esportivas.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10780 DOS JOGOS TRADICIONAIS ÀS TÉCNICAS CORPORAIS: UM ESTUDO A PARTIR DAS RELAÇÕES ENTRE JOGO E CULTURA LÚDICA 2020-07-23T08:34:27+00:00 Alcides José Scaglia alcides.scaglia@fca.unicamp.br Débora Jaqueline Farias Fabiani de_fabiani@hotmail.com Luís Bruno de Godoy godoy.luisb@gmail.com <p>A contemporaneidade influencia o uso dos corpos, afetando as relações sociais, a dinâmica cultural e o jogo. Nesse sentido, é necessário problematizar as inter-relações entre sociedade contemporânea, cultura lúdica e suas técnicas corporais, desenvolvidas pelos jogos tradicionais. Assim, esse estudo exploratório objetiva compreender o papel do jogo na dinâmica cultural, enfatizando os processos criativos e o impacto dos períodos históricos e seus contextos socioculturais nas técnicas corporais, evidenciado a partir dos jogos tradicionais. Constatou-se as estreitas relações entre sociedade, técnicas corporais, jogo e brinquedo, em meio aos processos criativos de co-construção e ressignificação da cultura lúdica pelas crianças. Portanto, é evidente que as mudanças advindas da contemporaneidade configuram-se impactantes, pois ao alterar tempos e espaços, transformam os jogos tradicionais, provocando uma complexa reação em cadeia ao longo dos anos e significativas alterações na expressão e uso do corpo no jogo e, consequentemente, nas técnicas corporais.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10777 DO AMBIENTE DE JOGO À PERSPECTIVA RIZOMÁTICA: CONJECTURAS PARA O ENSINO DAS LUTAS/ARTES MARCIAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 2020-07-23T15:32:58+00:00 Álex Sousa Pereira alexjhowsp@hotmail.com Fábio Pinto Gonçalves dos Reis fabioreis@ufla.br Kleber Tuxen Carneiro kleber2910@gmail.com Trata-se de um ensaio teórico-metodológico cujo fito central consiste em pensar o ensino-aprendizagem das lutas/artes marciais no interior das aulas de Educação Física escolar. Para isso, no primeiro momento, trazemos à tona o debate que a literatura especializada apresenta sobre o assunto. Em seguida, delimita-se o objeto de ensino da Educação Física, situando as lutas/artes marciais enquanto uma das expressões da cultura corporal de movimento. Logo após, na tentativa de expandir e contribuir com as reflexões destinadas ao ensino desses saberes, propõe-se dois aspectos conceituais: sob a perspectiva rizomática, segundo a qual haveria uma diversidade de práticas corporais codificadas, não sendo compreendidas apenas nas suas diferenças, mas nas interconexões provenientes das similitudes, somadas à ambiência de jogo, na qual os jogadores/lutadores se apropriariam dos saberes concernentes às lutas/artes marciais. Por fim, nas considerações finais, exprimimos algumas impressões e perspectivas para problematizar a temática. 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/9822 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA DE UNIVERSIDADES FEDERAIS MINEIRAS: O QUE REVELAM SEUS DOCUMENTOS CURRICULARES? 2020-07-23T08:34:05+00:00 Nathália Inêz de Morais Silva nathaliasdemoraiss@gmail.com Elaine Prodocimo elaine@fef.unicamp.br Elaine Valéria Rizzuti elainerizzuti@terra.com.br Galdino Rodrigues de Sousa galdinorodrigues@yahoo.com.br <p>Este estudo objetivou analisar as configurações do estágio curricular e suas estruturações em cursos de licenciatura em Educação Física de 5 universidades federais mineiras. Tratou-se de uma pesquisa documental dos Projetos Pedagógicos de Curso, Matrizes Curriculares e Planos de Ensino das disciplinas de estágio. Os resultados apontaram que os cursos cumprem a carga horária estabelecida pela Resolução CNE/CP n.º 02/2002. O início do estágio se dá a partir da segunda metade do curso, mesmo não havendo essa necessidade a partir da Resolução CNE/CP n.º 02/2015. Quanto à organização, propõem-se a observação, planejamento, intervenção e reflexão sobre a vivência da prática docente envolvendo as diferentes etapas da educação básica. Embora atenda aos objetivos da vivência da prática docente no contexto escolar, defendemos a importância que o estágio curricular se dê desde o início do curso de formação.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10467 EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: MEMÓRIAS DE ALUNOS E ALUNAS DO INSTITUTO FEDERAL DE SÃO PAULO (IFSP) 2020-07-23T08:34:07+00:00 Victória Marzano Jacintho Ramos Ferreira vmarzano753@gmail.com Daniel Teixeira Maldonado danieltmaldonado@yahoo.com.br <p>O objetivo desse estudo foi compreender as percepções sobre a Educação Física apresentadas por estudantes do Ensino Médio da rede federal de ensino. Foi realizada uma pesquisa descritiva que contou com a participação de 10 discentes de um campus do Instituto Federal de São Paulo. Os alunos produziram um memorial descritivo narrando as suas lembranças sobre as aulas do componente curricular. A interpretação desses dados foi realizada pela análise de conteúdo. Esses jovens vivenciaram os gestos de diversificadas manifestações da cultura corporal, debateram sobre as relações entre saúde e o esporte, analisaram os marcadores sociais de classe, raça e gênero que atravessam as práticas corporais, realizaram atividades de ensino integrando os conhecimentos da Educação Física com o seu curso de formação profissional e reconheceram a importância da disciplina para a formação da sua cidadania.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10298 GINÁSTICA NO CONTEXTO ESCOLAR: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA 2020-07-23T08:34:09+00:00 Giselly Cristiny Moreira gisellycristinymoreira@gmail.com Raquel Krapp do Nascimento quelkrapp@gmail.com Allana Alexandre Cardoso allana.alexandre@gmail.com Gabriela Breggue da Silva Sampaio gabybreggue@gmail.com Liudmila de Andrade Bezerra liudbezerra@hotmail.com Gelcemar Oliveira Farias fariasgel@hotmail.com Objetivou-se analisar os artigos originais e de revisões que investigaram a Ginástica na Educação Física escolar no período de 2001 a 2017. Realizou-se uma revisão sistemática, com busca nas bases de dados LILACS, SCIELO e SCOPUS. A coleta de dados ocorreu por meio das equações Educação Física e Ginástica, Escola e Ginástica e Conteúdo e Ginástica, resultando em 14 estudos para a análise final. Os artigos analisados tiveram como foco as ginásticas rítmica e escolar, a ginástica em um contexto mais amplo e as suas expressões rítmicas a partir de diferentes abordagens teóricas e pedagógicas, no qual sobressaíram-se os estudos teóricos e publicados em periódicos avaliados em estratos superiores. Conclui-se que os estudos sobre a Ginástica na Educação Física escolar têm sido evidenciados na comunidade científica, contudo, reforça-se que a legitimação desta temática perpassa pela constituição de um conhecimento científico sólido, suas demandas, especificidades e, sobretudo, suas possibilidades para a escola. 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10509 ATIVIDADES FÍSICAS E ESPORTIVAS NO BRASIL E ESPANHA: ANÁLISE COMPARADA 2020-07-23T08:34:11+00:00 Wagner Barbosa Matias wagner.matias@outlook.com Cintia Csucsuly Rocha professoracintia.educa@gmail.com Fernando Mascarenhas masca.fernado@outlook.com <p>O artigo busca identificar a abrangência das atividades físicas esportivas no Brasil e na Espanha. O caminho metodológico percorrido para o estudo foi delineado por duas técnicas de pesquisa: levantamento documental e revisão bibliográfica. O levantamento se limitou aos documentos obtidos a partir de fontes institucionais e a revisão envolveu tanto a literatura espanhola como a brasileira. Para a análise comparativa a referência é o método crítico de análise de políticas sociais, especificamente a primeira categoria no que se refere a concepção e abrangência das políticas sociais. Assim, quando observamos às características da prática esportiva e dos praticantes nos dois países, a comparação revelou uma taxa elevada de pessoas que não realizam exercícios físicos e/ou esportes, principalmente entre os idosos. Além disso, ficou evidente os altos índices de pessoas que estão inseridas no universo do esporte, mas que não possuem vínculos com as instituições de alto rendimento.</p> 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corpoconsciencia/article/view/10664 A ADESÃO DOS ALUNOS ÀS ATIVIDADES REMOTAS DURANTE A PANDEMIA: REALIDADES DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 2020-07-23T08:34:13+00:00 Antonio Jansen Fernandes da Silva jansentimao@hotmail.com Bryan Kenneth Marques Pereira bryan-ita@hotmail.com Jorge Alexandre Maia de Oliveira jorge_alexandre12@hotmail.com Aguinaldo Cesar Surdi aguinaldosurdi@yahoo.com.br Allyson Carvalho de Araújo allyssoncarvalho@hotmail.com O presente trabalho tem por objetivo analisar a adesão de alunos às atividades remotas no período de pandemia em três escolas públicas de Ensino Fundamental e Médio do Ceará, da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Utilizamos uma pesquisa quantitativa, com uma amostra de 235 alunos, através de um questionário com 05 perguntas objetivas e 04 subjetivas elaboradas no <em>GoogleDocs</em> e enviadas aos alunos por meio da plataforma <em>Google Classroom</em> (CE e PB) ou <em>Whatsapp</em> (RN). Os achados das pesquisas foram os seguintes: dos 823 alunos que receberam o questionário, apenas 235 (29%) responderam. Se analisarmos por estado, teremos: CE (22%); RN (41%); PB (24%). Desses 235 que responderam, 149 (66,8%) relataram não terem dificuldades com as atividades remotas. Conjecturamos que a desigualdade social e/ou tecnológica/digital contribui significativamente para a falta de acesso dos questionários, como também, as devolutivas pelos alunos das atividades remotas enviadas pelas escolas. 2020-07-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Corpoconsciência