“Não se vai ao mundo do outro impunemente”: a urgência de cuidar de quem cuida
DOI:
https://doi.org/10.48074/aceno.v12i30.20282Resumo
Este artigo analisa narrativas de profissionais de diferentes áreas que, ao apoiar pessoas em sofrimento, também relatam seus próprios limites e dores. A partir da Análise Temática, identificamos a presença recorrente de sentimentos como empatia e impotência, que evidenciam o alto custo emocional do cuidado. O texto articula essas vivências com reflexões filosóficas e antropológicas, mostrando que cuidar é, além de prática profissional, um ato ético e existencial que impacta profundamente quem o exerce.
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