Grupos e dispositivos associativos de familiares na Atenção Psicossocial: diálogos entre gênero, cuidado e políticas públicas em saúde mental

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48074/aceno.v12i30.20275


Resumo

A pesquisa buscou investigar o processo de familiarização e feminização do cuidado em saúde mental a partir do cotidiano das cuidadoras familiares, tendo em vista seu papel central para a consolidação da Reforma Psiquiátrica Brasileira. Trata-se de um relato etnográfico, baseado em um estudo realizado em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do Rio de Janeiro, com foco nos espaços coletivos como a assembleia e o grupo de acolhimento aos familiares. Buscando o diálogo entre o cuidado como categoria analítica e as abordagens êmicas na Atenção Psicossocial, os grupos eram espaços de apoio, mas também de tensões e dissensos sobre os sentidos de (auto)cuidado.

Biografia do Autor

  • Vanessa Herdy, UERJ

    Psicóloga pela Universidade Federal Fluminense. Mestre e doutoranda em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil. 

  • Laura Lowenkron

    Professora associada do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ) e pesquisadora do Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM). Rio de Janeiro, Brasil.

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Publicado

25-01-2026

Edição

Seção

Dossiê Temático Enfoques Contemporâneos sobre os Estudos do Cuidado