Grupos e dispositivos associativos de familiares na Atenção Psicossocial: diálogos entre gênero, cuidado e políticas públicas em saúde mental
DOI:
https://doi.org/10.48074/aceno.v12i30.20275Resumo
A pesquisa buscou investigar o processo de familiarização e feminização do cuidado em saúde mental a partir do cotidiano das cuidadoras familiares, tendo em vista seu papel central para a consolidação da Reforma Psiquiátrica Brasileira. Trata-se de um relato etnográfico, baseado em um estudo realizado em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do Rio de Janeiro, com foco nos espaços coletivos como a assembleia e o grupo de acolhimento aos familiares. Buscando o diálogo entre o cuidado como categoria analítica e as abordagens êmicas na Atenção Psicossocial, os grupos eram espaços de apoio, mas também de tensões e dissensos sobre os sentidos de (auto)cuidado.
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