Raça, gênero, renda e percepção da vizinhança de adultos mais velhos brasileiros: uma matriz de processos críticos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48074/aceno.v12i28.19208


Resumo

Exploramos as diferenças de gênero, raça/cor e renda domiciliar per capita na percepção da vizinhança entre brasileiros adultos mais velhos residentes de áreas urbanas a partir dos dados de 7.357 participantes do ELSI-Brasil. Estimou-se as prevalências ajustadas por sexo e idade da percepção da vizinhança. Foi construída uma matriz de processos de processos destrutivos e protetores a partir da literatura e dos resultados, que mostram piores percepções entre pardos e pretos, com menores renda e mulheres. A percepção ruim da vizinhança pode evidenciar iniquidades que desafiam o envelhecimento saudável. 

Biografia do Autor

  • Pablo Cardozo Roccon, DOCENTE ISC/ UFMT

    Professor adjunto do Departamento de Saúde Coletiva e professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e do Programa de Pós-Graduação em Política Social do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da UFMT. Doutorado em Saúde Pública [Linha: Saúde Urbana] em andamento no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Universidade Federal de Minas Gerais. Doutor em Educação [Linha: Educação, Formação Humana e Políticas Públicas], Mestre em Saúde Coletiva [Área: Política e Gestão em Saúde], pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).Experiência de atuação nos temas: Gênero e sexualidade, Saúde do Trabalhador, Ambiente e Saúde, Saúde Urbana. Trabalha com abordagens qualitativas e quantitativas

  • Amanda Cristina de Souza Andrade, DOCENTE ISC/ UFMT

    rofessora do Instituto de Saúde Coletiva e do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso. Pesquisadora do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte, Faculdade de Medicina - UFMG. Doutora em Saúde Pública pela UFMG. Mestre em Epidemiologia, pelo Centro de Pesquisas René Rachou - Fiocruz Minas. Graduação em Estatística pela UFMG. Atua nas áreas de Saúde Coletiva, Epidemiologia e Estatística, principalmente nos seguintes temas: atividade física e saúde, doenças crônicas não transmissíveis e fatores de risco, acidentes e violências, COVID-19, determinantes sociais da saúde e saúde urbana

  • Mariana Soares, Docente do curso de Medicina do Centro universitário de Várzea Grande

    Enfermeira especialista em Enfermagem Obstétrica e Didática do Ensino Superior. Mestre em Saúde Coletiva e Doutoranda do Programa de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso, atuando na linha de pesquisa, Diversidade Sociocultural, ambiente e trabalho. Docente do curso de Medicina do Centro universitário de Várzea Grande.

  • Maelison Silva Neves, Docente ISC/UFMT

    Graduado em Psicologia pela Universidade de Cuiabá, mestre em Educação pela Universidade do Estado de Mato Grosso e Doutor em Saúde Coletiva pela UFMT . Atualmente é professor no Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso, pesquisador do Núcleo de Estudos Ambientais, Saúde e Trabalho do Instituto de Saúde Coletiva (NEAST - UFMT); Membro do Observatório Nacional de Saúde Mental e Trabalho. Professor no Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva/UFMT, atuando principalmente nos seguintes temas: Marxismo, Epidemiologia Crítica, Trabalho, questão agrária, questão ambiental e saúde, com ênfase em saúde mental nas regiões produtivas do agronegócio.

  • Waleska Teixeira Caiaffa, Docente Faculdade de Medicina/UFMG

    médica, professora titular de epidemiologia e saúde pública da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Líder do Grupo de Pesquisa em Epidemiologia coordena o Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte (OSUBH-GPE-UFMG). Pesquisadora do CNPq, tem mestrado em Saúde Pública (saúde internacional e epidemiologia) pela Johns Hopkins University (JHU) - Bloomberg School of Public Health, doutorado pela UFMG e pós-doutorado na JHU. Foi presidente da International Society for Urban Health (ISUH), de 2011-14, quando presidiu a 10a. Conferência Internacional de Saúde Urbana (ICUH), em 2011 em Belo Horizonte, Brasil (www.icuh2011.org). Foi membro do Comitê Diretivo do Instituto Internacional de Saúde Global da Universidade das Nações Unidas (IIGH-UNU), em Kuala Lumpur, Malásia, de 2015-19. É editora associada do Journal of Urban Health e Cities and Health. Atua principalmente nos temas: saúde urbana; determinantes sociais da saúde com foco na área urbana; avaliação de intervenções urbanas na saúde das populações (originárias ou não do setor saúde); doenças transmissíveis como dengue e COVID-19. Coordenou o Hub-Brasil do Projeto Salurbal Saúde Urbana da América Latina da Universidade Drexel, Estados Unidos, de 2017-23. Atualmente, junto à Universidade Drexel, coordena o Projeto Salurbal-WRI no Brasil (2024-7), faz parte do Salurbal-Climate, financiado pela Wellcome Trust e do Centro de Mudanças Climáticas e Saúde Urbana (CCUH), financiado pelo NIH-USA. Junto à Universidade de Cambridge, coordena no Brasil o projeto GDAR da Rede Global de Pesquisa em Atividade Física e Alimentação, da, Inglaterra, financiado pelo NIHR (National Institute of Health and Research). Junto à Universidade de Washington, em Seattle, co-coordena no Brasil o projeto Change Stories, financiado pela Robert Wood Foundatio

Publicado

2025-07-31

Edição

Seção

Artigos Livres