“Os Karajás: Plumária e Etnografia”: seguindo uma exposição “antiga”do Museu Nacional (RJ)
DOI:
https://doi.org/10.48074/aceno.v12i28.18690Resumo
Este artigo apresenta reflexões da minha pesquisa de mestrado, que investiga práticas de colecionamento e exposição dos acervos Iny (Karajá) do Museu Nacional (UFRJ), partindo da exposição “Os Karajás: Plumária e Etnografia”, realizada antes do incêndio de 2018. A pesquisa buscou compreender como essas práticas se desenvolveram ao longo de diferentes momentos de produção de coleções e exposições etnográficas e como elas se relacionam com discussões contemporâneas. A metodologia, impactada pelo incêndio e pela pandemia, consistem em seguir os rastros deixados pela mencionada exposição, baseia-se em arquivos, recursos digitais, entrevistas e uma breve experiência de campo etnográfico. O trabalho apresenta perspectivas institucionais, antropológicas e Iny (Karajá) relacionadas às coleções e à exposição, contextualizando essa experiência em termos de políticas institucionais, produção antropológica e protagonismo indígena. Por meio da narrativa etnográfica, são destacadas as complexidades do acervo, as possibilidades curatoriais da época e as controvérsias que permearam essa experiência.
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