Chamas, cinzas e luta: uma etnografia do desastre patrimonial de um Museu Nacional
DOI:
https://doi.org/10.48074/aceno.v12i28.18684Resumo
O incêndio ocorrido no Museu Nacional (Rio de Janeiro), em 2 de setembro de 2018, modificou consideravelmente o cotidiano da comunidade museal. Neste sentido, pode ser qualificado como um desastre patrimonial, enquanto um evento crítico que irrompe o cotidiano de determinada instituição ou bem patrimonial, fruto de um acúmulo de riscos em potencial, expondo a vulnerabilidade dos mecanismos de salvaguarda, podendo causar a perda parcial ou total destes bens e, implicando ou não na sua reconstrução. Ao longo deste artigo, proponho analisar o pós-desastre deste museu a partir da existência de dois tempos que guardam características específicas: tempo das chamas e tempo da reconstrução.
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