O Nilo argentino: imaginários de deserto, água e mitologias
DOI:
https://doi.org/10.48074/aceno.v12i28.18588Resumo
Este trabalho explorará uma comparação entre o Rio Negro (Argentina) e o rio Nilo (Egito) que se repete ao longo da primeira metade do século XX entre diversos atores ligados ao mundo da hidráulica. A partir de uma antropologia histórica dos “desertos”, rastreamos essa comparação e pretendemos descrever densamente o entrelaçamento de práticas e narrativas no qual essa comparação “faz” sentido. Um entrelaçamento no qual um rio remete ao outro, uma colonização a outra e um “deserto” a outro. Os modos de fazer e pensar a civilização desafiam, assim, as lógicas escalares, a ideia do “situado” e do universal.
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