O mal-estar docente: as dificuldades do ser professor

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48074/aceno.v12i28.17789


Resumo

O artigo aborda as relações firmadas entre a precarização do trabalho docente, reestruturado no Brasil a partir da década de 1990 com a implementação da perspectiva neoliberal no campo educacional, e o adoecimento dos professores, o que vem sendo caracterizado como mal-estar docente, afetando sobremaneira a saúde psíquica dos trabalhadores da educação e a relação com seu labor. Como sustentáculo do trabalho tem-se uma pesquisa de campo realizada no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães de Feira de Santana-Bahia, na qual buscou-se observar na prática como tal fenômeno se apresenta.

Biografia do Autor

  • Carlos Augusto Lima Ferreira, Universidade Estadual de Feira de Santana

    Doutor em Educação pela Universitat Autònoma de Barcelona (UAB). Professor do Departamento de Educação e do Programa de Pós Graduação em História (PPGH) da Universidade Estadual de Feira de Santana. Pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisa em Ensino de História (GEPENH): https://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/24705. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5080003389498032. Orcid: https://orcid.org/0000-0002-9177-9763. E-mail: caugusto@uefs.br

  • Erick Wesley Morais dos Santos, Universidade Estadual de Feira de Santana

    Mestre em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual de Feira de Santana. Pesquisador do grupo de Estudos e Pesquisa em Ensino de História (GEPENH): https://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/24705. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/9073628052441122. Orcid: https://orcid.org/0009-0001-3497-3068. E-mail: erickwmorais@gmail.com

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Publicado

2025-07-31

Edição

Seção

Dossiê Especial Neoliberalismo, Educação e Saúde Mental