Neoliberalismo e saúde mental: um estudo com jovens universitários do Oeste do Paraná

Autores

DOI:

https://doi.org/10.48074/aceno.v12i28.17620


Resumo

Este estudo investiga a saúde mental de acadêmicos de 18 a 29 anos da UNIOESTE em relação ao neoliberalismo. Participaram 829 estudantes, utilizando dados sociodemográficos e a Escala EADS-21. Constatou-se altos índices de depressão, ansiedade e estresse, associados à competitividade, individualismo e pressões do ambiente universitário, características neoliberais. Destaca-se a necessidade de considerar os determinantes socioeconômicos na saúde mental, a partir de uma abordagem que contrapõe à naturalização do sofrimento psíquico, e que esteja além do tratamento individual, e questione as estruturas sociais que perpetuam o adoecimento psíquico.

Biografia do Autor

  • Fabrício Duim Rufato, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Doutor em Educação pela UNIOESTE. Psicólogo e professor na Faculdade UNIMEO-PR

  • Geovane dos Santos da Rocha, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Psicólogo. Doutorando em Educação pela UNIOESTE

  • Nandra Martins Soares, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Psicóloga. Doutoranda em Educação pela UNIOESTE

  • Elisabeth Rossetto, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Doutora em Educação pela UFRGS. Professora no Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGE da UNIOESTE.

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Publicado

2025-07-31

Edição

Seção

Dossiê Especial Neoliberalismo, Educação e Saúde Mental