Neoliberalismo e saúde mental: um estudo com jovens universitários do Oeste do Paraná
DOI:
https://doi.org/10.48074/aceno.v12i28.17620Resumo
Este estudo investiga a saúde mental de acadêmicos de 18 a 29 anos da UNIOESTE em relação ao neoliberalismo. Participaram 829 estudantes, utilizando dados sociodemográficos e a Escala EADS-21. Constatou-se altos índices de depressão, ansiedade e estresse, associados à competitividade, individualismo e pressões do ambiente universitário, características neoliberais. Destaca-se a necessidade de considerar os determinantes socioeconômicos na saúde mental, a partir de uma abordagem que contrapõe à naturalização do sofrimento psíquico, e que esteja além do tratamento individual, e questione as estruturas sociais que perpetuam o adoecimento psíquico.
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