AS TRADUÇÕES BRASILEIRAS DA OBRA ORGULHO E PRECONCEITO DE JANE AUSTEN

ALINE BENATO Benato Soares, Mirian Ruffini

Resumo


O presente artigo tem por objetivo analisar os aspectos do micronível na obra Orgulho e Preconceito de Jane Austen. Escolhemos duas traduções, sendo elas: a de Marcella Furtado publicada pela editora Landmark em 2015, e a tradução de Roberto Leal Ferreira, publicada pela editora Martin Claret no ano de 2012. Essas duas traduções serão comparadas, tendo como base o texto fonte escrito em língua inglesa, publicado em 1813. Para nossa análise utilizaremos a teoria do dos Estudos Descritivos da Tradução de Gideon Toury (2012), a baliza do esquema tradutório proposta pelos teóricos Lambert e Vand Gorp (2006), na qual estão descritos os aspectos do micronível do texto fonte e do texto alvo, no que tange aos procedimentos tradutórios. Os resultados obtidos, foram os de que uma tradução pode ser considerada mais estrangeirizante e a outra mais domesticada, de acordo com a teoria de Venuti (2002).

 


Palavras-chave


tradução, micronível, literatura.

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Referências


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